Após derrota na Arena, Grêmio precisa agora vencer na Argentina | Foto: Mauro Schaefer
O Gigante de Arroyito está entre os estádios mais temidos da Argentina. Talvez perca apenas para a Bombonera em termos de pressão. O Rosario Central tem uma torcida apaixonada que certamente lotará as arquibancadas nesta quinta-feira. A força da equipe em casa é tão grande que passou 465 dias sob o comando de Eduardo Coudet sem perder nos seus domínios. Para avançar às quartas de final da Libertadores, o Grêmio precisará repetir a façanha que somente o Vélez Sarsfield conseguiu em um ano e meio.
Em 10 de abril, o adversário gremista viu cair a invencibilidade de mais de 15 meses em apenas quatro minutos. O time não tinha perdido como mandante desde a chegada de Coudet. Diante do Vélez, vencia até os últimos instantes do segundo tempo. Sofreu o empate aos 43 e levou a virada aos 47: 3 a 2.
Eram 28 jogos sem derrotas, com oito vitórias e sete empates no Campeonato Argentino de 2015, três vitórias e dois empates no atual torneio e uma vitória e dois empates na Libertadores. Nem Boca Juniors e River Plate conseguiram bater o Central em Rosario. O Palmeiras, quando foi lá no mês passado, chegou a estar duas vezes na frente, mas não conseguiu sustentar a vantagem. “O torcedor não entra em campo. Um exemplo é o nosso, que lotou a Arena e não conseguimos vencer. Sabemos que vai ter pressão, mas ela pode virar contra eles também, se fizermos um gol cedo lá”, salientou Giuliano.
Com as vitórias de Godoy Cruz e San Lorenzo no sábado, e ambos abrindo uma vantagem de oito pontos na ponta do grupo no campeonato, Coudet irá preservar quase todos os titulares nesta segunda-feira, contra o Gimnasia y Esgrima de La Plata, no Gigante de Arroyito. Do time que começou a partida em Porto Alegre, somente Sosa, Burgos e Pinola concentraram. Salazar, Donatti, Musto, Montoya, Fernández, Cervi, Herrera e Marco Rubén ficaram de fora da lista de concentrados. O camisa 9, autor do gol da vitória por 1 a 0 na Arena, tem um desconforto muscular. Por isso, acabou substituído no intervalo. No entanto, não preocupa para quinta-feira. A tendência é que ele esteja em campo.
O time ainda tinha esperanças de brigar pelo título, mas com os triunfos dos rivais, faltando apenas três rodadas, ficou muito complicado. Apenas o vencedor da chave avança. “Temos que ir até o final brigando. Não podemos baixar os braços”, destacou o goleiro uruguaio Sebastian Sosa, um dos três titulares relacionados pelo técnico para o confronto desta segunda.
O clube sonha em ser campeão nacional depois de 29 anos. São quase três décadas com o grito de campeão preso na garganta. Com a enorme distância para os líderes, a Libertadores virou a atual obsessão, ainda mais depois da vantagem construída no jogo de ida. A camisa é bem menos tradicional que a de Boca, River e Racing. Muitos, no entanto, apontam que o Rosario Central joga o melhor futebol dos argentinos presentes no torneio continental. Ainda mais jogando em casa.
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Em 10 de abril, o adversário gremista viu cair a invencibilidade de mais de 15 meses em apenas quatro minutos. O time não tinha perdido como mandante desde a chegada de Coudet. Diante do Vélez, vencia até os últimos instantes do segundo tempo. Sofreu o empate aos 43 e levou a virada aos 47: 3 a 2.
Eram 28 jogos sem derrotas, com oito vitórias e sete empates no Campeonato Argentino de 2015, três vitórias e dois empates no atual torneio e uma vitória e dois empates na Libertadores. Nem Boca Juniors e River Plate conseguiram bater o Central em Rosario. O Palmeiras, quando foi lá no mês passado, chegou a estar duas vezes na frente, mas não conseguiu sustentar a vantagem. “O torcedor não entra em campo. Um exemplo é o nosso, que lotou a Arena e não conseguimos vencer. Sabemos que vai ter pressão, mas ela pode virar contra eles também, se fizermos um gol cedo lá”, salientou Giuliano.
Com as vitórias de Godoy Cruz e San Lorenzo no sábado, e ambos abrindo uma vantagem de oito pontos na ponta do grupo no campeonato, Coudet irá preservar quase todos os titulares nesta segunda-feira, contra o Gimnasia y Esgrima de La Plata, no Gigante de Arroyito. Do time que começou a partida em Porto Alegre, somente Sosa, Burgos e Pinola concentraram. Salazar, Donatti, Musto, Montoya, Fernández, Cervi, Herrera e Marco Rubén ficaram de fora da lista de concentrados. O camisa 9, autor do gol da vitória por 1 a 0 na Arena, tem um desconforto muscular. Por isso, acabou substituído no intervalo. No entanto, não preocupa para quinta-feira. A tendência é que ele esteja em campo.
O time ainda tinha esperanças de brigar pelo título, mas com os triunfos dos rivais, faltando apenas três rodadas, ficou muito complicado. Apenas o vencedor da chave avança. “Temos que ir até o final brigando. Não podemos baixar os braços”, destacou o goleiro uruguaio Sebastian Sosa, um dos três titulares relacionados pelo técnico para o confronto desta segunda.
O clube sonha em ser campeão nacional depois de 29 anos. São quase três décadas com o grito de campeão preso na garganta. Com a enorme distância para os líderes, a Libertadores virou a atual obsessão, ainda mais depois da vantagem construída no jogo de ida. A camisa é bem menos tradicional que a de Boca, River e Racing. Muitos, no entanto, apontam que o Rosario Central joga o melhor futebol dos argentinos presentes no torneio continental. Ainda mais jogando em casa.
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