Volante Ramiro fez seu primeiro gol de cabeça na carreira e teve grande atuação
Ramiro viveu uma situação inédita em sua carreira nesta terça-feira. Do alto de seus 1,69, recebeu lançamento por cima e, sem pular, colocou de cabeça na rede do Toluca. O gol da vitória do Grêmio pela Libertadores foi o primeiro desta forma na carreira do volante que virou lateral e já se incomodou com a estatura.
O tamanho incomodava principalmente a família de Ramiro. Antes mesmo de jogar futebol, o gaúcho natural de Gramado, na serra, se destacava em outro esporte: o tênis. Ali entendia o pai, que até hoje acompanha de perto a carreira, que era necessário ser mais alto. Quando houve a escolha pelo futebol, a necessidade se tornou ainda maior.
Ramiro tentou. Tomou alguns remédios, consultou médicos em Porto Alegre, mas o tratamento não foi levado adiante. Ficou do tamanho necessário. E talvez se tivesse crescido mais não teria tanto sucesso.
Do Gramadense, em sua cidade natal, ao Juventude foi um passo. Do time de Caxias do Sul ao Tricolor outro. E a afirmação começou em sua posição de origem. Mas as lesões de 2015 frearam sequência na equipe e ocasionaram uma troca de posição. Hoje Ramiro é lateral - algo que só tinha sido há muito tempo.
Mas por ali assumiu lacuna presente desde a saída de Galhardo. Contra o Toluca, apareceu dentro da área rival aos 15 minutos. Luan percebeu o movimento e enfiou uma bola perfeita, mas por cima. E ali ele fez o movimento correto e colocou nas redes.
"Não é minha característica, não tenho altura para isso. Mas no momento o que importou foi a colocação e o belo passe do Luan", disse na saída de campo.
O primeiro gol de cabeça na carreira coroou uma boa atuação. Ramiro por pouco não deu assistência para Luan no primeiro tempo. No segundo recebeu em lance parecido dentro da área e cruzou para Henrique Almeida, mas o centroavante não conseguiu completar.
A atuação só concordou com os que dizem que "tamanho não é documento" ou "os melhores perfumes vem nos menores frascos". Ensinamentos populares que certamente, em tom de brincadeira, Ramiro já deve ter usado como defesa.
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O tamanho incomodava principalmente a família de Ramiro. Antes mesmo de jogar futebol, o gaúcho natural de Gramado, na serra, se destacava em outro esporte: o tênis. Ali entendia o pai, que até hoje acompanha de perto a carreira, que era necessário ser mais alto. Quando houve a escolha pelo futebol, a necessidade se tornou ainda maior.
Ramiro tentou. Tomou alguns remédios, consultou médicos em Porto Alegre, mas o tratamento não foi levado adiante. Ficou do tamanho necessário. E talvez se tivesse crescido mais não teria tanto sucesso.
Do Gramadense, em sua cidade natal, ao Juventude foi um passo. Do time de Caxias do Sul ao Tricolor outro. E a afirmação começou em sua posição de origem. Mas as lesões de 2015 frearam sequência na equipe e ocasionaram uma troca de posição. Hoje Ramiro é lateral - algo que só tinha sido há muito tempo.
Mas por ali assumiu lacuna presente desde a saída de Galhardo. Contra o Toluca, apareceu dentro da área rival aos 15 minutos. Luan percebeu o movimento e enfiou uma bola perfeita, mas por cima. E ali ele fez o movimento correto e colocou nas redes.
"Não é minha característica, não tenho altura para isso. Mas no momento o que importou foi a colocação e o belo passe do Luan", disse na saída de campo.
O primeiro gol de cabeça na carreira coroou uma boa atuação. Ramiro por pouco não deu assistência para Luan no primeiro tempo. No segundo recebeu em lance parecido dentro da área e cruzou para Henrique Almeida, mas o centroavante não conseguiu completar.
A atuação só concordou com os que dizem que "tamanho não é documento" ou "os melhores perfumes vem nos menores frascos". Ensinamentos populares que certamente, em tom de brincadeira, Ramiro já deve ter usado como defesa.
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