Grêmio, que treina em Quito, deseja aproveitar as fragilidades do adversário equatoriano Foto: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA / Gremio.net
A LDU confia muito na imprevisível altitude como o seu melhor jogador na partida contra o Grêmio nesta quarta-feira nos 2,8m mil metros da capital Quito. Acredita menos nos valores que têm em casa. A falta de confiança é grande.
Na temporada passada, na liga local, conquistou 23 pontos em 11 jogos. Nesta, jogou nove vezes, ganhou duas, empatou três e perdeu quatro. A comparação é natural. Na Copa Libertadores da América, é o time lanterna do Grupo 6, atrás de Grêmio, Toluca e San Lorenzo.
Não é só os dirigentes que estão pessimistas, apesar do ar rarefeito. Vivem no mesmo barco os torcedores, que já vaiam a equipe em casa, e até mesmo os jornalistas esportivos locais. Há uma sensação de final de ciclo, como lembra o periódico El Universal, num dos mais populares clubes do Equador.
Enrique Vera, Fernando Hidalgo, Norberto Araujo, Néicer Reascos e Carlos Tenorio já cruzaram a barreira dos 32 anos de idade. Jogam, mas sem a qualidade, a rapidez, a intensidade de anos passados. A torcida cobra e reclama.
Mesmo com técnico novo – Álvaro Gutiérrez assumiu na semana passada –, a LDU não dá sinais de que recuperou a confiança perdida na virada do ano. Nem mesmo horas antes da decisão, o que é bom para os gremistas, a LDU exibe otimismo.
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Não é só os dirigentes que estão pessimistas, apesar do ar rarefeito. Vivem no mesmo barco os torcedores, que já vaiam a equipe em casa, e até mesmo os jornalistas esportivos locais. Há uma sensação de final de ciclo, como lembra o periódico El Universal, num dos mais populares clubes do Equador.
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