Futuro vice de futebol Alberto Guerra esteve no CT e conversou com Cesar Pacheco (Foto: Tomás Hammes)
Desde a última quinta-feira, quando o Grêmio foi eliminado na Libertadores pelo Rosario Central, o clube trabalha nos bastidores para tentar minimizar o clima de pressão.
Um pacote de mudanças no organograma do clube, além de uma reunião com o elenco na manhã de segunda-feira, são medidas para tranquilizar o ambiente junto aos atletas, que ouviram protestos da torcida durante a tarde.
Alberto Guerra será o responsável por comandar o processo de reestruturação do departamento de futebol. Ele foi ciceroneado pelo seu antecessor, Cesar Pacheco, para conhecer as instalações do CT Luiz Carvalho.
Além da mudança do vice de futebol, o clube deve receber mais dois diretores: o já vice-presidente Antônio Dutra Jr. e Alexandre Rolim, nome da confiança de Guerra e pedido expresso dele para integrar a pasta. Antes, a estrutura contava diretamente com o então executivo Rui Costa e o vice de futebol Cesar Pacheco – o Conselho de Administração e o presidente Romildo Bolzan Jr. também participavam das decisões.
O Tricolor também trabalha incessantemente no mercado. A diretoria já pediu para a CBF a antecipação da janela de registro de transferências internacionais de 20 para 1º de junho, após articulações com outros clubes. A manobra tem como justificativa a entrada de recursos após acerto dos direitos de transmissão a partir de 2019.

A cúpula busca jogadores para melhorar a qualidade do setor defensivo: um zagueiro e, pelo menos, um lateral-direito estão na pauta. Os nomes de Zeballos, que esteve acertado mas não foi contratado por dificuldades no prazo, e Edenílson, da Udinese, são opções. A chegada de novas contratações é vista como essencial para melhorar o rendimento e colocar time na briga pelo Brasileirão.
Esses dois fatos são uma espécie de choque de gestão no vestiário. Além disso, a diretoria teve uma conversa com o elenco na reapresentação, na segunda-feira. O recado foi claro: as primeiros cinco rodadas são definitivas nas ambições do time no Nacional. E podem, pelo discurso, trazer mais mudanças.
– Eu imagino que a pressão no Corinthians deva ser maior do que a nossa. Atlético-MG não ganhou, Palmeiras está fora, campeão do Rio é da Série B.
Quero dizer que temos cinco rodadas extremamente complexas: Corinthians, Flamengo, Atlético-MG, Coritiba e Palmeiras. Temos por tradição ganhar dos grandes e apresentar dificuldades com clubes que não desfrutam da mesma tradição. Esses jogos dirão o tamanho do que o Grêmio quer, qual será a ambição.
Está claro.Teremos que estabelecer padrão de competitividade e apresentarmos as armas para o campeonato – disse o presidente Romildo Bolzan Jr.

Todas estas situações são para tentar corrigir os rumos e acalmar o ambiente tricolor. Ainda na movimentada segunda, 20 torcedores foram ao CT Luiz Carvalho para protestar. Antes, no desembarque em Porto Alegre, na última sexta, o mesmo já ocorrera, inclusive com uma pedrada ao ônibus do clube e chutes na lataria do veículo. Todo esse clima coloca a equipe sob pressão já para a primeira partida do Brasileirão, contra o Corinthians, no domingo, em Itaquera.
A vaga de diretor executivo deixada por Rui Costa tem o primeiro candidato: Júnior Chávare, coordenador das categorias de base. O nome do ex-meia Tcheco também foi ventilado. O novo colegiado terá nesta escolha a primeira decisão para o restante do ano. Portanto, Alberto Guerra e seus dois parceiros serão os responsáveis por escolher o funcionário a tocar adiante o projeto de futebol do Grêmio.
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Um pacote de mudanças no organograma do clube, além de uma reunião com o elenco na manhã de segunda-feira, são medidas para tranquilizar o ambiente junto aos atletas, que ouviram protestos da torcida durante a tarde.
Alberto Guerra será o responsável por comandar o processo de reestruturação do departamento de futebol. Ele foi ciceroneado pelo seu antecessor, Cesar Pacheco, para conhecer as instalações do CT Luiz Carvalho.
Além da mudança do vice de futebol, o clube deve receber mais dois diretores: o já vice-presidente Antônio Dutra Jr. e Alexandre Rolim, nome da confiança de Guerra e pedido expresso dele para integrar a pasta. Antes, a estrutura contava diretamente com o então executivo Rui Costa e o vice de futebol Cesar Pacheco – o Conselho de Administração e o presidente Romildo Bolzan Jr. também participavam das decisões.
O Tricolor também trabalha incessantemente no mercado. A diretoria já pediu para a CBF a antecipação da janela de registro de transferências internacionais de 20 para 1º de junho, após articulações com outros clubes. A manobra tem como justificativa a entrada de recursos após acerto dos direitos de transmissão a partir de 2019.

A cúpula busca jogadores para melhorar a qualidade do setor defensivo: um zagueiro e, pelo menos, um lateral-direito estão na pauta. Os nomes de Zeballos, que esteve acertado mas não foi contratado por dificuldades no prazo, e Edenílson, da Udinese, são opções. A chegada de novas contratações é vista como essencial para melhorar o rendimento e colocar time na briga pelo Brasileirão.
Esses dois fatos são uma espécie de choque de gestão no vestiário. Além disso, a diretoria teve uma conversa com o elenco na reapresentação, na segunda-feira. O recado foi claro: as primeiros cinco rodadas são definitivas nas ambições do time no Nacional. E podem, pelo discurso, trazer mais mudanças.
– Eu imagino que a pressão no Corinthians deva ser maior do que a nossa. Atlético-MG não ganhou, Palmeiras está fora, campeão do Rio é da Série B.
Quero dizer que temos cinco rodadas extremamente complexas: Corinthians, Flamengo, Atlético-MG, Coritiba e Palmeiras. Temos por tradição ganhar dos grandes e apresentar dificuldades com clubes que não desfrutam da mesma tradição. Esses jogos dirão o tamanho do que o Grêmio quer, qual será a ambição.
Está claro.Teremos que estabelecer padrão de competitividade e apresentarmos as armas para o campeonato – disse o presidente Romildo Bolzan Jr.

Todas estas situações são para tentar corrigir os rumos e acalmar o ambiente tricolor. Ainda na movimentada segunda, 20 torcedores foram ao CT Luiz Carvalho para protestar. Antes, no desembarque em Porto Alegre, na última sexta, o mesmo já ocorrera, inclusive com uma pedrada ao ônibus do clube e chutes na lataria do veículo. Todo esse clima coloca a equipe sob pressão já para a primeira partida do Brasileirão, contra o Corinthians, no domingo, em Itaquera.
A vaga de diretor executivo deixada por Rui Costa tem o primeiro candidato: Júnior Chávare, coordenador das categorias de base. O nome do ex-meia Tcheco também foi ventilado. O novo colegiado terá nesta escolha a primeira decisão para o restante do ano. Portanto, Alberto Guerra e seus dois parceiros serão os responsáveis por escolher o funcionário a tocar adiante o projeto de futebol do Grêmio.
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