Foto: Adriano de Carvalho / Agência RBS / Agência RBS
Roger passa por um momento de equilíbrio instável após ultrapassar, com brilho, seus primeiros desafios como técnico do Grêmio. Consolidada a identidade da equipe, que lhe dá razoável regularidade de atuações e resultados, chegou a hora de fazer ajustes finos para que o time mude de patamar.
O principal desses ajustes está no terço final do campo. O mais frequente problema gremista desde a chegada de Roger é a falta de objetividade quando se aproxima do gol adversário. As trocas de passe, pilar de construção da equipe, alongam-se demais e, por vezes, não criam oportunidades claras.
Roger já procurou alternativas para sanar o problema. Mudou, em alguns momentos, seus quatro homens de frente. Chegou a sacar Douglas e escalar Giuliano, Bolaños, Luan e Bobô, uma formação que juntou jogadores com capacidade de finalização e relegou ao banco seu articulador mais clássico, em um indício de que as longas tramas sem perigo também o incomodavam.
O difícil desafio é promover mudanças sem revolucionar a estrutura que já está montada. O Grêmio precisa ser mais incisivo, mas perderá sua essência se passar a ser uma equipe vertical, que busca o gol sem trabalhar a bola com calma e lucidez. Uma transformação completa faria o trabalho de Roger retroceder. Demoraria algum tempo até os jogadores se adaptarem a uma nova filosofia.
As doídas eliminações do primeiro semestre mostraram que o Grêmio tem mais alguns passos a dar antes de sonhar com títulos expressivos. Por outro lado, o bom início de Brasileirão indica que o trabalho consolidado desde o ano passado dá competitividade à equipe, mesmo em meio a uma ou outra turbulência. Graças a Roger, o Grêmio é estável, o que o coloca no seleto grupo de times que brigam na ponta de cima do Brasileirão. Para vencê-lo, porém, terá de ser mais do que regular, algo que só será possível com mudanças cirúrgicas de seu comandante.
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Roger já procurou alternativas para sanar o problema. Mudou, em alguns momentos, seus quatro homens de frente. Chegou a sacar Douglas e escalar Giuliano, Bolaños, Luan e Bobô, uma formação que juntou jogadores com capacidade de finalização e relegou ao banco seu articulador mais clássico, em um indício de que as longas tramas sem perigo também o incomodavam.
O difícil desafio é promover mudanças sem revolucionar a estrutura que já está montada. O Grêmio precisa ser mais incisivo, mas perderá sua essência se passar a ser uma equipe vertical, que busca o gol sem trabalhar a bola com calma e lucidez. Uma transformação completa faria o trabalho de Roger retroceder. Demoraria algum tempo até os jogadores se adaptarem a uma nova filosofia.
As doídas eliminações do primeiro semestre mostraram que o Grêmio tem mais alguns passos a dar antes de sonhar com títulos expressivos. Por outro lado, o bom início de Brasileirão indica que o trabalho consolidado desde o ano passado dá competitividade à equipe, mesmo em meio a uma ou outra turbulência. Graças a Roger, o Grêmio é estável, o que o coloca no seleto grupo de times que brigam na ponta de cima do Brasileirão. Para vencê-lo, porém, terá de ser mais do que regular, algo que só será possível com mudanças cirúrgicas de seu comandante.
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Exemplo: como ontem no segundo tempo da argentina, colocaram Messi mais tiraram seu articulador. O Grêmio precisa de mais um bom articulador no banco, pra revesar com o Douglas.
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