Em gestação entre os principais times do continente, a Liga Sul-Americana de clubes já é ameaçada por um racha entre a equipes brasileiras e de outros sete países. O motivo da discórdia foi a proposta de 12 agremiações nacionais para o estatuto da entidade. A previsão é de que uma reunião em maio sele o destino da entidade.
A Liga Sul-Americana de clubes foi criada em dezembro para confrontar a Conmebol e exigir melhores cotas relacionadas à Copa Libertadores. Os times brasileiros foram convidados em fevereiro a integrar o grupo em reunião em Buenos Aires. São eles: Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Santos, Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Cruzeiro, Atlético-MG, Inter e Grêmio.
Mas um encontro, nesta quinta-feira, em São Paulo, pode causar cisão na união recém-formada. Como mostrou o blog do Perrone, os times brasileiros – por meio de advogados do Corinthians, Inter e Palmeiras – fizeram uma proposta de dar maior poder no comitê executivo para as agremiações nacionais, e para as argentinas. Queriam um voto diferenciado, além de sede no Brasil. Isso tinha sido discutido em separado com os argentinos e uruguaios em reunião na quarta-feira.
A proposta desagradou bastante o grupo de clubes de sete países – Chile, Colômbia, Peru, Venezuela, Bolívia, Equador, e Paraguai. Na reunião, apenas um representante paraguaio concordou com parte da proposta, mas a maioria ficou contrariada. Houve surpresa ao se saber que o pacote tinha sido preparado na véspera em discussões em separado entre brasileiros, argentinos e uruguaios.
Pior, depois da reunião oficial, times dos outros sete países se encontraram e se mostraram bem irritados com o que consideraram uma postura arrogante dos brasileiros. Houve até quem cogitasse formar uma liga em separado sem as equipes nacionais. Há um pleito pela sede em Montevidéu, e votos igualitários.
Não ficou clara a posição de argentinos e uruguaios. Ambos também queiram a sede da liga em seus países, mas ajudaram os brasileiros a preparar a proposta de estatuto.
Representantes brasileiros não se mostraram preocupados com a reação dos times de outros países. Entendem que, se as agremiações estrangeiras querem formar outra liga, tudo bem. Neste caso, os 12 times nacionais atuariam sozinhos na defesa de seus interesses na Conmebol. A intenção dos grandes do país é uma entidade só focada em questões comerciais da Libertadores.
De qualquer maneira, é cedo para determinar se haverá um rompimento antes mesmo de formada a liga. O que existe é um desconforto grande entre as partes. Tudo dependerá da próxima reunião da liga marcada para maio, no Paraguai. Ali, será decidido se haverá um acordo e todos brigarão juntos por mais direitos junto a Conmebol, ou se farão cobranças em separado.
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Mas um encontro, nesta quinta-feira, em São Paulo, pode causar cisão na união recém-formada. Como mostrou o blog do Perrone, os times brasileiros – por meio de advogados do Corinthians, Inter e Palmeiras – fizeram uma proposta de dar maior poder no comitê executivo para as agremiações nacionais, e para as argentinas. Queriam um voto diferenciado, além de sede no Brasil. Isso tinha sido discutido em separado com os argentinos e uruguaios em reunião na quarta-feira.
A proposta desagradou bastante o grupo de clubes de sete países – Chile, Colômbia, Peru, Venezuela, Bolívia, Equador, e Paraguai. Na reunião, apenas um representante paraguaio concordou com parte da proposta, mas a maioria ficou contrariada. Houve surpresa ao se saber que o pacote tinha sido preparado na véspera em discussões em separado entre brasileiros, argentinos e uruguaios.
Pior, depois da reunião oficial, times dos outros sete países se encontraram e se mostraram bem irritados com o que consideraram uma postura arrogante dos brasileiros. Houve até quem cogitasse formar uma liga em separado sem as equipes nacionais. Há um pleito pela sede em Montevidéu, e votos igualitários.
Não ficou clara a posição de argentinos e uruguaios. Ambos também queiram a sede da liga em seus países, mas ajudaram os brasileiros a preparar a proposta de estatuto.
Representantes brasileiros não se mostraram preocupados com a reação dos times de outros países. Entendem que, se as agremiações estrangeiras querem formar outra liga, tudo bem. Neste caso, os 12 times nacionais atuariam sozinhos na defesa de seus interesses na Conmebol. A intenção dos grandes do país é uma entidade só focada em questões comerciais da Libertadores.
De qualquer maneira, é cedo para determinar se haverá um rompimento antes mesmo de formada a liga. O que existe é um desconforto grande entre as partes. Tudo dependerá da próxima reunião da liga marcada para maio, no Paraguai. Ali, será decidido se haverá um acordo e todos brigarão juntos por mais direitos junto a Conmebol, ou se farão cobranças em separado.
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