Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS
Sobram murmúrios de insatisfação de gremistas quando falam de Giuliano. É compreensível. Quando foi contratado, carregava consigo a imagem de um jogador capaz de decidir partidas e ser protagonista, o que não se confirmou. Não são justas, porém, as críticas que questionam sua titularidade e o pintam como uma peça inútil do time. Ele é tão essencial para o funcionamento da equipe que o Grêmio tratou de trazer uma reposição para os momentos em que está ausente. É assim que vejo a chegada de Negueba.
Dizer que um jogador é "importante taticamente" é quase proibido em um Brasil que tanto desvaloriza o lado estratégico do futebol (e, ainda assim, surpreende-se com o 7 a 1 e outras demonstrações de declínio dos clubes e da Seleção). Logo faz-se a relação com um perna de pau que apenas corre e obedece cegamente o treinador. Não é o caso de Giuliano, nem de Negueba. Mas os dois entram na categoria dos que têm real importância tática, um elogio raro no cenário nacional.
Seja no 4-2-3-1 ou no 4-1-4-1, sistemas que se proliferaram nas últimas temporadas, a posição que os dois ocupam é essencial. Em Portugal, chamam de extrema. Seria o ponta de outros tempos, mas com fortes obrigações defensivas. Poucos no Brasil sabem desempenhá-la em sua plenitude. No Rio Grande do Sul, temos dois exemplos: Giuliano e Eduardo Sasha.
Meia de origem, o camisa 8 gremista corre, fecha espaços, acompanha o lateral adversário e tem fôlego para chegar à área. Aparecer na frente, aliás, é das funções mais importantes do extrema neste Grêmio que costuma jogar sem um centroavante fixo. A troca de posição entre o falso nove e quem vem de trás ajuda a confundir a marcação. Negueba tem características diferentes. É mais rápido e tem menos capacidade de organização. Mas se assemelha a Giuliano na dedicação às tarefas defensivas.
Não é à toa que Roger costuma trocar Giuliano de lado quando o lateral-direito do adversário apoia bastante. Seu poder de marcação dá segurança ao setor e tende a inibir as subidas do camisa 2 rival. Pode não ser o mais vistoso dos atributos, especialmente para quem surgiu como promessa de craque, mas é, de fato, algo importante taticamente. Se Negueba souber emular essas funções, como tem fez em seus melhores momentos no Coritiba, já será útil ao Grêmio. Não é a mais empolgante credencial de um reforço que chega, mas nem só de brilho vivem equipes vencedoras.
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Seja no 4-2-3-1 ou no 4-1-4-1, sistemas que se proliferaram nas últimas temporadas, a posição que os dois ocupam é essencial. Em Portugal, chamam de extrema. Seria o ponta de outros tempos, mas com fortes obrigações defensivas. Poucos no Brasil sabem desempenhá-la em sua plenitude. No Rio Grande do Sul, temos dois exemplos: Giuliano e Eduardo Sasha.
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