Bolzoni falou sobre o surto de caxumba em Porto Alegre (Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)
O Grêmio perdeu mais um jogador nesta segunda-feira. Porém, diferente do que o torcedor pode imaginar, não foi por conta de uma pancada no treinamento ou uma dor muscular por desgaste. Após afastar Luan e Henrique Almeida dos gramados, a caxumba derrubou Ramiro. A razão, esdrúxula ao mundo do futebol, preocupa o clube gaúcho. E pode não parar por aí, já que não há a confirmação de que os outros jogadores estão imunes à infecção. O departamento médico admite que haverá vacinação no elenco, embora não exatamente neste momento.
Antes de Ramiro, os atacantes Henrique Almeida e Luan já haviam sido diagnosticados com o problema – ambos são companheiros de quarto. Agora, o lateral e volante será desfalque para o Tricolor na partida contra a LDU, no Equador, na próxima semana, pelo período de 10 dias de isolamento. O médico Márcio Bolzoni reconheceu que o clube não tem muito controle sob a situação e que outros jogadores podem acabar sendo contaminados.
– È realmente uma preocupação, temos feito contato com colegas infectologistas para nos dar informação e nos ajudar na conduta. Estamos discutindo em qual momento faremos a vacina. Mas não será agora antes desta viagem ao Equador. Poderá haver um ou outro quadro ainda, sim. Todos os jogadores estão em observação. No Brasil, as campanhas de vacinação são praticamente obrigatórias – disse Bolzoni em entrevista coletiva.
Grupo do Grêmio pode ter novos casos de caxumba (Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)
Aos jogadores infectados, a orientação é de que fiquem isolados dos companheiros. A incubação do vírus dura de 10 a 15 dias. Por isso ainda não está descartado que outros jogadores sejam diagnosticados com o problema e virem posteriores desfalques ao Tricolor. A contaminação ocorre a partir de contatos próximos. Os integrantes do elenco também estão em busca de informações para confirmar se estão ou não imunes à caxumba.
– Temos que ter pelo menos 20 a 30 dias sem surgir nenhum caso. Mas há um surto na cidade. Eventualmente não estarão contaminando aqui, mas nada impede que continue a replicação fora e que traga um caso novo. A nossa ideia é fazer a vacina. Discutiremos o momento, que provavelmente será depois da volta do Equador – completou Bolzoni.
O Tricolor também manterá a postura anual de fazer a vacina contra a gripe H1N1 no elenco. A tendência é que Ramiro retome os trabalhos em 10 dias, após o período de isolamento. O centroavante Henrique Almeida deve estar à disposição no início da próxima semana. O lateral Marcelo Oliveira, por dores musculares, será desfalque na partida desta quarta, contra o Brasil, pelo Gauchão.
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Antes de Ramiro, os atacantes Henrique Almeida e Luan já haviam sido diagnosticados com o problema – ambos são companheiros de quarto. Agora, o lateral e volante será desfalque para o Tricolor na partida contra a LDU, no Equador, na próxima semana, pelo período de 10 dias de isolamento. O médico Márcio Bolzoni reconheceu que o clube não tem muito controle sob a situação e que outros jogadores podem acabar sendo contaminados.
– È realmente uma preocupação, temos feito contato com colegas infectologistas para nos dar informação e nos ajudar na conduta. Estamos discutindo em qual momento faremos a vacina. Mas não será agora antes desta viagem ao Equador. Poderá haver um ou outro quadro ainda, sim. Todos os jogadores estão em observação. No Brasil, as campanhas de vacinação são praticamente obrigatórias – disse Bolzoni em entrevista coletiva.
Grupo do Grêmio pode ter novos casos de caxumba (Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)Aos jogadores infectados, a orientação é de que fiquem isolados dos companheiros. A incubação do vírus dura de 10 a 15 dias. Por isso ainda não está descartado que outros jogadores sejam diagnosticados com o problema e virem posteriores desfalques ao Tricolor. A contaminação ocorre a partir de contatos próximos. Os integrantes do elenco também estão em busca de informações para confirmar se estão ou não imunes à caxumba.
– Temos que ter pelo menos 20 a 30 dias sem surgir nenhum caso. Mas há um surto na cidade. Eventualmente não estarão contaminando aqui, mas nada impede que continue a replicação fora e que traga um caso novo. A nossa ideia é fazer a vacina. Discutiremos o momento, que provavelmente será depois da volta do Equador – completou Bolzoni.
O Tricolor também manterá a postura anual de fazer a vacina contra a gripe H1N1 no elenco. A tendência é que Ramiro retome os trabalhos em 10 dias, após o período de isolamento. O centroavante Henrique Almeida deve estar à disposição no início da próxima semana. O lateral Marcelo Oliveira, por dores musculares, será desfalque na partida desta quarta, contra o Brasil, pelo Gauchão.
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