Luan não teve formação nas categorias de base e iniciou no campo com 18 anos
Observar Luan jogando pelo Grêmio é como dividir o último terço do campo em quadras de futsal. Horas atuando pelo lado, horas atuando pelo centro, com dribles curtos e servindo de pivô para a aproximação de companheiros, o atacante do Grêmio utiliza estratégias do salão para brilhar no campo. E assim dribla - algo que faz bem - a ausência de experiência nas categorias de base em sua formação.
Luan jogava futsal até os 18 anos no interior paulista. Foi lá que aprimorou o dom da vitória pessoal. E também ganhou característica que usa até hoje, só que em quatro linhas bem maiores.
"No futsal, você precisa pensar rápido, encontrar o espaço e ter bom controle de bola. Acho que pude aproveitar isso na passagem pro campo e, aos poucos, ir aprimorando", disse o atacante ao UOL Esporte.
Imaginando-se uma quadra de futsal na parte ofensiva do esquema gremista, Luan faz algo comum aos times de salão: troca de posição. Rola a bola para companheiros quando na ponta, corre para virar o homem mais avançado, faz pivô para chegada de colegas, volta para postos mais recuados. É, a cada jogada, ponta, meia, centroavante, tudo de forma móvel e adaptada ao que ocorre em campo. Não há um posto fixo, como no futsal.
"Sim, exatamente. O futsal exige que você se movimente bastante, pela quadra toda, para achar o espaço e poder ter a chance da infiltração, de chegar no gol. No campo, o espaço é mais amplo, e o Roger nos dá essa liberdade de cair pelos lados e também centralizar. Essa variação acaba sendo importante pra gente, como diferencial no ataque", explicou.
Assim, o jogador lidera as estatísticas de assistências do Grêmio e é artilheiro do time na temporada com seis gols marcados.
Mas deslanchar no campo não foi fácil. Muitos exemplos de jogadores de qualidade no salão que não se adaptaram aos gramados são facilmente encontrados. No Grêmio mesmo, Mithyuê, eleito sucessor de Falcão nas quadras, não conseguiu carreira de sucesso em piso diferente.
"Passei pro campo com 18 anos, jogando no interior de São Paulo. O início é mais complicado, porque as referências são bem diferentes. Mas tive tempo pra ter uma boa formação e me adaptar bem. Isso me ajudou bastante", explicou Luan. "O espaço, o posicionamento, a distância da marcação, as referências que a gente procura em cada campo, o tempo de bola...É tudo bem diferente. Você precisa de um tempo para fazer bem a transição", completou.
O Grêmio volta a campo neste domingo para enfrentar a Ponte Preta, em Porto Alegre.
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Imaginando-se uma quadra de futsal na parte ofensiva do esquema gremista, Luan faz algo comum aos times de salão: troca de posição. Rola a bola para companheiros quando na ponta, corre para virar o homem mais avançado, faz pivô para chegada de colegas, volta para postos mais recuados. É, a cada jogada, ponta, meia, centroavante, tudo de forma móvel e adaptada ao que ocorre em campo. Não há um posto fixo, como no futsal.
"Sim, exatamente. O futsal exige que você se movimente bastante, pela quadra toda, para achar o espaço e poder ter a chance da infiltração, de chegar no gol. No campo, o espaço é mais amplo, e o Roger nos dá essa liberdade de cair pelos lados e também centralizar. Essa variação acaba sendo importante pra gente, como diferencial no ataque", explicou.
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"Passei pro campo com 18 anos, jogando no interior de São Paulo. O início é mais complicado, porque as referências são bem diferentes. Mas tive tempo pra ter uma boa formação e me adaptar bem. Isso me ajudou bastante", explicou Luan. "O espaço, o posicionamento, a distância da marcação, as referências que a gente procura em cada campo, o tempo de bola...É tudo bem diferente. Você precisa de um tempo para fazer bem a transição", completou.
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