Foto: Porthus Junior / Agencia RBS
O Grêmio precisará reagir na Arena para disputar a final do Gauchão. Ao perder por 2 a 0 para o Juventude nesta quinta, em Caxias do Sul, gols de Roberson e Klaus, terá de vencer por três gols de diferença no domingo para se classificar no tempo normal. Ou então vencer por ao menos dois gols, desde que não seja vazado, para decidir nos pênaltis se enfentará Inter ou São José na decisão.
Apenas 48 horas após enfrentar o Toluca, o Grêmio foi a campo no Alfredo Jaconi com time misto. O técnico Roger, que já tinha deixado Douglas e Marcelo Oliveira fora da viagem a Caxias, também poupou Ramiro, Giuliano e Luan, que iniciaram no banco de reservas. Assim, apostou na vitalidade dos garotos Pedro Rocha, Lincoln e Everton, que formaram o setor ofensivo junto a Bobô.
O estádio quase lotado não intimidou o Grêmio. As primeiras ações foram da equipe de Roger, que tentou o ataque pelo lado esquerdo com Marcelo Hermes. Mas a primeira chance perigosa foi do Juventude. Aos seis minutos, Itaqui levantou bola na área e Heverton cabeceou com precisão e exigiu grande defesa de Marcelo Grohe. No rebote, Klaus concluiu com perigo, raspando a trave.
O Grêmio tratou de responder com a velocidade de seus garotos. Aos 11, Everton recebeu na intermediária e arriscou chute potente, ao lado da meta de Elias. Depois foi a vez de Pedro Rocha, que também concluiu com perigo após tabela com Bobô.
Mas o Juventude se beneficiava do desgaste do Grêmio. E criava chances envolventes, chegando ao ataque com a bola no pé. Teve finalizações perigosas com Itaqui e Roberson — uma por cima do gol e outra bloqueada por Fred. Aos 23, foi a vez de Dieguinho, que recebeu de Roberson na entrada da área e mandou um chute em curva, próximo ao ângulo de Grohe.
No final do primeiro tempo, o Grêmio cresceu. Apesar da falta de entrosamento, criou chance perigosa com Everton, que recebeu na entrada da área e tentou encobrir Elias, mas a bola riscou o travessão e foi por cima. Aos 38, Everton teve outra oportunidade, mas não conseguiu chegar na bola antes da defesa de Elias.
Sem alterações depois do intervalo, o Grêmio voltou a ser pressionado pelo Juventude. Pelo lado direito, a equipe da casa criava boas chances em combinações de Helder e Hugo. Além disso, se aproveitava do cansaço do time de Roger para construir jogadas envolventes.
Não demorou muito, o Juventude abriu o placar. Aos 13 minutos, Bruno Ribeiro cobrou escanteio fechado e Marcelo Grohe, atrapalhado por Fred, socou a bola para trás. Aí Roberson venceu Bressan pelo alto e cabeceou para o fundo do gol.
O técnico Roger reagiu imediatamente. Mandou Miller Bolaños, que voltava ao time após 45 dias, e Luan a campo. No entanto, pouco mudou. O Juventude seguiu com o domínio do jogo e utilizou a bola aérea mais uma vez para ampliar. Aos 23, Itaqui cobrou escanteio na área e o zagueiro Klaus subiu alto, vencendo Walace e Fred, para testar ao fundo do gol de Grohe.
O Grêmio ainda tentou reagir aos 27. Foi quando Fred cobrou falta com perigo da intermediária e carimbou o travessão de Elias. Depois, Roger Machado ainda tentou dar vida ao ataque ao colocar Henrique Almeida no time. Mas não houve tempo para uma reação.
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O estádio quase lotado não intimidou o Grêmio. As primeiras ações foram da equipe de Roger, que tentou o ataque pelo lado esquerdo com Marcelo Hermes. Mas a primeira chance perigosa foi do Juventude. Aos seis minutos, Itaqui levantou bola na área e Heverton cabeceou com precisão e exigiu grande defesa de Marcelo Grohe. No rebote, Klaus concluiu com perigo, raspando a trave.
O Grêmio tratou de responder com a velocidade de seus garotos. Aos 11, Everton recebeu na intermediária e arriscou chute potente, ao lado da meta de Elias. Depois foi a vez de Pedro Rocha, que também concluiu com perigo após tabela com Bobô.
Mas o Juventude se beneficiava do desgaste do Grêmio. E criava chances envolventes, chegando ao ataque com a bola no pé. Teve finalizações perigosas com Itaqui e Roberson — uma por cima do gol e outra bloqueada por Fred. Aos 23, foi a vez de Dieguinho, que recebeu de Roberson na entrada da área e mandou um chute em curva, próximo ao ângulo de Grohe.
No final do primeiro tempo, o Grêmio cresceu. Apesar da falta de entrosamento, criou chance perigosa com Everton, que recebeu na entrada da área e tentou encobrir Elias, mas a bola riscou o travessão e foi por cima. Aos 38, Everton teve outra oportunidade, mas não conseguiu chegar na bola antes da defesa de Elias.
Sem alterações depois do intervalo, o Grêmio voltou a ser pressionado pelo Juventude. Pelo lado direito, a equipe da casa criava boas chances em combinações de Helder e Hugo. Além disso, se aproveitava do cansaço do time de Roger para construir jogadas envolventes.
Não demorou muito, o Juventude abriu o placar. Aos 13 minutos, Bruno Ribeiro cobrou escanteio fechado e Marcelo Grohe, atrapalhado por Fred, socou a bola para trás. Aí Roberson venceu Bressan pelo alto e cabeceou para o fundo do gol.
O técnico Roger reagiu imediatamente. Mandou Miller Bolaños, que voltava ao time após 45 dias, e Luan a campo. No entanto, pouco mudou. O Juventude seguiu com o domínio do jogo e utilizou a bola aérea mais uma vez para ampliar. Aos 23, Itaqui cobrou escanteio na área e o zagueiro Klaus subiu alto, vencendo Walace e Fred, para testar ao fundo do gol de Grohe.
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