Um clube de futebol, no decorrer de uma temporada, usa as contratações como forma de resolver problemas identificados no seu elenco, seja para reforçar um setor ou substituir algum jogador que não venha rendendo o esperado, ou até mesmo que tenha sido negociado.
No Grêmio, atualmente, o principal problema identificado é a fragilidade defensiva, justamente o que serviu de base para boas campanhas em 2014, quando teve a melhor defesa do brasileirão, e 2015, quando desceu uma posição no ranking, ficando atrás somente do campeão Corinthians.
Contratar zagueiros e laterais se tornou prioridade para a direção. A queda de desempenho de Marcelo Oliveira, além da frustração com os reforços Kadu (que nem se quer permaneceu), Fred e Wallace Oliveira fez com que acendesse um alerta: novos atletas precisam ser contratados. Essa era a solução, contratar. E essa solução ganhou caráter de urgência após as eliminações no Gauchão e na Libertadores, além das demissões de Rui Costa e Cesar Pacheco.
Contudo, ter urgência nas contratações é perigoso para um clube. Na pressa para apresentar algum reforço, é possível que processos sejam atropelados e firmem contrato com um jogador que, se fosse analisado friamente, nem se quer teria sido contratado. Já vimos isso acontecer em outras oportunidades, com diversos jogadores que depois o Grêmio penou em "se livrar", pois com o passar do tempo mostraram que não eram a solução esperada, e aumentaram a lista dos dispensáveis.
Nessas horas, queria saber se tanto investimento em tecnologia feito pelo Grêmio, com sistema SAP e mais algumas ferramentas, vai se justificar ao criar o banco de dados sobre atletas no mundo todo, ou se a busca por reforços continua sendo um jogo entre dirigentes e empresários.
O primeiro já foi anunciado, e se trata de um velho conhecido. Edilson já chegou aqui como solução para a lateral direita, e já foi embora principalmente após não se acertar com Vanderlei Luxemburgo (esse é mestre em deixar "heranças" aos clubes que comanda). Espero, de verdade, que tenha retornado por uma análise muito bem feita de que pode acrescentar ao elenco gremista, tendo qualidades que podem se encaixar as características de jogo montadas pela comissão técnica, e que não tenha sido somente mais um "negócio de ocasião", como chamam, quando atletas são oferecidos aos clubes e estes decidem os contratar.
Já não há mais tempo para "contratar por contratar", mesmo quando é necessário corrigir outras contratações que deram errado no começo do ano. Vamos esperar para ver quais serão os próximos reforços a serem anunciados, e desde já torcer para que eles, assim como o Edilson, possam corresponder as expectativas que qualquer novo jogador traz na bagagem.
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Contratar zagueiros e laterais se tornou prioridade para a direção. A queda de desempenho de Marcelo Oliveira, além da frustração com os reforços Kadu (que nem se quer permaneceu), Fred e Wallace Oliveira fez com que acendesse um alerta: novos atletas precisam ser contratados. Essa era a solução, contratar. E essa solução ganhou caráter de urgência após as eliminações no Gauchão e na Libertadores, além das demissões de Rui Costa e Cesar Pacheco.
Contudo, ter urgência nas contratações é perigoso para um clube. Na pressa para apresentar algum reforço, é possível que processos sejam atropelados e firmem contrato com um jogador que, se fosse analisado friamente, nem se quer teria sido contratado. Já vimos isso acontecer em outras oportunidades, com diversos jogadores que depois o Grêmio penou em "se livrar", pois com o passar do tempo mostraram que não eram a solução esperada, e aumentaram a lista dos dispensáveis.
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Já não há mais tempo para "contratar por contratar", mesmo quando é necessário corrigir outras contratações que deram errado no começo do ano. Vamos esperar para ver quais serão os próximos reforços a serem anunciados, e desde já torcer para que eles, assim como o Edilson, possam corresponder as expectativas que qualquer novo jogador traz na bagagem.
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