Lucas Uebel / Divulgação Grêmio FBPA
Lembro muito bem do domingo de Carnaval desse ano. Naquele dia, acordei pensando no que tinha que organizar para receber a visita de uns parentes em casa. Como todos são gremistas, imaginei que o uniforme da reunião familiar seria Tricolor, já que naquela tarde o Grêmio enfrentaria o Coritiba pela segunda rodada da Primeira Liga. Pego meu celular, e a primeira notícia que vejo me surpreende totalmente: Miller Bolaños estava oficialmente contratado pelo Grêmio!
Demorei alguns minutos para assimilar a informação, já que todos vinham acompanhando que a negociação era algo complicado, visto que tinha o poderoso ($) mercado chinês envolvido. Dias antes, o próprio diretor executivo gremista Rui Costa dava o caso como perdido para o lado Tricolor. Enfim, com a contratação fechada, o assunto do almoço teve pouco de Coritiba, e muito de Bolaños.
As semanas foram passando e todas as atenções se voltavam para a adaptação de Miller em território gaúcho. Após a estreia com derrota para o Toluca na Libertadores, a torcida via no jogador equatoriano uma forma de qualificar a equipe para reverter o início ruim na competição. A notícia que o atleta estava liberado para atuar contra a LDU na Arena foi festejada pela torcida, que não estranhou nem um pouco quando viu o nome de Miller na lista de titulares do jogo.
A primeira partida contra a equipe equatoriana foi um marco na temporada gremista de 2016. Naquele jogo foi possível ver uma atuação do Tricolor que ainda não tinha sido observada nesse ano. Com a imposição de um ataque sufocante, o Grêmio abriu o placar cedo. Além disso, os donos da casa faziam uma boa marcação, estavam taticamente organizados e tecnicamente o time também se saiu bem. Quando o estreante da noite marcou o segundo gol do Grêmio, a expectativa de quase um mês fez todo sentido. Naquele momento, muitos gremistas (incluindo a autora desse texto) viram em Bolaños algo diferente, algo que poderia fazer a diferença! A vitória veio por meio de uma goleada por 4 a 0 graças ao grupo como um todo, mas ficou quase impossível não associar a boa atuação à estreia de Miller.
A boa partida do equatoriano repercutiu, e muito, entre torcedores e imprensa. E logo ali estava o Gre-nal 409, que, ao que tudo indicava, teria time titular em campo. Porém, foi nesse jogo que vi uma das cenas mais fortes do futebol recentemente. Digo que a cena foi forte não só no momento em que Wiliam atingiu o rosto de Miller com uma cotovelada perigosa, mas também pela imagem do jogador com a face quase desfigurada na sequencia da partida e pelas imagens dos exames nas quais as duas fraturas e os dentes quebrados são gritantes. Era inacreditável! O torcedor gremista perdeu diante de seus olhos uma das contratações mais empolgantes dos últimos tempos, sabendo que teria diversos desafios pela frente.
Felizmente, a operação do jogador correu bem e desde os primeiros dias de recuperação médicos se surpreendiam com o desenvolvimento de melhora do jogador. Na última semana, a exemplo de muitos gremistas, fiquei extremamente feliz ao ver Bolaños treinando em Porto Alegre. Foram pouco mais de 30 dias, mas parece fazer muito mais tempo que o jogador participou daquela vitória empolgante sobre a LDU. Pela falta que fez, nem parece que ele fez apenas uma partida completa pelo nosso Tricolor.
Não estou aqui para dizer que Miller já está no patamar de ídolo do clube. Mas a sensação de que ele ainda pode fazer muito pelo nosso Tricolor é muito grande. É um misto de esperança, expectativa e confiança que ele pode estar presente em um ano que pode ser muito bom para o Grêmio. Afinal, torcer é algo que gremista sabe fazer muito bem, independente da situação. E torcer com Miller Bolaños em campo novamente com a camisa Tricolor, vai ser ainda melhor!
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Demorei alguns minutos para assimilar a informação, já que todos vinham acompanhando que a negociação era algo complicado, visto que tinha o poderoso ($) mercado chinês envolvido. Dias antes, o próprio diretor executivo gremista Rui Costa dava o caso como perdido para o lado Tricolor. Enfim, com a contratação fechada, o assunto do almoço teve pouco de Coritiba, e muito de Bolaños.
As semanas foram passando e todas as atenções se voltavam para a adaptação de Miller em território gaúcho. Após a estreia com derrota para o Toluca na Libertadores, a torcida via no jogador equatoriano uma forma de qualificar a equipe para reverter o início ruim na competição. A notícia que o atleta estava liberado para atuar contra a LDU na Arena foi festejada pela torcida, que não estranhou nem um pouco quando viu o nome de Miller na lista de titulares do jogo.
A primeira partida contra a equipe equatoriana foi um marco na temporada gremista de 2016. Naquele jogo foi possível ver uma atuação do Tricolor que ainda não tinha sido observada nesse ano. Com a imposição de um ataque sufocante, o Grêmio abriu o placar cedo. Além disso, os donos da casa faziam uma boa marcação, estavam taticamente organizados e tecnicamente o time também se saiu bem. Quando o estreante da noite marcou o segundo gol do Grêmio, a expectativa de quase um mês fez todo sentido. Naquele momento, muitos gremistas (incluindo a autora desse texto) viram em Bolaños algo diferente, algo que poderia fazer a diferença! A vitória veio por meio de uma goleada por 4 a 0 graças ao grupo como um todo, mas ficou quase impossível não associar a boa atuação à estreia de Miller.
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Felizmente, a operação do jogador correu bem e desde os primeiros dias de recuperação médicos se surpreendiam com o desenvolvimento de melhora do jogador. Na última semana, a exemplo de muitos gremistas, fiquei extremamente feliz ao ver Bolaños treinando em Porto Alegre. Foram pouco mais de 30 dias, mas parece fazer muito mais tempo que o jogador participou daquela vitória empolgante sobre a LDU. Pela falta que fez, nem parece que ele fez apenas uma partida completa pelo nosso Tricolor.
Não estou aqui para dizer que Miller já está no patamar de ídolo do clube. Mas a sensação de que ele ainda pode fazer muito pelo nosso Tricolor é muito grande. É um misto de esperança, expectativa e confiança que ele pode estar presente em um ano que pode ser muito bom para o Grêmio. Afinal, torcer é algo que gremista sabe fazer muito bem, independente da situação. E torcer com Miller Bolaños em campo novamente com a camisa Tricolor, vai ser ainda melhor!
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