O vice de futebol do Grêmio, Alberto Guerra, avisou na segunda-feira que o Grêmio buscaria reforços diferenciados. Estava encerrada a era do "mais do mesmo". Pois, em seguida, o clube confirmou o troca-troca de Negueba por Edinho com o Coritiba. Negueba, vamos confirmar, é mais do mesmo, difere pouco em termos de qualidade do que Roger dispõe no vestiário.
A culpa está longe de ser de Guerra. O problema é que o Grêmio atual consegue avançar pouco além do "mais do mesmo". O investimento em Bolaños, com empréstimo de um investidor, foi fora da curva. A realidade azul permite apenas investidas em nomes de porte médio, como Edílson, os Wallaces, Reis e Oliveira, Fred, Kadu e Negueba.
Não há dinheiro para ir além disso. É contratar e esperar que dê certo. No caso de Edílson, por exemplo, os primeiros jogos indicam um acerto. Mas para fechar com ele o Grêmio precisou ceder e aceitar três anos de contrato — o lateral, vale lembrar, tem já tem 29 anos. No caso de Wallace Oliveira, no entanto, a aposta parece ter dado errado. O jogador chegou com a fleuma de quem tem carteira assinada pelo Chelsea, mas sua produção em campo explica por que rodou por clubes pequenos da Europa sem se firmar.
Até o Grêmio ajustar suas contas e conseguir definr a compra da gestao da Arena, o torcedor terá de viver nessa mesa de apostas das contratações. Não há dinheiro. Será preciso criatividade e um profundo conhecimento de mercado por parte dos dirigentes. Só com isso o clube conseguirá trazer reforços diferenciados. Se Guerra não tiver esses predicados, infelizmente, o Grêmio continuará na linha do "mais do mesmo".
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A culpa está longe de ser de Guerra. O problema é que o Grêmio atual consegue avançar pouco além do "mais do mesmo". O investimento em Bolaños, com empréstimo de um investidor, foi fora da curva. A realidade azul permite apenas investidas em nomes de porte médio, como Edílson, os Wallaces, Reis e Oliveira, Fred, Kadu e Negueba.
Não há dinheiro para ir além disso. É contratar e esperar que dê certo. No caso de Edílson, por exemplo, os primeiros jogos indicam um acerto. Mas para fechar com ele o Grêmio precisou ceder e aceitar três anos de contrato — o lateral, vale lembrar, tem já tem 29 anos. No caso de Wallace Oliveira, no entanto, a aposta parece ter dado errado. O jogador chegou com a fleuma de quem tem carteira assinada pelo Chelsea, mas sua produção em campo explica por que rodou por clubes pequenos da Europa sem se firmar.
Até o Grêmio ajustar suas contas e conseguir definr a compra da gestao da Arena, o torcedor terá de viver nessa mesa de apostas das contratações. Não há dinheiro. Será preciso criatividade e um profundo conhecimento de mercado por parte dos dirigentes. Só com isso o clube conseguirá trazer reforços diferenciados. Se Guerra não tiver esses predicados, infelizmente, o Grêmio continuará na linha do "mais do mesmo".
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