Roger está no Grêmio desde maio do ano passado (Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio)
O Grêmio deu adeus ao sonho do tricampeonato da Libertadores, quinta-feira, ao perder por 3 a 0 para o Rosário, na Argentina, depois de já ter sido derrotado na Arena por 1 a 0, no jogo de ida.
Apesar da eliminação na disputa continental, o jornalista Diogo Olivier, colunista do jornal Zero Hora, não vê o técnico Roger Machado ameaçado no cargo e, inclusive, vê a permanência do técnico importante para que o clube volte a pensar em títulos - já são 15 anos sem conquistas de expressão.
- A chance de demissão é zero. Além de não ter sentido, não está no contexto do Grêmio, ele não entende que o Roger tem uma culpa tão grande assim.
Claro que ele tem sua parcela de contribuição, do ponto de vista tático e técnico ele foi vencido pelo técnico do Rosário, mas, pelo elenco que o Grêmio tem, ele acabou tirando até mais do que se imaginava.
Vamos lembrar como ele pegou o time do Felipão no ano passado, todo mundo falava até em rebaixamento no Brasileiro. Ele fez um time mediano crescer e chegar ao terceiro lugar - disse.
Na opinião do jornalista, uma troca de treinador nesse momento seria pior para o Grêmio, considerando experiências anteriores.
Tudo que o Grêmio não pode fazer neste momento é fazer mais do mesmo, o que vem fazendo há 15 anos, sem conseguir um título importante, que é mudar e começar tudo de novo.
Nesses 15 anos, o clube teve todo tipo de treinador: mais defensivo (Celso Roth), intelectual (Autuori), ofensivo (Caio Jr.), aposta, (Julinho Camargo), ídolo (Felipão), medalhão (Luxemburgo), e não ganhou.
Então, por que o Roger tem que ser mais cobrado do que os outros, se ele está fazendo um trabalho dentro de uma questão financeira problemática? Isso é o que o Grêmio não pode fazer - considerou.
O clube não conquista um grande título desde a Copa do Brasil de 2001 - em 2005, ganhou a Série B do Brasileiro.
Além disso, a equipe está sem levantar uma taça desde o Campeonato Gaúcho de 2010 e este ano está fora da decisão, após ser eliminado pelo Juventude.
A próxima partida será somente dia 15 de maio, quando estreia no Brasileiro diante do Corinthians, na Arena.
O Rosario, ao eliminar os gaúchos, terá pela frente os colombianos do Atlético Nacional nas quartas da Libertadores.
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Apesar da eliminação na disputa continental, o jornalista Diogo Olivier, colunista do jornal Zero Hora, não vê o técnico Roger Machado ameaçado no cargo e, inclusive, vê a permanência do técnico importante para que o clube volte a pensar em títulos - já são 15 anos sem conquistas de expressão.
- A chance de demissão é zero. Além de não ter sentido, não está no contexto do Grêmio, ele não entende que o Roger tem uma culpa tão grande assim.
Claro que ele tem sua parcela de contribuição, do ponto de vista tático e técnico ele foi vencido pelo técnico do Rosário, mas, pelo elenco que o Grêmio tem, ele acabou tirando até mais do que se imaginava.
Vamos lembrar como ele pegou o time do Felipão no ano passado, todo mundo falava até em rebaixamento no Brasileiro. Ele fez um time mediano crescer e chegar ao terceiro lugar - disse.
Na opinião do jornalista, uma troca de treinador nesse momento seria pior para o Grêmio, considerando experiências anteriores.
Tudo que o Grêmio não pode fazer neste momento é fazer mais do mesmo, o que vem fazendo há 15 anos, sem conseguir um título importante, que é mudar e começar tudo de novo.
Nesses 15 anos, o clube teve todo tipo de treinador: mais defensivo (Celso Roth), intelectual (Autuori), ofensivo (Caio Jr.), aposta, (Julinho Camargo), ídolo (Felipão), medalhão (Luxemburgo), e não ganhou.
Então, por que o Roger tem que ser mais cobrado do que os outros, se ele está fazendo um trabalho dentro de uma questão financeira problemática? Isso é o que o Grêmio não pode fazer - considerou.
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