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Desde a inauguração em 2012, a Arena do Grêmio se mantém no vermelho, acumulando dívidas. Em 2015, o prejuízo foi de R$18 milhões e, somando os outros anos, a dívida bate na casa dos R$60 milhões. O Grêmio tenta comprar da construtora OAS os 50% da Arena que são pertencentes a ela. A informação é de Rodrigo Capelo, do portal Época (linkar matéria original).
Segundo apuração do portal, o faturamento operacional (que diz respeito à diferença entre receita e despesa), caiu de R$47 milhões em 2014 para R$42 milhões em 2015 e a renda com vendas dos espaços nos camarotes caiu pela metade.
Os gastos com despesas eram de R$15,7 milhões em 2013. Chegaram ao alto valor de R$29,4 milhões em 2014 e reduziram para R$18,1 milhões em 2015, valor ainda considerado alto.
Para construir a Arena, o Grêmio contratou a OAS, que hoje é detentora de 50% do estádio. Como o clube deseja comprar a parte da construtora, terá de assumir uma dívida de R$480 milhões junto à empresa. Para quitar esse débito, os gaúchos precisarão elevar as receitas, controlar as despesas e fazer com que o estádio gere lucro o mais rápido possível.
A tarefa não é fácil, já que o clube acumula desde as últimas temporadas uma dívida de R$258 milhões — valor esse que foi verificado no fim de 2015. O ex-presidente, Fábio Koff, fazia questão de deixar claro que a Arena do Grêmio não era do Grêmio, justamente pelos 50% pertencentes à OAS. A construtora é envolvida nos escândalos de corrupção da Operação Lava-Jato.
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Para construir a Arena, o Grêmio contratou a OAS, que hoje é detentora de 50% do estádio. Como o clube deseja comprar a parte da construtora, terá de assumir uma dívida de R$480 milhões junto à empresa. Para quitar esse débito, os gaúchos precisarão elevar as receitas, controlar as despesas e fazer com que o estádio gere lucro o mais rápido possível.
A tarefa não é fácil, já que o clube acumula desde as últimas temporadas uma dívida de R$258 milhões — valor esse que foi verificado no fim de 2015. O ex-presidente, Fábio Koff, fazia questão de deixar claro que a Arena do Grêmio não era do Grêmio, justamente pelos 50% pertencentes à OAS. A construtora é envolvida nos escândalos de corrupção da Operação Lava-Jato.
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