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O novo vice de futebol do Grêmio é um advogado que já rodou o mundo. Na segunda-feira à tarde, Alberto Guerra circulou pelo CT Luiz Carvalho, ao lado do ex-vice César Pacheco, em uma espécie de passagem de bastão e conheceu os jogadores no vestiário. Hoje, será apresentado oficialmente pelo presidente Romildo Bolzan Júnior.
Após deixar o cargo de diretor na gestão Duda Kroeff, ao final de 2010, Guerra passou a se dedicar integralmente a seu escritório de advocacia, especializado em marcas e patentes. E também à Associação Leopoldina Juvenil, na Capital, onde é vice-presidente social desde o início do ano passado.
Foi lá, na sede do bairro Moinhos de Vento, entre uma partida de futsal e outra, que Guerra fortaleceu a amizade com Alexandre Rolim, que será um de seus diretores no futebol do Grêmio - o outro será Antônio Dutra Júnior.
Com formação em publicidade, Rolim é pós-graduado em Administração e já trabalhou com marketing na empresa Poker, especializada em artigos esportivos. A afinidade entre os dois cresceu também pela paixão pelo Grêmio. Torcedores fanáticos, Guerra e Rolim frequentaram o Olímpico e a Arena lado a lado em diversos jogos do clube.
Isto quando Guerra não estava envolvido em suas viagens a trabalho pelo escritório. Afinal, passou boa parte dos últimos cinco anos em aeroportos, deslocando-se para atender clientes nos Estados Unidos, Coreia do Sul, China, Tailândia e no Vietnã.
Este foi o principal motivo pelo qual recusou o convite de Romildo Bolzan para assumir o futebol no ano passado. Embora acalentasse o desejo de retornar ao clube após a passagem vitoriosa em 2010, quando bancou a contratação de Renato como técnico e garantiu vaga na Libertadores, sua carreira era prioridade. A família também, já que sua mulher Daniela não apoiava sua volta ao Grêmio naquele momento.
Um ano depois, muito mudou. Com suas questões profissionais e familiares equacionadas, decidiu aceitar na tarde de domingo o novo convite de Bolzan. E também alimentar o desejo de ocupar a cadeira de presidente no futuro, o que nunca escondeu de amigos próximos.
Este círculo é frequentado por Duda Kroeff. O ex-presidente que lhe abriu as portas do vestiário há quase seis anos atrás virou uma espécie de mentor, com quem almoça ao menos uma vez por mês.
— Ele é um gremista fanático, tem amor ao clube. Vai se dedicar de corpo e alma — diz Kroeff.
Outro confidente é Raul Régis de Freitas Lima, ex-presidente do Conselho Deliberativo, conhecido como "Dr. Gre-Nal" pelas vitórias nos clássicos na década de 1980.
— O Guerra tem todas as condições para exercer este cargo. Já mostrou isso na gestão do Duda. Temos de nos orgulhar de ter uma pessoa com o currículo dele no futebol. É um dos grandes amigos que fiz no Grêmio — comenta Raul Régis.
Na Arena, Guerra enfrentará o desafio de reerguer um vestiário combalido por três eliminações. Suas primeiras medidas serão a busca por três reforços para a defesa e também a nomeação do novo executivo de futebol. Um bom desempenho nas cinco primeiras rodadas do Brasileirão, contra Corinthians, Flamengo, Atlético-MG, Coritiba e Palmeiras, é seu objetivo imediato.
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Após deixar o cargo de diretor na gestão Duda Kroeff, ao final de 2010, Guerra passou a se dedicar integralmente a seu escritório de advocacia, especializado em marcas e patentes. E também à Associação Leopoldina Juvenil, na Capital, onde é vice-presidente social desde o início do ano passado.
Foi lá, na sede do bairro Moinhos de Vento, entre uma partida de futsal e outra, que Guerra fortaleceu a amizade com Alexandre Rolim, que será um de seus diretores no futebol do Grêmio - o outro será Antônio Dutra Júnior.
Com formação em publicidade, Rolim é pós-graduado em Administração e já trabalhou com marketing na empresa Poker, especializada em artigos esportivos. A afinidade entre os dois cresceu também pela paixão pelo Grêmio. Torcedores fanáticos, Guerra e Rolim frequentaram o Olímpico e a Arena lado a lado em diversos jogos do clube.
Isto quando Guerra não estava envolvido em suas viagens a trabalho pelo escritório. Afinal, passou boa parte dos últimos cinco anos em aeroportos, deslocando-se para atender clientes nos Estados Unidos, Coreia do Sul, China, Tailândia e no Vietnã.
Este foi o principal motivo pelo qual recusou o convite de Romildo Bolzan para assumir o futebol no ano passado. Embora acalentasse o desejo de retornar ao clube após a passagem vitoriosa em 2010, quando bancou a contratação de Renato como técnico e garantiu vaga na Libertadores, sua carreira era prioridade. A família também, já que sua mulher Daniela não apoiava sua volta ao Grêmio naquele momento.
Um ano depois, muito mudou. Com suas questões profissionais e familiares equacionadas, decidiu aceitar na tarde de domingo o novo convite de Bolzan. E também alimentar o desejo de ocupar a cadeira de presidente no futuro, o que nunca escondeu de amigos próximos.
Este círculo é frequentado por Duda Kroeff. O ex-presidente que lhe abriu as portas do vestiário há quase seis anos atrás virou uma espécie de mentor, com quem almoça ao menos uma vez por mês.
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Outro confidente é Raul Régis de Freitas Lima, ex-presidente do Conselho Deliberativo, conhecido como "Dr. Gre-Nal" pelas vitórias nos clássicos na década de 1980.
— O Guerra tem todas as condições para exercer este cargo. Já mostrou isso na gestão do Duda. Temos de nos orgulhar de ter uma pessoa com o currículo dele no futebol. É um dos grandes amigos que fiz no Grêmio — comenta Raul Régis.
Na Arena, Guerra enfrentará o desafio de reerguer um vestiário combalido por três eliminações. Suas primeiras medidas serão a busca por três reforços para a defesa e também a nomeação do novo executivo de futebol. Um bom desempenho nas cinco primeiras rodadas do Brasileirão, contra Corinthians, Flamengo, Atlético-MG, Coritiba e Palmeiras, é seu objetivo imediato.
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