O jogo entre São Paulo e Atlético-MG, na última quarta, pela Libertadores, teve muitos lances ríspidos e 10 cartões amarelos. Essa foi a partida com o maior número de advertências no torneio até agora, empatado com Grêmio x Rosario Central-ARG.
Não é concidência, aliás, que os dois jogos com mais cartões de toda a Libertadores tenham equipes brasileiras envolvidas. Segundo números do Footstas, o Brasil é o líder de infrações na competição, superando a fama "catimbeira" de argentinos e uruguaios.
Os clubes brasileiros fazem, em média, 17,1 faltas por partida, ficando na liderança absoluta do ranking, à frente de Colômbia e Argentina (ambos com 16,1 faltas/jogo), que completam o pódio.
Isso se deve principalmente ao Palmeiras, que é o líder em faltas entre os times brasileiros (média de 19,7 por partida) e 3º no ranking geral da Libertadores, ficando atrás somente de Cesar Vallejo-PER (22 faltas/jogo) e Deportivo Cali-COL (21,3 faltas/jogo).
Grêmio (19,4 faltas/jogo) e Atlético-MG (17,1 faltas/jogo) também contribuem para a posição do Brasil no ranking, enquanto o São Paulo pega um pouco mais leve: 16,6 faltas/jogo.
O único clube brasileiro que fica abaixo da média de faltas da Libertadores (15 por duelo) é Corinthians, que fez 13,9 faltas/partida durante sua participação no torneio.
Nos cartões, porém, nenhum time do Brasil se salva. Apesar de baterem pouco, São Paulo e Corinthians têm a maior média de vermelhos entre os brasileiros (0,4 por jogo), o que lhes confere a 2ª maior média do torneio, atrás só do Caracas-VEN.
Já nos amarelos, destaques negativos para Palmeiras e Atlético-MG, que levam 3 por duelo, na 6ª maior média da Libertadores, atrás de Nacional-URU, Emelec-EQU, Universidad de Chile, Guaraní-PAR e Deportivo Cali-COL.
O São Paulo, aliás, é o clube que mais recebeu cartões amarelos em toda a competição sul-americana (32), até porque teve duas partidas a mais que outros times, por ter entrado na pré-Libertadores. Atlético-MG e Grêmio também aparecem no topo do ranking de amarelos: 27 para os mineiros (3º da lista) e 22 para os gaúchos (4º).
A fama de violento dos uruguaios, por sua vez, não é tão justificável assim. Os clubes do país fazem média de 15,6 faltas/jogo, o que os coloca na 4ª posição da lista.
Já os mais "cordeirinhos" são os mexicanos, com média de apenas 11,5 faltas/partida. Bolivianos e venezuelanos também aliviam nas pancadas, fazendo somente 12,3.
Veja o ranking dos países mais faltosos da Libertadores:
11º. México: 11,5 faltas/jogo
10º. Bolívia: 12,3 faltas/jogo
10º. Venezuela: 12,3 faltas/jogo
08º. Paraguai: 13,8 faltas/jogo
07º. Chile: 13,9 faltas/jogo
06º. Equador: 14,0 faltas/jogo
05º. Peru: 15,3 faltas/jogo
04º. Uruguai: 15,6 faltas/jogo
03º. Argentina: 16,1 faltas/jogo
03º. Colômbia: 16,1 faltas/jogo
01º. Brasil: 17,1 faltas/jogo
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Não é concidência, aliás, que os dois jogos com mais cartões de toda a Libertadores tenham equipes brasileiras envolvidas. Segundo números do Footstas, o Brasil é o líder de infrações na competição, superando a fama "catimbeira" de argentinos e uruguaios.
Os clubes brasileiros fazem, em média, 17,1 faltas por partida, ficando na liderança absoluta do ranking, à frente de Colômbia e Argentina (ambos com 16,1 faltas/jogo), que completam o pódio.
Isso se deve principalmente ao Palmeiras, que é o líder em faltas entre os times brasileiros (média de 19,7 por partida) e 3º no ranking geral da Libertadores, ficando atrás somente de Cesar Vallejo-PER (22 faltas/jogo) e Deportivo Cali-COL (21,3 faltas/jogo).
Grêmio (19,4 faltas/jogo) e Atlético-MG (17,1 faltas/jogo) também contribuem para a posição do Brasil no ranking, enquanto o São Paulo pega um pouco mais leve: 16,6 faltas/jogo.
O único clube brasileiro que fica abaixo da média de faltas da Libertadores (15 por duelo) é Corinthians, que fez 13,9 faltas/partida durante sua participação no torneio.
Nos cartões, porém, nenhum time do Brasil se salva. Apesar de baterem pouco, São Paulo e Corinthians têm a maior média de vermelhos entre os brasileiros (0,4 por jogo), o que lhes confere a 2ª maior média do torneio, atrás só do Caracas-VEN.
Já nos amarelos, destaques negativos para Palmeiras e Atlético-MG, que levam 3 por duelo, na 6ª maior média da Libertadores, atrás de Nacional-URU, Emelec-EQU, Universidad de Chile, Guaraní-PAR e Deportivo Cali-COL.
O São Paulo, aliás, é o clube que mais recebeu cartões amarelos em toda a competição sul-americana (32), até porque teve duas partidas a mais que outros times, por ter entrado na pré-Libertadores. Atlético-MG e Grêmio também aparecem no topo do ranking de amarelos: 27 para os mineiros (3º da lista) e 22 para os gaúchos (4º).
A fama de violento dos uruguaios, por sua vez, não é tão justificável assim. Os clubes do país fazem média de 15,6 faltas/jogo, o que os coloca na 4ª posição da lista.
Já os mais "cordeirinhos" são os mexicanos, com média de apenas 11,5 faltas/partida. Bolivianos e venezuelanos também aliviam nas pancadas, fazendo somente 12,3.
Veja o ranking dos países mais faltosos da Libertadores:
11º. México: 11,5 faltas/jogo
10º. Bolívia: 12,3 faltas/jogo
10º. Venezuela: 12,3 faltas/jogo
08º. Paraguai: 13,8 faltas/jogo
07º. Chile: 13,9 faltas/jogo
06º. Equador: 14,0 faltas/jogo
05º. Peru: 15,3 faltas/jogo
04º. Uruguai: 15,6 faltas/jogo
03º. Argentina: 16,1 faltas/jogo
03º. Colômbia: 16,1 faltas/jogo
01º. Brasil: 17,1 faltas/jogo
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