Ramon converteu o pênalti que classificou Grêmio sobre o Defensor em 2007 (Foto: Divulgação / Grêmio)
Apesar da confiança plena do técnico Roger Machado, a tarefa não será nada fácil no domingo, diante do Juventude, na Arena. Faz tempo que o Grêmio não consegue reverter uma diferença de dois gols na segunda partida de um mata-mata. São diversas competições eliminatórias disputadas no currículo recente, embora em poucas oportunidades tenha saído atrás com tal desvantagem. A última reversão ocorreu contra o Defensor, na Libertadores de 2007, quando foi finalista da competição.
O início daquela disputa pelas quartas de final se deu em Montevidéu. O Defensor saiu na frente com um 2 a 0 no Uruguai, que teve gol de Sorondo, zagueiro que depois passou por Inter e Grêmio marcado por lesões. No Olímpico, porém, o Tricolor devolveu o resultado e eliminou o rival nos pênaltis.
Desde então, o Tricolor teve algumas situações com desvantagem semelhante. Por exemplo, perdeu o primeiro jogo na semifinal da Copa do Brasil de 2012 para o Palmeiras por 2 a 0, em pleno Olímpico, quando era comandado por Vanderlei Luxemburgo. Empatou em 1 a 1 em São Paulo e caiu fora. Dois anos depois, perdeu para o Santos pelo mesmo placar, na Arena, pelas oitavas de final da mesma competição. Mas não houve jogo da volta por conta da punição imposta ao Grêmio pelas ofensas racistas de torcedores ao goleiro Aranha.
Em 2009, também na semifinal, desta vez na Libertadores, perdeu por 3 a 1 em Minas Gerais para o Cruzeiro. Com o gol qualificado, uma vitória por 2 a 0 em Porto Alegre colocaria a equipe na final. No entanto, empatou em 2 a 2 no Olímpico.
– Não imaginava que a gente ia jogar em Caxias e ter facilidade, golear o adversário e fazer o segundo jogo por cumprir tabela. É decisão. Se o Juventude chegou, foi por méritos. Assim como a gente. Não é porque o resultado foi aberto que não possa vir para o nosso lado – avalia o técnico Roger.
Apesar do retrospecto negativo em decisões nas quais saiu perdendo por dois gols de diferença, o Grêmio conta com algumas reversões recentes de placares desfavoráveis no primeiro jogo. Sob o comando do próprio Roger, no ano passado, o Tricolor saiu perdendo por 1 a 0 para o Criciúma, em plena Arena, na terceira fase da Copa do Brasil. Em Santa Catarina, devolveu o resultado e se classificou nos pênaltis, em atuação destacada de Marcelo Grohe.
No Gauchão, o torcedor gremista costuma recordar a virada diante do Caxias, em 2007. Pela semifinal do estadual daquele ano, o Tricolor foi à Serra no jogo de ida e acabou derrotado por 3 a 0. Na volta, em Porto Alegre, goleou por 4 a 0 em ritmo alucinante e ganhou a vaga na decisão. Na sequência, levaria o título sobre o próprio Juventude.
Em 2014, apesar de ter sido em partida única, o Grêmio construiu sobre o Juventude placar que serve ao time de Roger Machado no domingo. Com três gols de Barcos, a equipe azul venceu o alviverde da Serra por 3 a 0 em plena Arena, pelas quartas de final do Gauchão.
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O início daquela disputa pelas quartas de final se deu em Montevidéu. O Defensor saiu na frente com um 2 a 0 no Uruguai, que teve gol de Sorondo, zagueiro que depois passou por Inter e Grêmio marcado por lesões. No Olímpico, porém, o Tricolor devolveu o resultado e eliminou o rival nos pênaltis.
Desde então, o Tricolor teve algumas situações com desvantagem semelhante. Por exemplo, perdeu o primeiro jogo na semifinal da Copa do Brasil de 2012 para o Palmeiras por 2 a 0, em pleno Olímpico, quando era comandado por Vanderlei Luxemburgo. Empatou em 1 a 1 em São Paulo e caiu fora. Dois anos depois, perdeu para o Santos pelo mesmo placar, na Arena, pelas oitavas de final da mesma competição. Mas não houve jogo da volta por conta da punição imposta ao Grêmio pelas ofensas racistas de torcedores ao goleiro Aranha.
Em 2009, também na semifinal, desta vez na Libertadores, perdeu por 3 a 1 em Minas Gerais para o Cruzeiro. Com o gol qualificado, uma vitória por 2 a 0 em Porto Alegre colocaria a equipe na final. No entanto, empatou em 2 a 2 no Olímpico.
– Não imaginava que a gente ia jogar em Caxias e ter facilidade, golear o adversário e fazer o segundo jogo por cumprir tabela. É decisão. Se o Juventude chegou, foi por méritos. Assim como a gente. Não é porque o resultado foi aberto que não possa vir para o nosso lado – avalia o técnico Roger.
Apesar do retrospecto negativo em decisões nas quais saiu perdendo por dois gols de diferença, o Grêmio conta com algumas reversões recentes de placares desfavoráveis no primeiro jogo. Sob o comando do próprio Roger, no ano passado, o Tricolor saiu perdendo por 1 a 0 para o Criciúma, em plena Arena, na terceira fase da Copa do Brasil. Em Santa Catarina, devolveu o resultado e se classificou nos pênaltis, em atuação destacada de Marcelo Grohe.
No Gauchão, o torcedor gremista costuma recordar a virada diante do Caxias, em 2007. Pela semifinal do estadual daquele ano, o Tricolor foi à Serra no jogo de ida e acabou derrotado por 3 a 0. Na volta, em Porto Alegre, goleou por 4 a 0 em ritmo alucinante e ganhou a vaga na decisão. Na sequência, levaria o título sobre o próprio Juventude.
Em 2014, apesar de ter sido em partida única, o Grêmio construiu sobre o Juventude placar que serve ao time de Roger Machado no domingo. Com três gols de Barcos, a equipe azul venceu o alviverde da Serra por 3 a 0 em plena Arena, pelas quartas de final do Gauchão.
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