O paranaense Paulo Schmitt é o procurador geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) arquivou uma investigação sobre a interferência da CBF no trabalho do procurador geral Paulo Schmitt. A exigência foi do auditor Washington Rodrigues. Ele pediu a apuração sobre falta de independência, parcialidade e obtenção de vantagens pessoais. Sem provas, o procedimento disciplinar foi arquivado.
Schmitt deixará o cargo no STJD no mês que vem. Antes comandará o julgamento da briga entre as organizadas de Flamengo e Palmeiras. Os clubes podem perder até 10 mandos de campo.
Nesta quarta-feira, depois de um exigência do STJD, o Mané Garrincha, palco do confronto entre fãs de Flamengo e Palmeiras, foi interditado por falta de segurança. Endereço de jogos da Copa, o estádio custou R$ 1,4 bilhão. O governo do Distrito Federal gasta R$ 600 mil para mantê-lo, com um prejuízo anual de R$ 3,6 milhões.
Será o último julgamento do procurador paranaense no STJD. Ele costuma ter mão pesada nestes casos. Advogados e dirigentes da dupla Gre-Nal não gostam de Schmitt. O criticam desde a década passada. Entendem que ele sempre olhou Grêmio e Inter com olhos especiais. Foi mais duro com os gaúchos do que com os grandes clubes do futebol de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ele sempre negou qualquer favorecimento.
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Será o último julgamento do procurador paranaense no STJD. Ele costuma ter mão pesada nestes casos. Advogados e dirigentes da dupla Gre-Nal não gostam de Schmitt. O criticam desde a década passada. Entendem que ele sempre olhou Grêmio e Inter com olhos especiais. Foi mais duro com os gaúchos do que com os grandes clubes do futebol de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ele sempre negou qualquer favorecimento.
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