Preparador físico comanda treino do Grêmio em Quito (Foto: Lucas Uebel / Grêmio, DVG)
É com inspirações no tropeço mais traumático nesta arrancada em 2016 que o Grêmio tenta se adaptar aos 2,8 mil metros acima do nível domar de Quito para o jogo decisivo diante da LDU, na próxima quarta-feira, pela 5ª rodada do Grupo 6 da Libertadores. Os atletas desembarcaram na capital equatoriana nesta quinta motivados pelos 11 jogos seguidos sem perder - maior série invicta com Roger. Mais do que isso. O Tricolor transporta na bagagem as lições vivenciadas na derrota por 2 a 0 para o Toluca, na estreia pela competição, para nortear sua adaptação à altitude.
O revés, em 17 de fevereiro, no Estádio Nemesio Díez, teve atuação apática, com claros sinais de dificuldade física por parte do Grêmio, devido aos 2,6 mil metros acima do nível do mar em solo mexicano. À época, claro, trouxe preocupação ao técnico Roger Machado, mas hoje, passados quase dois meses, apresenta alguns pontos positivos. Aos olhares da comissão técnica, vale a experiência recente na altitude e o parecer de que, ao menos, nenhum dos atletas acusou problemas sérios pelo ar rarefeito.
- A gente vê como ponto positivo que eles vivenciaram a altitude há pouco tempo. Eles sabem o que vão sentir, quem sentiu mais ou menos. Então iremos com a programação normal, sem fugir de respeitar a individualidade biológica de cada atleta. Como a gente não precisou fazer uso de balão de oxigênio, e os atletas não tiveram reclamação mais forte, a gente acredita que o grupo vai ter o mesmo modelo de trabalho. Vamos conseguir aproveitar o maior tempo possível em Quito para melhorar o que foi feito em Toluca - afirma o preparador físico Rogério Dias, o Rogerinho.
Assim, a comissão técnica não prevê quaisquer alterações no cronograma de atividades para acelerar a adaptação. Nesta quinta-feira, os atletas que atuaram durante a maior parte da vitória sobre o Brasil de Pelotas realizaram um trabalho recuperativo, enquanto os que estiveram em campo por menos de 45 minutos participaram de atividade na academia do hotel. Antes mesmo, na quarta-feira, ainda na Arena, já haviam treinado, após o duelo.
O Tricolor fará o primeiro trabalho no Centro de Treinamentos da Seleção do Equador nesta sexta. O foco das atividades com o Roger recairá sobre treinamentos aeróbicos e para se adaptar ao tempo de bola na altitude. Os sete dias de antecedência da chegada ao Equador servirão ainda para recuperar Walace (entorse no tornozelo esquerdo) e Bobô (dor muscular no adutor), que deixaram o campo, na Arena, com problemas médicos.
- Nós temos uma programação definida. Não teremos mudança de atividade, com trabalho específico que possa nos causar melhoras imediatas. Vamos buscar minimizar os efeitos e oportunizar os trabalhos aeróbicos, de tempo de bola. Vamos conversar o tempo todo para eles vivenciarem as ações e se aclimatarem ao tempo de bola - ressalta Rogerinho.
Após o trabalho regenerativo desta quinta-feira, o Grêmio inicia a rotina de treinos e adaptação à altitude nesta sexta-feira, no CT da seleção do Equador. O Tricolor enfrenta a LDU na próxima quarta, às 21h45, no Estádio Casa Blanca, em Quito.
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O revés, em 17 de fevereiro, no Estádio Nemesio Díez, teve atuação apática, com claros sinais de dificuldade física por parte do Grêmio, devido aos 2,6 mil metros acima do nível do mar em solo mexicano. À época, claro, trouxe preocupação ao técnico Roger Machado, mas hoje, passados quase dois meses, apresenta alguns pontos positivos. Aos olhares da comissão técnica, vale a experiência recente na altitude e o parecer de que, ao menos, nenhum dos atletas acusou problemas sérios pelo ar rarefeito.
- A gente vê como ponto positivo que eles vivenciaram a altitude há pouco tempo. Eles sabem o que vão sentir, quem sentiu mais ou menos. Então iremos com a programação normal, sem fugir de respeitar a individualidade biológica de cada atleta. Como a gente não precisou fazer uso de balão de oxigênio, e os atletas não tiveram reclamação mais forte, a gente acredita que o grupo vai ter o mesmo modelo de trabalho. Vamos conseguir aproveitar o maior tempo possível em Quito para melhorar o que foi feito em Toluca - afirma o preparador físico Rogério Dias, o Rogerinho.
Assim, a comissão técnica não prevê quaisquer alterações no cronograma de atividades para acelerar a adaptação. Nesta quinta-feira, os atletas que atuaram durante a maior parte da vitória sobre o Brasil de Pelotas realizaram um trabalho recuperativo, enquanto os que estiveram em campo por menos de 45 minutos participaram de atividade na academia do hotel. Antes mesmo, na quarta-feira, ainda na Arena, já haviam treinado, após o duelo.
O Tricolor fará o primeiro trabalho no Centro de Treinamentos da Seleção do Equador nesta sexta. O foco das atividades com o Roger recairá sobre treinamentos aeróbicos e para se adaptar ao tempo de bola na altitude. Os sete dias de antecedência da chegada ao Equador servirão ainda para recuperar Walace (entorse no tornozelo esquerdo) e Bobô (dor muscular no adutor), que deixaram o campo, na Arena, com problemas médicos.
- Nós temos uma programação definida. Não teremos mudança de atividade, com trabalho específico que possa nos causar melhoras imediatas. Vamos buscar minimizar os efeitos e oportunizar os trabalhos aeróbicos, de tempo de bola. Vamos conversar o tempo todo para eles vivenciarem as ações e se aclimatarem ao tempo de bola - ressalta Rogerinho.
Após o trabalho regenerativo desta quinta-feira, o Grêmio inicia a rotina de treinos e adaptação à altitude nesta sexta-feira, no CT da seleção do Equador. O Tricolor enfrenta a LDU na próxima quarta, às 21h45, no Estádio Casa Blanca, em Quito.
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