Miller Bolaños num treino no CT do Grêmio, antes da lesão no violento Gre-Nal 409, disputado no mês passado na Arena Foto: André Ávila / Agência RBS
Miller Bolaños faz diariamente sessões de bicicleta no CT do Grêmio. Sua alimentação, porém, continua especial. Como fraturou a mandíbula, não segue a dieta recomendada para um atleta. Perdeu força muscular e ainda precisa visitar o dentista. Sua rotina não é a de um jogador de futebol.
O atacante não enfrentará o mexicano Toluca, no próximo dia 20, uma quarta-feira, na Arena, pela Copa Libertadores da América. Não será surpresa se ele voltar apenas no Brasileirão, em maio. Ele passará o mês de junho ao lado da seleção do Equador na Copa América dos EUA.
Tímido, ainda não se soltou completamente em Porto Alegre, apesar da ótima recepção que teve dos colegas e dos dirigentes. Mas falou para a comissão técnica como se comportam os times equatorianos em seus estádios em dias de jogos decisivos, suas estratégias táticas, como atacam e defendem. O treinador Roger Machado anotou tudo.
Bolaños disse que é preciso evitar a correria dos equatorianos no começo da partida e depois do intervalo. Prestar atenção nas jogadas pelas laterais, principal corredor de ataque dos times locais. Ficar atento no segundo tempo, quando o adversário costuma fazer substituições e apostar em jogadores mais velozes ainda. Não entrar no ritmo dos locais.
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