Foto: Lauro Alves
Para que, afinal, serve o futebol? Por que milhões e milhões de pessoas ao redor do mundo dispensam tempo e energia acompanhando essa modalidade esportiva? Como é possível algo, considerado inútil por alguns, mover uma gigante engrenagem financeira, social e cultural? Por vezes, encontrar essas definições pode parecer difícil. Principalmente para aqueles que se envolvem com o futebol de forma ainda mais emocional que o normal. Mas no fim das contas, a resposta para esses questionamentos é bastante simples. O principal objetivo do futebol é conquistar! Conquistar vitórias, conquistar recordes, conquistar Títulos!
Pode parecer uma afronta o fato de uma gremista querer explanar sobre este assunto em um momento tão fatídico para o nosso clube do coração. Sim, é de conhecimento de todos que não conquistamos algo expressivo há longínquos quinze anos. Também não é nenhuma novidade a amarga realidade de que nem a taça do campeonato estadual levantamos nas últimas seis temporadas. Entretanto, o que permite que uma torcedora escreva sobre seu próprio “drama” é o fato de que, mesmo nessa situação, o amor e vontade de torcer por um escudo prevaleçam.
É claro que a cada início de ano as expectativas sobre o futuro do Grêmio se desdobram das mais diversas formas. Tanto torcida quanto imprensa tentam projetar o que aguarda o Tricolor nos desafios de cada temporada, baseando-se em fatos já ocorridos e novidades que podem fazer a diferença. Teoricamente, em 2016 não seria diferente. Mas foi diferente sim! Sob o comando de Roger Machado, a esperança de que esse ano reservaria alguma conquista para nós foi multiplicada por muitos gremistas.
Entretanto, falar de título parece ser um tabu para alguns tricolores. Principalmente após as eliminações do Gauchão e da Libertadores, o assunto parece ter se tornado ainda mais ácido que o normal. O incômodo pareceu levemente amenizado após o bom início no Campeonato Brasileiro de 2016. Mas para os mais impacientes, a derrota para o Palmeiras na partida válida pela quinta rodada da competição soou como o fim da trajetória gremista no nacional. Alguém achou que vencer um Palmeiras pressionado fora de casa seria tarefa fácil? Nós sabíamos que a defesa adversária tinha suas precariedades, nossos três gols exemplificam isso, mas uma partida assim nunca pode ser considerada como obstáculo pequeno.
Os nossos fantasmas defensivos que pareciam ter hibernado por tranquilas quatro rodadas do Brasileirão voltaram com tudo para assombrar nossa vida. Mesmo assim, o futebol que a equipe gremista apresentou, principalmente no primeiro tempo, somado à entrega que pôde ser observada na atitude dos jogadores do Tricolor, faria de uma possível vitória gremista um placar justo. Infelizmente não foi o que aconteceu. Perdemos o jogo, o status de melhor defesa da competição e o lugar no ponto mais alto da tabela. Porém, nem mesmo essa derrota me fez perder a convicção de que o Grêmio pode sim conquistar algo esse ano.
Não me considero a torcedora que se conforma com a situação do clube, que se sente satisfeita em comemorar vaga ou que é o exemplo pleno do apoio incondicional. A forma como critico, esbravejo ou reclamo quando as coisas não estão boas é a maior prova disso. Entretanto, aquele frio na barriga nos instantes que antecedem cada partida, por mais insignificante que seja, é a prova de que sempre espero algo do Grêmio, algo que está diretamente ligado aos objetivos principais do futebol expostos no início do texto.
Essa equipe gremista pode conquistar algo importante. E não é só a vontade da parte mais esperançosa da torcida que vê isso. A perspectiva de melhora através da continuidade, a oportunidade de manter um grupo unido e focado, a forma ampla como o futebol é visto tecnicamente pelos envolvidos atualmente e a observação do cenário dos adversários permitem que o gremista sonhe com isso. Certamente a escassez dos títulos afeta (e muito) a forma como alguns torcedores encaram e projetam isso. Mas a torcida Tricolor não pode ter medo de desejar algo bom, ao mesmo tempo em que o Grêmio não pode ter medo de definir uma meta. A meta de alcançar o nível pleno do mundo do futebol: A conquista!
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Pode parecer uma afronta o fato de uma gremista querer explanar sobre este assunto em um momento tão fatídico para o nosso clube do coração. Sim, é de conhecimento de todos que não conquistamos algo expressivo há longínquos quinze anos. Também não é nenhuma novidade a amarga realidade de que nem a taça do campeonato estadual levantamos nas últimas seis temporadas. Entretanto, o que permite que uma torcedora escreva sobre seu próprio “drama” é o fato de que, mesmo nessa situação, o amor e vontade de torcer por um escudo prevaleçam.
É claro que a cada início de ano as expectativas sobre o futuro do Grêmio se desdobram das mais diversas formas. Tanto torcida quanto imprensa tentam projetar o que aguarda o Tricolor nos desafios de cada temporada, baseando-se em fatos já ocorridos e novidades que podem fazer a diferença. Teoricamente, em 2016 não seria diferente. Mas foi diferente sim! Sob o comando de Roger Machado, a esperança de que esse ano reservaria alguma conquista para nós foi multiplicada por muitos gremistas.
Entretanto, falar de título parece ser um tabu para alguns tricolores. Principalmente após as eliminações do Gauchão e da Libertadores, o assunto parece ter se tornado ainda mais ácido que o normal. O incômodo pareceu levemente amenizado após o bom início no Campeonato Brasileiro de 2016. Mas para os mais impacientes, a derrota para o Palmeiras na partida válida pela quinta rodada da competição soou como o fim da trajetória gremista no nacional. Alguém achou que vencer um Palmeiras pressionado fora de casa seria tarefa fácil? Nós sabíamos que a defesa adversária tinha suas precariedades, nossos três gols exemplificam isso, mas uma partida assim nunca pode ser considerada como obstáculo pequeno.
Os nossos fantasmas defensivos que pareciam ter hibernado por tranquilas quatro rodadas do Brasileirão voltaram com tudo para assombrar nossa vida. Mesmo assim, o futebol que a equipe gremista apresentou, principalmente no primeiro tempo, somado à entrega que pôde ser observada na atitude dos jogadores do Tricolor, faria de uma possível vitória gremista um placar justo. Infelizmente não foi o que aconteceu. Perdemos o jogo, o status de melhor defesa da competição e o lugar no ponto mais alto da tabela. Porém, nem mesmo essa derrota me fez perder a convicção de que o Grêmio pode sim conquistar algo esse ano.
Não me considero a torcedora que se conforma com a situação do clube, que se sente satisfeita em comemorar vaga ou que é o exemplo pleno do apoio incondicional. A forma como critico, esbravejo ou reclamo quando as coisas não estão boas é a maior prova disso. Entretanto, aquele frio na barriga nos instantes que antecedem cada partida, por mais insignificante que seja, é a prova de que sempre espero algo do Grêmio, algo que está diretamente ligado aos objetivos principais do futebol expostos no início do texto.
Essa equipe gremista pode conquistar algo importante. E não é só a vontade da parte mais esperançosa da torcida que vê isso. A perspectiva de melhora através da continuidade, a oportunidade de manter um grupo unido e focado, a forma ampla como o futebol é visto tecnicamente pelos envolvidos atualmente e a observação do cenário dos adversários permitem que o gremista sonhe com isso. Certamente a escassez dos títulos afeta (e muito) a forma como alguns torcedores encaram e projetam isso. Mas a torcida Tricolor não pode ter medo de desejar algo bom, ao mesmo tempo em que o Grêmio não pode ter medo de definir uma meta. A meta de alcançar o nível pleno do mundo do futebol: A conquista!
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