Roger, em partida contra o Palmeiras, jogou em vitória em Quito (Foto: Agência RBS)
Não é nenhuma novidade para o Grêmio encarar rivais equatorianos na Libertadores. Muito menos jogar na altitude de Quito. E se vencer a LDU, nesta quarta-feira, no Casa Blanca, também não será. O Tricolor tem no rol de poucas viagens ao Equador uma vitória, quando Roger ainda estava em campo pelo clube, e uma derrota nos 2,8 mil metros acima do nível do mar. O histórico gremista é amplamente favorável contra os rivais deste país.
São dois jogos na capital equatoriana. Uma vitória sobre o El Nacional, na fase de grupos da Libertadores de 1995, e uma derrota para a LDU, em 2013. No total, são nove jogos contra equatorianos na Libertadores, com seis vitórias, dois empates e apenas uma derrota. São dois jogos em Quito, outros dois em Guayaquil e cinco partidas em Porto Alegre.
– Já ganhamos aqui em Quito, em 95. Viemos do Japão, ficamos em Quito, descemos para Guayaquil, empatamos com o Emelec e ganhamos do El Nacional aqui dois dias depois – relembrou o vice de futebol Cesar Pacheco no saguão do hotel gremista em Quito.
A vitória da capital ocorreu em 1995, ano em que o Grêmio acabou campeão da competição. O clube gaúcho viajou diretamente do Japão, onde disputou a Taça da Amizade – jogo entre o campeão da Copa do Brasil e o japonês – no dia 4 de março. Venceu o El Nacional por 2 a 1, gols do ex-lateral paraguaio Arce.
A partida teve tons dramáticos. Os dois gols saíram da qualidade da bola parada do gringo. Primeiro, em uma falta lateral. O gol da vitória só veio aos 50 minutos da segunda etapa, em cobrança de pênalti de Arce.
A outra partida disputada em Quito foi mais recente, em 2013. A equipe de Vanderlei Luxemburgo permaneceu 10 dias treinando na capital equatoriana, mas perdeu para a LDU por 1 a 0 na primeira fase da Libertadores daquele ano.
O resultado foi devolvido em Porto Alegre. A classificação veio nos pênaltis, com consagração de Marcelo Grohe na Arena. Hoje, o goleiro chega afirmado para o duelo com a LDU como um dos expoentes do elenco. No último jogo fora de casa, contra o San Lorenzo, o Tricolor só retornou da Argentina com um ponto por causa do camisa 1 – e do jovem Lincoln, claro, que fez o gol aos 48 minutos do segundo tempo.
Em 95, antes de vencer o El Nacional, o Grêmio atuou em Guayaquil. Fez o início de preparação em Quito, viajou para o nível do mar e empatou em 2 a 2 com o Emelec. Voltaria àquela cidade para as semifinais da Libertadores, quando novamente empatou, desta vez em 0 a 0. Nas duas oportunidades, venceu em Porto Alegre – 4 a 1 na fase de grupos e 2 a 0 antes da final.
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São dois jogos na capital equatoriana. Uma vitória sobre o El Nacional, na fase de grupos da Libertadores de 1995, e uma derrota para a LDU, em 2013. No total, são nove jogos contra equatorianos na Libertadores, com seis vitórias, dois empates e apenas uma derrota. São dois jogos em Quito, outros dois em Guayaquil e cinco partidas em Porto Alegre.
– Já ganhamos aqui em Quito, em 95. Viemos do Japão, ficamos em Quito, descemos para Guayaquil, empatamos com o Emelec e ganhamos do El Nacional aqui dois dias depois – relembrou o vice de futebol Cesar Pacheco no saguão do hotel gremista em Quito.
A vitória da capital ocorreu em 1995, ano em que o Grêmio acabou campeão da competição. O clube gaúcho viajou diretamente do Japão, onde disputou a Taça da Amizade – jogo entre o campeão da Copa do Brasil e o japonês – no dia 4 de março. Venceu o El Nacional por 2 a 1, gols do ex-lateral paraguaio Arce.
A partida teve tons dramáticos. Os dois gols saíram da qualidade da bola parada do gringo. Primeiro, em uma falta lateral. O gol da vitória só veio aos 50 minutos da segunda etapa, em cobrança de pênalti de Arce.
A outra partida disputada em Quito foi mais recente, em 2013. A equipe de Vanderlei Luxemburgo permaneceu 10 dias treinando na capital equatoriana, mas perdeu para a LDU por 1 a 0 na primeira fase da Libertadores daquele ano.
O resultado foi devolvido em Porto Alegre. A classificação veio nos pênaltis, com consagração de Marcelo Grohe na Arena. Hoje, o goleiro chega afirmado para o duelo com a LDU como um dos expoentes do elenco. No último jogo fora de casa, contra o San Lorenzo, o Tricolor só retornou da Argentina com um ponto por causa do camisa 1 – e do jovem Lincoln, claro, que fez o gol aos 48 minutos do segundo tempo.
Em 95, antes de vencer o El Nacional, o Grêmio atuou em Guayaquil. Fez o início de preparação em Quito, viajou para o nível do mar e empatou em 2 a 2 com o Emelec. Voltaria àquela cidade para as semifinais da Libertadores, quando novamente empatou, desta vez em 0 a 0. Nas duas oportunidades, venceu em Porto Alegre – 4 a 1 na fase de grupos e 2 a 0 antes da final.
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