Foto: Gilvan de Souza / Divulgação Flamengo / Divulgação Flamengo
O Grêmio fechou na segunda-feira com o zagueiro Wallace, ex-Flamengo.
O jogador de 28 anos tem desembarque previsto para a manhã desta terça-feira na Capital, para assinar por três anos.
O clube gaúcho pagará R$ 3,2 milhões, parcelados em 18 meses, para comprar 80% de seus direitos econômicos.
A vontade de Wallace em atuar no Grêmio foi decisiva para a conclusão do negócio.
As bases financeiras foram definidas antes do jogo de domingo, na Arena.
Uma reunião entre o presidente Romildo Bolzan e o CEO do Flamengo, Fred Luz, encaminhou as tratativas.
Ao final da manhã de segunda, com a liberação dos cariocas, o Grêmio acertou salários com o empresário do zagueiro, Guilherme Prado.
O vice de futebol Alberto Guerra se impressionou com o desejo do jogador em atuar na Arena.
— Conversei com ele depois que o Flamengo formalizou o ok.
O Wallace está com muita vontade de jogar aqui, pensa que a característica do Grêmio fecha muito com seu estilo de jogo — comenta Guerra.
Com perfil de liderança, Wallace chega para disputar com Fred o posto de parceiro de Geromel na zaga.
É improvável que o reforço tenha condições de jogo para enfrentar o Atlético-MG, quinta-feira, em Belo Horizonte.
Caso seu nome seja publicado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF até sexta, poderá ser opção para encarar o Coritiba no domingo.
O desejo do Grêmio em contratar Wallace era antigo.
Em dezembro, antes de trazer Kadu e Fred, o ex-executivo Rui Costa tentou o empréstimo do zagueiro, prontamente negado pelo Flamengo.
Depois que Alberto Guerra assumiu o futebol, outra tentativa foi recusada pelos cariocas.
Aí, o próprio Wallace resolveu intervir.
Em 13 de maio, o zagueiro pediu a liberação ao técnico Muricy Ramalho, que insistia em sua permanência.
Foi franco com o treinador, ao dizer que não aguentava mais as críticas.
Seu filho Lucas, 10 anos, sofria constrangimentos na escola.
Até por isso, o zagueiro não queria mais seguir no Rio.
O Grêmio ofereceu uma troca pelo atacante Fernandinho, negada pelo clube carioca.
O acerto financeiro foi a solução.
— O Wallace foi escolhido como culpado pela situação da equipe.
Mas quando ele saiu do time, o Flamengo foi eliminado da Copa do Brasil.
Existia um desgaste junto aos torcedores — entende Guilherme Prado, representante do zagueiro.
Wallace viveu momentos antagônicos no Flamengo.
Os primeiros, de aprovação, foram marcados pela conquista da Copa do Brasil e por herdar a braçadeira de capitão quando Léo Moura deixou o clube.
Culto, chegou a lançar um blog, chamado "Wallace Leu", em que dava recomendações de leituras e escrevia comentários sobre as obras que já havia lido.
As primeiras críticas da torcida chegaram em 2015.
Acabou sendo apontado como o vilão pela campanha insatisfatória do Flamengo no Brasileirão.
A partir daí, nada mais servia.
Até o blog virou motivo de ironia.
A cada falha, torcedores diziam que zagueiro é para jogar, não ler livros.
— Ele sempre se expôs muito nas entrevistas, o que, talvez, o tenha prejudicado
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O jogador de 28 anos tem desembarque previsto para a manhã desta terça-feira na Capital, para assinar por três anos.
O clube gaúcho pagará R$ 3,2 milhões, parcelados em 18 meses, para comprar 80% de seus direitos econômicos.
A vontade de Wallace em atuar no Grêmio foi decisiva para a conclusão do negócio.
As bases financeiras foram definidas antes do jogo de domingo, na Arena.
Uma reunião entre o presidente Romildo Bolzan e o CEO do Flamengo, Fred Luz, encaminhou as tratativas.
Ao final da manhã de segunda, com a liberação dos cariocas, o Grêmio acertou salários com o empresário do zagueiro, Guilherme Prado.
O vice de futebol Alberto Guerra se impressionou com o desejo do jogador em atuar na Arena.
— Conversei com ele depois que o Flamengo formalizou o ok.
O Wallace está com muita vontade de jogar aqui, pensa que a característica do Grêmio fecha muito com seu estilo de jogo — comenta Guerra.
Com perfil de liderança, Wallace chega para disputar com Fred o posto de parceiro de Geromel na zaga.
É improvável que o reforço tenha condições de jogo para enfrentar o Atlético-MG, quinta-feira, em Belo Horizonte.
Caso seu nome seja publicado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF até sexta, poderá ser opção para encarar o Coritiba no domingo.
O desejo do Grêmio em contratar Wallace era antigo.
Em dezembro, antes de trazer Kadu e Fred, o ex-executivo Rui Costa tentou o empréstimo do zagueiro, prontamente negado pelo Flamengo.
Depois que Alberto Guerra assumiu o futebol, outra tentativa foi recusada pelos cariocas.
Aí, o próprio Wallace resolveu intervir.
Em 13 de maio, o zagueiro pediu a liberação ao técnico Muricy Ramalho, que insistia em sua permanência.
Foi franco com o treinador, ao dizer que não aguentava mais as críticas.
Seu filho Lucas, 10 anos, sofria constrangimentos na escola.
Até por isso, o zagueiro não queria mais seguir no Rio.
O Grêmio ofereceu uma troca pelo atacante Fernandinho, negada pelo clube carioca.
O acerto financeiro foi a solução.
— O Wallace foi escolhido como culpado pela situação da equipe.
Mas quando ele saiu do time, o Flamengo foi eliminado da Copa do Brasil.
Existia um desgaste junto aos torcedores — entende Guilherme Prado, representante do zagueiro.
Wallace viveu momentos antagônicos no Flamengo.
Os primeiros, de aprovação, foram marcados pela conquista da Copa do Brasil e por herdar a braçadeira de capitão quando Léo Moura deixou o clube.
Culto, chegou a lançar um blog, chamado "Wallace Leu", em que dava recomendações de leituras e escrevia comentários sobre as obras que já havia lido.
As primeiras críticas da torcida chegaram em 2015.
Acabou sendo apontado como o vilão pela campanha insatisfatória do Flamengo no Brasileirão.
A partir daí, nada mais servia.
Até o blog virou motivo de ironia.
A cada falha, torcedores diziam que zagueiro é para jogar, não ler livros.
— Ele sempre se expôs muito nas entrevistas, o que, talvez, o tenha prejudicado
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