A diretoria do Grêmio está otimista para fechar o acordo para a compra de sua arena. Um aval da OAS e da Caixa Econômica deixou encaminhado o acordo para adquirir o estádio. E a proposta é pagar o financiamento em 13 anos com dinheiro obtido com vendas de partes da arena para sócios.
Quem primeiro informou sobre o sim da OAS e da Caixa Econômica Federal à proposta do Grêmio foi a “Zero Hora''. A informação foi confirmada pelo presidente gremista Romildo Bolzan Jr. “Estava pessimista e fiquei otimista em relação ao negócio nesta tarde'', disse ele, nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro.
Segundo ele, os contratos já estão redigidos. Mas ainda podem surgir empecilhos judiciais de credores da OAS. Os passivos da construtora, que está em recuperação judicial, são a maior ameaça para a concretização do negócio.
Pelo modelo aceito pela OAS, o Grêmio estima pagar a arena até 2028. É um prazo ousado visto que, incialmente, a previsão era um financiamento de 20 anos. Para isso, Bolzan conta com um incremento da renda com sócios com vendas de partes do estádio.
“Temos uma renda de R$ 4 milhões por mês com sócios hoje. Entendemos que podemos chegar a R$ 7 milhões. Para isso, venderíamos todos os assentos aos sócios. Nem lidaríamos mais com bilheteria. Vamos apenas controlar entrada e saída de quem já é dono do lugar'', contou o dirigente.
Com isso, a diretoria gremista entende que seria possível cobrir com folga a mensalidade de R$ 2 milhões que pretende pagar para a OAS pelo estádio. Esse valor é superior ao R$ 1,5 milhão que o clube paga hoje em dia apenas para os sócios usufruírem de lugares na arena. Com essa fórmula, portanto, o clube teria R$ 2,5 milhões a mais por mês em caixa.
“Acreditamos que terá um valor muito forte para o sócio ser dono do estádio'', analisou Bolzan. Segundo o dirigente, o clube cuidaria sozinho da gestão da arena, de uma forma profissional.
A solução para a arena é essencial para viabilizar o caixa do Grêmio que tem acumulado déficits, e teve queda de receita. Em 2015, o rombo foi de 37,6 milhões com uma renda de R$ 190 milhões, inferior ao ano anterior. O novo contrato de tv do Brasileiro com a Globo que equilibrou as finanças. De qualquer forma, a negociação da arena já teve diversas lindas e vindas, e promessas de que estava quase concluída. E até agora não desemperrou. Essa é mais uma chance.
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Segundo ele, os contratos já estão redigidos. Mas ainda podem surgir empecilhos judiciais de credores da OAS. Os passivos da construtora, que está em recuperação judicial, são a maior ameaça para a concretização do negócio.
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“Temos uma renda de R$ 4 milhões por mês com sócios hoje. Entendemos que podemos chegar a R$ 7 milhões. Para isso, venderíamos todos os assentos aos sócios. Nem lidaríamos mais com bilheteria. Vamos apenas controlar entrada e saída de quem já é dono do lugar'', contou o dirigente.
Com isso, a diretoria gremista entende que seria possível cobrir com folga a mensalidade de R$ 2 milhões que pretende pagar para a OAS pelo estádio. Esse valor é superior ao R$ 1,5 milhão que o clube paga hoje em dia apenas para os sócios usufruírem de lugares na arena. Com essa fórmula, portanto, o clube teria R$ 2,5 milhões a mais por mês em caixa.
“Acreditamos que terá um valor muito forte para o sócio ser dono do estádio'', analisou Bolzan. Segundo o dirigente, o clube cuidaria sozinho da gestão da arena, de uma forma profissional.
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