Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
Antes de mais nada, a direção e o técnico Roger Machado merecem o elogio de não terem abandonado o Gauchão após o revés duro no Alfredo Jaconi. Muitas vezes um campeonato foi abandonado em detrimento do outro, até naquela história de tocar flauta, por conta da rivalidade.
Mas não: o Grêmio se entregou ao máximo para reverter o placar. Não teve vergonha de admitir que queria, sim, a taça regional. Ganhou por 3 a 1, mas o placar foi insuficiente pelo gol qualidade feito pelo Juventude. O Grêmio está fora da final do Gauchão, e o problema passar a ser a maneira como se deu a eliminação.
Que o Grêmio fez 3 a 1 e poderia ter feito cinco, seis ou sete todos viram. A equipe de Roger marcou pressão lá em cima o tempo todo, ganhou quase todas as divididas e criou inúmeras chances de gol. O próprio gol do Juventude, que obrigou o Grêmio a fazer quatro, nasceu de uma infelicidade de Bressan, que desviu um chute despretencioso do alcance de Marcelo Grohe.
O goleiro do Juventude, Elias, e os zagueiros Heverton e Klaus tiveram atuações de qualidade e raça impressionantes. Todo o Juventude foi muito valente, aliás. Pelo que o time de Antônio Carlos produziu no Jaconi, não se pode dizer que a passagem do Juventude resultou injusta. Giuliano e Walace tiveram atuações de nota máxima. Não apenas pelos golaços, mas pelo conjunto da obra. Walace já merece Seleção. Mas a vaga na final não veio, e ela não veio no pior cenário.
O que de pior poderia acontecer no jogo da Arena. O Grêmio levou o gol qualificado e teve de correr atrás da máquina até o último segundo. Está eliminado e cansado para o enfrentamento de quarta-feira contra o Rosario Central. Até lá, recuperar jogadores é mais importante do que treinar. E será em casa que o Grêmio tem de fazer o resultado para não sofrer ainda mais no caldeirão de Arroyito.
Em resumo: Roger terá de tirar do fundo do baú aquele espírito dos anos 90, quando ele, em campo, brilhava em um time capaz de façanhas. Eliminar o Central, no meio desta maratona de jogos, será isso: façanha. E com a pressão de, se não faturar a Libertadores, segui na fila por títulos até Copa do Brasil ou Brasileirão.
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Mas não: o Grêmio se entregou ao máximo para reverter o placar. Não teve vergonha de admitir que queria, sim, a taça regional. Ganhou por 3 a 1, mas o placar foi insuficiente pelo gol qualidade feito pelo Juventude. O Grêmio está fora da final do Gauchão, e o problema passar a ser a maneira como se deu a eliminação.
Que o Grêmio fez 3 a 1 e poderia ter feito cinco, seis ou sete todos viram. A equipe de Roger marcou pressão lá em cima o tempo todo, ganhou quase todas as divididas e criou inúmeras chances de gol. O próprio gol do Juventude, que obrigou o Grêmio a fazer quatro, nasceu de uma infelicidade de Bressan, que desviu um chute despretencioso do alcance de Marcelo Grohe.
O goleiro do Juventude, Elias, e os zagueiros Heverton e Klaus tiveram atuações de qualidade e raça impressionantes. Todo o Juventude foi muito valente, aliás. Pelo que o time de Antônio Carlos produziu no Jaconi, não se pode dizer que a passagem do Juventude resultou injusta. Giuliano e Walace tiveram atuações de nota máxima. Não apenas pelos golaços, mas pelo conjunto da obra. Walace já merece Seleção. Mas a vaga na final não veio, e ela não veio no pior cenário.
O que de pior poderia acontecer no jogo da Arena. O Grêmio levou o gol qualificado e teve de correr atrás da máquina até o último segundo. Está eliminado e cansado para o enfrentamento de quarta-feira contra o Rosario Central. Até lá, recuperar jogadores é mais importante do que treinar. E será em casa que o Grêmio tem de fazer o resultado para não sofrer ainda mais no caldeirão de Arroyito.
Em resumo: Roger terá de tirar do fundo do baú aquele espírito dos anos 90, quando ele, em campo, brilhava em um time capaz de façanhas. Eliminar o Central, no meio desta maratona de jogos, será isso: façanha. E com a pressão de, se não faturar a Libertadores, segui na fila por títulos até Copa do Brasil ou Brasileirão.
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