Giuliano foi contratado pelo Grêmio há quase dois anos.
E não conseguiu, ainda, ser protagonista do time.
Em uma temporada regular, o meia carrega, no início do Brasileiro, a esperança da direção e da comissão técnica.
A ideia é que ele possa assumir o principal posto no time e justificar o investimento alto em sua contratação.
Giuliano custou 6 milhões de euros (quase R$ 24 milhões pela cotação atual).
O dinheiro não saiu do cofre gremista, mas sim de um investidor.
Mas de qualquer forma a conta precisa ser paga e em algum momento o custo será do Tricolor.
Além disso, o armador tem um dos salários mais altos do elenco, firmados antes da redução de gastos e bem acima do teto atual que chega perto dos R$ 200 mil.
Logo em seu primeiro ano, o jogador sofreu com problemas no púbis.
Jogou com dor, acabou não conseguindo os melhores movimentos e foi operado no início de 2015.
No ano passado teve poucas lesões e acabou jogando regularmente e, mesmo sem ser o principal nome do time, acabou tendo participação importante no Brasileiro.
E nesse ano, novamente, as lesões atrapalharam o melhor rendimento e ele acaba sendo repetidamente poupado de treinamentos mais fortes.
"Estou contente de ter voltado a treinar com a equipe.
Não deixei de treinar neste tempo todo. Mas fiz treinos e fisioterapia para me recuperar.
Estou me sentindo bem e 100%", disse o jogador em entrevista coletiva.
Mesmo que não tenha figurado nunca entre as decepções do time ou mesmo sofra ameaça de perder lugar no time, Giuliano ainda não conseguiu ser o que a direção do Grêmio esperava em sua contratação.
Melhor da Libertadores de 2010 e com bagagem de Europa, além de passagem pela seleção brasileira, o jogador deveria comandar as ações do meio-campo gremista.
O protagonismo de Giuliano também pode ser tático. Sem Douglas - que deve perder lugar no time - o jogador terá mais liberdade para criar jogadas e atuar onde se sente melhor.
Mesmo que goste das responsabilidades defensivas e estude, até, se tornar volante com o passar do tempo.
Aos 25 anos, o jogador chegou ao Brasil de volta em 2014 afirmando que pretende retornar à seleção brasileira, além de conquistar títulos pelo Grêmio.
Tudo pode passar pela próxima competição, o nacional, que começa já neste domingo.
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E não conseguiu, ainda, ser protagonista do time.
Em uma temporada regular, o meia carrega, no início do Brasileiro, a esperança da direção e da comissão técnica.
A ideia é que ele possa assumir o principal posto no time e justificar o investimento alto em sua contratação.
Giuliano custou 6 milhões de euros (quase R$ 24 milhões pela cotação atual).
O dinheiro não saiu do cofre gremista, mas sim de um investidor.
Mas de qualquer forma a conta precisa ser paga e em algum momento o custo será do Tricolor.
Além disso, o armador tem um dos salários mais altos do elenco, firmados antes da redução de gastos e bem acima do teto atual que chega perto dos R$ 200 mil.
Logo em seu primeiro ano, o jogador sofreu com problemas no púbis.
Jogou com dor, acabou não conseguindo os melhores movimentos e foi operado no início de 2015.
No ano passado teve poucas lesões e acabou jogando regularmente e, mesmo sem ser o principal nome do time, acabou tendo participação importante no Brasileiro.
E nesse ano, novamente, as lesões atrapalharam o melhor rendimento e ele acaba sendo repetidamente poupado de treinamentos mais fortes.
"Estou contente de ter voltado a treinar com a equipe.
Não deixei de treinar neste tempo todo. Mas fiz treinos e fisioterapia para me recuperar.
Estou me sentindo bem e 100%", disse o jogador em entrevista coletiva.
Mesmo que não tenha figurado nunca entre as decepções do time ou mesmo sofra ameaça de perder lugar no time, Giuliano ainda não conseguiu ser o que a direção do Grêmio esperava em sua contratação.
Melhor da Libertadores de 2010 e com bagagem de Europa, além de passagem pela seleção brasileira, o jogador deveria comandar as ações do meio-campo gremista.
O protagonismo de Giuliano também pode ser tático. Sem Douglas - que deve perder lugar no time - o jogador terá mais liberdade para criar jogadas e atuar onde se sente melhor.
Mesmo que goste das responsabilidades defensivas e estude, até, se tornar volante com o passar do tempo.
Aos 25 anos, o jogador chegou ao Brasil de volta em 2014 afirmando que pretende retornar à seleção brasileira, além de conquistar títulos pelo Grêmio.
Tudo pode passar pela próxima competição, o nacional, que começa já neste domingo.
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