Grêmio não marcou contra o Rosario Central na Arena (Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)
A maior virtude do Grêmio em 2016 é, sem dúvida, o setor ofensivo. Ataque mais positivo do Brasil na temporada com 48 gols, o Tricolor, porém, viu seu poder de fogo praticamente anulado pelo Rosario Central. A derrota por 1 a 0 na Arena, pelo primeiro jogo das oitavas de final da Libertadores, na quarta-feira, foi o jogo no qual o time de Roger Machado menos finalizou na temporada. Enquanto a defesa mostrou insegurança atrás, os homens de frente não conseguiram resolver.
Contra os argentinos, foram apenas quatro finalizações, duas certas e duas erradas. Na mais perigosa delas, Miller Bolaños, pegou sobra de um escanteio e chutou sobre o gol de Sosa. A estatística é cinco vezes inferior à vitória por 3 a 1 sobre o Juventude, no domingo, que decretou a eliminação dos gremistas do Gauchão – nesta partida, foram 22 arremates, segundo dados do Footstats
A explicação é simples: o Grêmio não conseguiu chegar nas proximidades da área do Rosario Central. A marcação avançada do adversário foi citada por todos como algo surpreendente e que não deixou o time jogar. Deu tão certo que anulou as melhores jogadas do time de Roger.
– Não digo tanto no setor ofensivo (sem espaço), mas na nossa saída. Aí faltou qualidade para levar a bola até a frente e chegar com qualidade. Mérito da equipe adversária que soube nos marcar – comentou Giuliano.
O setor com Miller Bolaños, Luan, Douglas e Giuliano é tido como o ideal por Roger. É o titular e composto dos principais jogadores, que se sustentam no toque de bola e na transição de Maicon e Walace. Tudo, porém, não funcionou.
O alento para o jogo na Argentina pode vir de uma curiosidade do Rosario Central. No ano, há apenas uma derrota, para o Vélez Sarsfield, em resultado que ajuda o Grêmio (3 a 2). E com gols nos últimos minutos. Na temporada, são nove jogos em casa, com 13 gols sofridos. No total, o time de Coudet tem quatro vitórias, quatro empates e uma derrota.
– A gente já sabe que marcam forte, temos que marcar forte também. Tentar sair da marcação pressão e fazer nosso jogo. Teremos uma semana para trabalhar, o Roger vai corrigir para que a gente não seja surpreendido e volte classificado. Se fizermos um gol lá, fica 0 a 0. É acreditar até o final – disse o capitão Maicon.
A necessidade gremista é de vitória no Gigante de Arroyito, na próxima quinta-feira. O 1 a 0 leva a decisão para os pênaltis, enquanto vitória por dois gols de diferença coloca os tricolores nas quartas de final da Libertadores. Nesta sexta-feira, o clube gaúcho se reapresenta e inicia os trabalhos. A viagem para Rosário ocorre na terça-feira.

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O setor com Miller Bolaños, Luan, Douglas e Giuliano é tido como o ideal por Roger. É o titular e composto dos principais jogadores, que se sustentam no toque de bola e na transição de Maicon e Walace. Tudo, porém, não funcionou.
O alento para o jogo na Argentina pode vir de uma curiosidade do Rosario Central. No ano, há apenas uma derrota, para o Vélez Sarsfield, em resultado que ajuda o Grêmio (3 a 2). E com gols nos últimos minutos. Na temporada, são nove jogos em casa, com 13 gols sofridos. No total, o time de Coudet tem quatro vitórias, quatro empates e uma derrota.
– A gente já sabe que marcam forte, temos que marcar forte também. Tentar sair da marcação pressão e fazer nosso jogo. Teremos uma semana para trabalhar, o Roger vai corrigir para que a gente não seja surpreendido e volte classificado. Se fizermos um gol lá, fica 0 a 0. É acreditar até o final – disse o capitão Maicon.
A necessidade gremista é de vitória no Gigante de Arroyito, na próxima quinta-feira. O 1 a 0 leva a decisão para os pênaltis, enquanto vitória por dois gols de diferença coloca os tricolores nas quartas de final da Libertadores. Nesta sexta-feira, o clube gaúcho se reapresenta e inicia os trabalhos. A viagem para Rosário ocorre na terça-feira.

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