Foto: Thomas Santos / AGIF,Lancepress!
Roger Machado comemorou com uma goleada por 3 a 0 contra o Atlético-MG, na Arena Independência, seu primeiro aniversário como treinador do Grêmio. Com sobra de organização tática e eficiência ofensiva, o time jogou como se estivesse em casa, se impôs com naturalidade e saltou para a segunda posição do Brasileirão — só é superado no saldo de gols pelo Santa Cruz. A atuação lembrou a de 2015, no Mineirão, apontada como uma das mais perfeitas do time no campeonato.
Com 10 desfalques, sete deles jogadores titulares, o Atlético-MG desmoronou frente ao Grêmio. Mas não se pense que o time de Roger Machado também não precisou superar os próprios obstáculos. Somente na primeira etapa, três jogadores precisaram ser substituídos por lesão. A repetição de um fato ocorrido em 1999, em jogo contra o Avenida, pelo Gauchão. Fred e Marcelo Oliveira saíram por lesão muscular, enquanto Henrique Almeida deixou o gramado com torção no tornozelo direito.
O Atlético-MG bem que tentou imprimir uma marcação avançada nos primeiros minutos. Só que teve pela frente um Grêmio tão orga nizado quanto o de seus melhores momentos no ano passado. Poderia ter aberto o marcador já a oito minutos, quando Giuliano, na frente de Victor, praticamente recuou para o goleiro. Ou a nove minutos, em uma inusitada situação criada por Luan. Depois de receber passe de Marcelo Oliveira, seu chute atingiu as duas traves e não entrou. O Atlético-MG só perturbou a 12 minutos, quando, com a defesa fora do lugar, Edcarlos, sozinho, cabeceou torto.
A goleada começou a 17 minutos. E foi fruto de uma envolvente troca de passes. Participaram Walace, Douglas, Giuliano, Henrique Almeida e Marcelo Oliveira, que concluiu rasteiro e fez 1 a 0.
A 25, começou a brilhar a estrela de Luan, que havia passado a atuar como falso centroavante com a saída de HenriqueAlmeida. Maicon, em lance em que o Atlético-MG reclamou de falta sobre Junior Urso, fez passe longo e Luan, dentro da área, concluiu no canto oposto de Victor. Abatido, o adversário só tentava as jogadas em passes longos de Edcarlos na direção da área. A 37, Luan avançou em diagonal, driblou dois marcadores e chutou sobre Carlos César. Everton teve um gol anulado a 41 minutos, depois de ser lançado por Maicon. Por fim, a 48 minutos, o passe preciso de Giuliano, ainda do campo do Grêmio, encontrou Luan outra vez na área. Ele gingou na frente de Edcarlos e venceu Victor outra vez.
Desesperado, o Atlético-MG via em cada investida do Grêmio na segunda etapa uma nova ameaça de gol. Como no chute de longa distância de Walace, a cinco minutos, que passou perto da trave. Em nova oportunidade, Walace, lançado por Luan, errou a conclusão na frente de Victor. Abatida, a torcida do Atlético-MG vaiava seu time e gritava olé quando o Grêmio trocava passes. No máximo, viu Grohe ser exigido em falta batida por Patric.
Um pouco mais de concentração nas finalizações teria tornado ainda mais elástica a goleada. Com a vitória garantida, o Grêmio diminuiu o ritmo, mas sem correr maiores riscos. Domingo, contra o Coritiba, poderá assumir a ponta, em caso de insucesso do Santa Cruz diante da Chapecoense. Para um time machucado por três eliminações na temporada, a arrancada no Brasileirão não poderia ser mais estimulante.
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Com 10 desfalques, sete deles jogadores titulares, o Atlético-MG desmoronou frente ao Grêmio. Mas não se pense que o time de Roger Machado também não precisou superar os próprios obstáculos. Somente na primeira etapa, três jogadores precisaram ser substituídos por lesão. A repetição de um fato ocorrido em 1999, em jogo contra o Avenida, pelo Gauchão. Fred e Marcelo Oliveira saíram por lesão muscular, enquanto Henrique Almeida deixou o gramado com torção no tornozelo direito.
O Atlético-MG bem que tentou imprimir uma marcação avançada nos primeiros minutos. Só que teve pela frente um Grêmio tão orga nizado quanto o de seus melhores momentos no ano passado. Poderia ter aberto o marcador já a oito minutos, quando Giuliano, na frente de Victor, praticamente recuou para o goleiro. Ou a nove minutos, em uma inusitada situação criada por Luan. Depois de receber passe de Marcelo Oliveira, seu chute atingiu as duas traves e não entrou. O Atlético-MG só perturbou a 12 minutos, quando, com a defesa fora do lugar, Edcarlos, sozinho, cabeceou torto.
A goleada começou a 17 minutos. E foi fruto de uma envolvente troca de passes. Participaram Walace, Douglas, Giuliano, Henrique Almeida e Marcelo Oliveira, que concluiu rasteiro e fez 1 a 0.
A 25, começou a brilhar a estrela de Luan, que havia passado a atuar como falso centroavante com a saída de HenriqueAlmeida. Maicon, em lance em que o Atlético-MG reclamou de falta sobre Junior Urso, fez passe longo e Luan, dentro da área, concluiu no canto oposto de Victor. Abatido, o adversário só tentava as jogadas em passes longos de Edcarlos na direção da área. A 37, Luan avançou em diagonal, driblou dois marcadores e chutou sobre Carlos César. Everton teve um gol anulado a 41 minutos, depois de ser lançado por Maicon. Por fim, a 48 minutos, o passe preciso de Giuliano, ainda do campo do Grêmio, encontrou Luan outra vez na área. Ele gingou na frente de Edcarlos e venceu Victor outra vez.
Desesperado, o Atlético-MG via em cada investida do Grêmio na segunda etapa uma nova ameaça de gol. Como no chute de longa distância de Walace, a cinco minutos, que passou perto da trave. Em nova oportunidade, Walace, lançado por Luan, errou a conclusão na frente de Victor. Abatida, a torcida do Atlético-MG vaiava seu time e gritava olé quando o Grêmio trocava passes. No máximo, viu Grohe ser exigido em falta batida por Patric.
Um pouco mais de concentração nas finalizações teria tornado ainda mais elástica a goleada. Com a vitória garantida, o Grêmio diminuiu o ritmo, mas sem correr maiores riscos. Domingo, contra o Coritiba, poderá assumir a ponta, em caso de insucesso do Santa Cruz diante da Chapecoense. Para um time machucado por três eliminações na temporada, a arrancada no Brasileirão não poderia ser mais estimulante.
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