Defesa do Grêmio sofreu com bolas aéreas (Foto: Leo Pinheiro / Grêmio F.B.P.A.)
Se todos os elogios merecidos eram voltados para a defesa recordista do Grêmio, a derrota para o Palmeiras na noite de quinta-feira evidenciou antigos problemas. Dos gols sofridos no 4 a 3 no Pacaembu, três saíram de jogadas iniciadas em bola parada. O velho problema do Tricolor na temporada aparece justamente quando o setor gozava de invencibilidade nas quatro primeiras partidas, um recorde no Brasileirão de pontos corridos. Tanto que, pela primeira vez com Roger no comando, o clube levou quatro gols.
A sangria defensiva gremista parecia ter sido estancada após o 3 a 0 sofrido para o Rosario Central, na Argentina, que culminou com a eliminação gremista da Libertadores. No Brasileirão, vieram o empate com o Corinthians e as vitórias sobre Flamengo, Atlético-MG e Coritiba sem sofrer um gol sequer. Mas o jogo virou contra o Verdão. Logo no calcanhar de Aquiles do time de Roger: a bola aérea.
Importante frisar que não tem nada de voltou. (Gols de bola aérea) Foram muito mérito do adversário. Rebote de um lateral que o atacante conseguiu achar uma bola mágica e duas bolas bem batidas do Dudu, os jogadores atacando a bola bem. Circunstâncias da partida.
Roger Machado
No segundo gol palmeirense, Róger Guedes contou com a sorte ao conseguir encobrir Bruno Grassi em um toque de costas, quase sem ângulo. A origem da jogada é um lançamento de lateral que a defesa gremista não conseguiu afastar em três tentativas. O terceiro gol nasceu em escanteio cobrado por Dudu e desviado por Vitor Hugo. Um parêntese especial para este tento: o Grêmio havia formado uma estratégia para conter o zagueiro alviverde.
– Se estivéssemos atentos, não tomaríamos os gols. Sabíamos da qualidade dos zagueiros do Pameiras na bola parada. A gente tinha a estratégia para marcá-los. A ideia era segurar o Vitor Hugo para não embalar, porque ele salta muito alto, mas não conseguimos marcar. Fez o gol. Mérito também dele – disse o meia Giuliano.
No ano, o Tricolor passou por maus bocados neste fundamento. Dos 35 gols sofridos na temporada, 20 saíram de bolas levantadas na área gremista, ainda que em circunstâncias diferentes: escanteio, faltas laterais, cruzamentos de bola rolando ou até mesmo lateral, como no caso do gol de Róger Guedes.
O técnico Roger Machado afirmou que o problema não voltou. Disse que a qualidade da batida do Verdão foi determinante para gerar os erros defensivos do Grêmio. Evitou falar muito sobre o problema. Na véspera da viagem para São Paulo, na última quarta, o time treinou bolas paradas.
– Em cinco rodadas, tomar quatro gols... Não é legal tomar quatro em uma partida, vamos ver, o Roger vai passar o que fizemos de errado. Em alguns gols faltou atenção – explicou Maicon.
A defesa é o setor que pode sofrer mais uma mudança na próxima partida, contra a Ponte Preta, no domingo, na Arena. O zagueiro Wallace, regularizado, pode estrear na defesa ao lado de Pedro Geromel. O elenco desembarca na tarde desta sexta e vai direto treinar no CT.
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Importante frisar que não tem nada de voltou. (Gols de bola aérea) Foram muito mérito do adversário. Rebote de um lateral que o atacante conseguiu achar uma bola mágica e duas bolas bem batidas do Dudu, os jogadores atacando a bola bem. Circunstâncias da partida.
Roger Machado
No segundo gol palmeirense, Róger Guedes contou com a sorte ao conseguir encobrir Bruno Grassi em um toque de costas, quase sem ângulo. A origem da jogada é um lançamento de lateral que a defesa gremista não conseguiu afastar em três tentativas. O terceiro gol nasceu em escanteio cobrado por Dudu e desviado por Vitor Hugo. Um parêntese especial para este tento: o Grêmio havia formado uma estratégia para conter o zagueiro alviverde.
– Se estivéssemos atentos, não tomaríamos os gols. Sabíamos da qualidade dos zagueiros do Pameiras na bola parada. A gente tinha a estratégia para marcá-los. A ideia era segurar o Vitor Hugo para não embalar, porque ele salta muito alto, mas não conseguimos marcar. Fez o gol. Mérito também dele – disse o meia Giuliano.
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O técnico Roger Machado afirmou que o problema não voltou. Disse que a qualidade da batida do Verdão foi determinante para gerar os erros defensivos do Grêmio. Evitou falar muito sobre o problema. Na véspera da viagem para São Paulo, na última quarta, o time treinou bolas paradas.
– Em cinco rodadas, tomar quatro gols... Não é legal tomar quatro em uma partida, vamos ver, o Roger vai passar o que fizemos de errado. Em alguns gols faltou atenção – explicou Maicon.
A defesa é o setor que pode sofrer mais uma mudança na próxima partida, contra a Ponte Preta, no domingo, na Arena. O zagueiro Wallace, regularizado, pode estrear na defesa ao lado de Pedro Geromel. O elenco desembarca na tarde desta sexta e vai direto treinar no CT.
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