Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
Em um sábado pela manhã, nos idos de 1993, por razões eminentemente profissionais, sem nada que depusesse contra o técnico Cassiá, ele que teve que deixar de trabalhar no clube, após ter sido campeão gaúcho, circunstância que foi muito discutida à época. E como responsável pelo departamento de futebol, sofri inúmeras críticas.
Ainda na mesma manhã, perto do meio-dia, contratamos Felipão, que veio de Caxias do Sul. No dia seguinte, embarcamos todos para uma excursão à Europa. Na estreia, contra a Roma, no Estádio Olímpico, na capital italiana, o time jogava uma partida razoável, ainda desentrosado, devido à alteração de técnico, quando sofremos um gol, em que o jogador romano estava em flagrante impedimento.
Estávamos sentados no banco de reservas, próximo à linha lateral onde corria o auxiliar do lado direito do gramado. Validando o gol, o bandeirinha correu de imediato para o meio do campo. Tinha, no entanto, que passar a nossa frente no banco de reservas. Como quem não queria nada, quase que sorrateiramente, Felipão levantou-se e ficou parado junto à linha de curso do bandeirinha, que sem perceber, abalroou nosso técnico e caiu sentado.
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Estávamos sentados no banco de reservas, próximo à linha lateral onde corria o auxiliar do lado direito do gramado. Validando o gol, o bandeirinha correu de imediato para o meio do campo. Tinha, no entanto, que passar a nossa frente no banco de reservas. Como quem não queria nada, quase que sorrateiramente, Felipão levantou-se e ficou parado junto à linha de curso do bandeirinha, que sem perceber, abalroou nosso técnico e caiu sentado.
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