O Brasileiro-2016 tem uma realidade bem mais pobre e mais desigual do que o campeonato mais rico do mundo, a Premier League.
Os clubes da Série A do Nacional ganham apenas 20% da receita do que os times ingleses.
E a diferença de quem mais arrecada para os mais pobre é muito superior por aqui.
Para chegar a essa conclusão, o blog comparou números do estudo do analista Amir Somoggi para os times brasileiros com os divulgados pela consultoria Deloitte feitos com os ingleses.
Em 2015, com um aumento de receita, os 20 clubes brasileiros da Primeira Divisão arrecadaram R$ 3,4 bilhões.
Houve um salto graças aos incrementos com vendas de jogadores, e com certas luvas do novo contrato de televisão.
No período de 2014-2015, último disponível, os times ingleses ganharam £ 3,4 bilhões, isto é, R$ 17,4 bilhões.
Ainda não havia o impacto do novo contrato de televisão que vai gerar R$ 8 bilhões por ano, o mais lucrativo em todas as ligas nacionais.
Claro que o câmbio explica uma boa parte da diferença entre o Brasileiro e a Premier League.
Mas a gestão do campeonato por meio de uma liga, e não pela federação nacional, é outra explicação para o campeonato gerar contratos consideravelmente maiores do que os brasileiros.
E, com isso, chega-se ao segundo ponto. Por não haver uma liga, o Brasileiro tem uma divisão de receitas bem mais desigual do que a inglesa.
O Cruzeiro, clube que mais arrecadou com R$ 364 milhões, ganhou 24 vezes o valor ganho pelo Santa Cruz em 2015.
Na temporada 2013-2014 na Inglaterra, última com todos os dados disponíveis clube a clube, o Manchester United, o mais rico, teve cinco vezes a receita do Cardiff.
Um total de £ 433 milhões contra £ 83 milhões.
Obviamente, isso torna bem mais difícil que ocorra no Brasil um caso como o do Leicester, um dos mais pobres da liga inglesa, que ganhou a Premier Legue.
A comparação entre o Brasileiro e a liga inglesa tem como objetivo mostrar a enorme disparidade do país para a elite mundial.
É preciso reconhecer que o Brasil é um país mais pobre que a Inglaterra considerada sua renda per capita.
Mas, levando-se em conta o PIB (Produto Interno Bruto), a diferença não é tão grande.
Segundo a lista do FMI (Fundo Monetário Internacional) de 2015, a economia do país atingiu US$ 1,772 trilhão, enquanto o Reino Unido ficou com US$ 2,8 bilhões. Ou seja, no futebol, a distância é bem maior.
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Em 2015, com um aumento de receita, os 20 clubes brasileiros da Primeira Divisão arrecadaram R$ 3,4 bilhões.
Houve um salto graças aos incrementos com vendas de jogadores, e com certas luvas do novo contrato de televisão.
No período de 2014-2015, último disponível, os times ingleses ganharam £ 3,4 bilhões, isto é, R$ 17,4 bilhões.
Ainda não havia o impacto do novo contrato de televisão que vai gerar R$ 8 bilhões por ano, o mais lucrativo em todas as ligas nacionais.
Claro que o câmbio explica uma boa parte da diferença entre o Brasileiro e a Premier League.
Mas a gestão do campeonato por meio de uma liga, e não pela federação nacional, é outra explicação para o campeonato gerar contratos consideravelmente maiores do que os brasileiros.
E, com isso, chega-se ao segundo ponto. Por não haver uma liga, o Brasileiro tem uma divisão de receitas bem mais desigual do que a inglesa.
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Um total de £ 433 milhões contra £ 83 milhões.
Obviamente, isso torna bem mais difícil que ocorra no Brasil um caso como o do Leicester, um dos mais pobres da liga inglesa, que ganhou a Premier Legue.
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É preciso reconhecer que o Brasil é um país mais pobre que a Inglaterra considerada sua renda per capita.
Mas, levando-se em conta o PIB (Produto Interno Bruto), a diferença não é tão grande.
Segundo a lista do FMI (Fundo Monetário Internacional) de 2015, a economia do país atingiu US$ 1,772 trilhão, enquanto o Reino Unido ficou com US$ 2,8 bilhões. Ou seja, no futebol, a distância é bem maior.
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