Foto: Divulgação Grêmio FBPA
Na véspera do jogo do Grêmio pela terceira rodada do Brasileirão 2016 pensei, e muito, sobre o confronto com o Atlético-MG no ano passado na casa do adversário. Naquela quinta-feira, 13 de agosto de 2015, eu estava no primeiro dia das minhas férias e aguardei ansiosamente a partida contra o Galo que ocorreria à noite. A exemplo de uma legião de gremistas, ainda estava de certa forma sob o efeito da animação pela vitória incrível por 5 a 0 sobre o Inter no domingo anterior, mas tinha consciência da dificuldade que nosso time encontraria no Mineirão cheio de torcedores dispostos a apoiar um forte candidato ao título nacional.
Já perdi as contas de quantas vezes assisti aos dois gols marcados pelo Grêmio naquela noite em Belo Horizonte. Arrisco dizer que decorei o desenho que se formou a partir da troca de passes que culminou no gol de Douglas. Uns chamaram de aula de contra-ataque, outros definiram como exemplo de organização e posicionamento tático. Seja como for, a alegria do primeiro (e lindo) gol se fez plena quando vi o mesmo Douglas lançar uma bola incrível para Giuliano avançar e, sabiamente, tocar para Luan definir o placar do jogo. Mesmo com a pressão imposta pelos donos da casa na sequência da partida, a defesa gremista segurou as pontas e voltou para Porto Alegre com um ótimo resultado conquistado através do chamado “jogo perfeito”. Se muitos consideraram o jogo como perfeito, para mim ele se tornou o favorito.
No decorrer do próprio Brasileirão do ano passado e nas outras disputas que o Grêmio encarou na transição das temporadas de 2015 e 2016, muito se comparou as atuações da equipe com o desempenho daquela noite em Minas Gerais. Ao lembrar essa partida antes do confronto com o Atlético-MG, dessa vez no Estádio Independência, não estava totalmente confiante com uma vitória Tricolor. Ao ler que os anfitriões não poderiam contar com nomes importantes como Cazares, Lucas Pratto, Robinho e Dátolo um otimismo significativo começou a dar sinal de vida. Se o Galo tinha na partida a estreia do técnico Marcelo Oliveira, nós tínhamos nosso técnico Roger Machado que completava 1 ano no comando do time.
E parece que os jogadores do Tricolor entraram em campo dispostos a presentear seu comandante na data comemorativa. Porém, além do treinador, presentearam a torcida gremista com um primeiro tempo para não esquecermos. A inusitada necessidade de fazer as 3 substituições ainda na primeira etapa por motivo de lesão não foi algo que impedisse o time de fazer seu primeiro tempo perfeito. Pelo contrário, as reposições ajudaram o Grêmio a marcar os 3 gols que surpreenderam a todos que estavam no tão temido Horto. Se o segundo gol gremista foi motivo de contestação por ter sua origem em uma falta, nosso quarto gol foi anulado erroneamente.
O time estava encaixado, os setores de transição se entenderam quando foi necessário. Os gols marcados através das roubadas de bola ainda no campo adversário demonstram muito bem isso. Ficou muito claro que o time do Atlético parecia não se entender em campo e não conseguiu impor uma pressão a ponto de, em algum momento, comprometer o resultado gremista. Mas o fato do time gaúcho saber aproveitar a situação de forma inteligente valoriza ainda mais o feito em território mineiro.
Que o Grêmio precisava, e muito, iniciar bem no Campeonato Brasileiro após as eliminações do primeiro semestre todos sabiam. Mas o que nem o gremista mais confiante poderia imaginar é que chegaríamos ao final da terceira rodada com pontuação de líder e como a única equipe a não levar gols. A cada partida, parece estar cada vez mais evidente que a equipe está unida e convicta na busca por bons resultados, mesmo em meio às mais diversas polêmicas da semana. Graças a tudo isso, o meu jogo favorito com Roger no comando mudou. Mas só na data e no placar, porque o adversário, a apresentação e o desempenho gremista ainda são os mesmos.
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No decorrer do próprio Brasileirão do ano passado e nas outras disputas que o Grêmio encarou na transição das temporadas de 2015 e 2016, muito se comparou as atuações da equipe com o desempenho daquela noite em Minas Gerais. Ao lembrar essa partida antes do confronto com o Atlético-MG, dessa vez no Estádio Independência, não estava totalmente confiante com uma vitória Tricolor. Ao ler que os anfitriões não poderiam contar com nomes importantes como Cazares, Lucas Pratto, Robinho e Dátolo um otimismo significativo começou a dar sinal de vida. Se o Galo tinha na partida a estreia do técnico Marcelo Oliveira, nós tínhamos nosso técnico Roger Machado que completava 1 ano no comando do time.
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O time estava encaixado, os setores de transição se entenderam quando foi necessário. Os gols marcados através das roubadas de bola ainda no campo adversário demonstram muito bem isso. Ficou muito claro que o time do Atlético parecia não se entender em campo e não conseguiu impor uma pressão a ponto de, em algum momento, comprometer o resultado gremista. Mas o fato do time gaúcho saber aproveitar a situação de forma inteligente valoriza ainda mais o feito em território mineiro.
Que o Grêmio precisava, e muito, iniciar bem no Campeonato Brasileiro após as eliminações do primeiro semestre todos sabiam. Mas o que nem o gremista mais confiante poderia imaginar é que chegaríamos ao final da terceira rodada com pontuação de líder e como a única equipe a não levar gols. A cada partida, parece estar cada vez mais evidente que a equipe está unida e convicta na busca por bons resultados, mesmo em meio às mais diversas polêmicas da semana. Graças a tudo isso, o meu jogo favorito com Roger no comando mudou. Mas só na data e no placar, porque o adversário, a apresentação e o desempenho gremista ainda são os mesmos.
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