GAZETA PRESS
A Primeira Liga se reuniu nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, para discutir os seus planos para 2017. Uma comissão formada por representantes de Flamengo, Atlético-MG, Inter, Atlético-PR e Criciúma encaminhou os detalhes das possíveis mudanças: aumento de cinco para sete datas, arrecadação de R$ 100 milhões a ser dividida entre todos e finais disputadas em ida e volta.
O assunto será deliberado em assembleia com os seus 15 membros, prevista para abril.
Com a sua organização atrapalhada pelas brigas nos bastidores, a entidade contou uma receita de apenas R$ 5 milhões e a cervejaria Heineken, a Penalty e o Twitter como parceiros comerciais em sua primeira temporada.
Os cartolas chegaram a acusar a CBF e a federação carioca (FERJ) de costura política para sabotá-la no mercado.
Em virtude das incertezas que marcaram a sua entrada no calendário, ficou comprometida, por exemplo, a sua premiação: o vencedor da final entre Fluminense e Atlético-MG, no próximo dia 20 de abril, terá direito a somente R$ 500 mil. O vice-campeão receberá R$ 120 mil.
Agora com mais tempo para planejar os seus próximos passos, o objetivo é conseguir a receita estipulada inicialmente para 2016 de R$ 80 milhões a R$ 100 milhões.
A proposta para divisão das cotas, conforme conversado na reunião desta semana, seria da seguinte forma:
1) 50% do dinheiro, a ser distribuído igualmente entre os seus participantes. Foi sugerido o aumento de clubes de 12 para 16.
2) 25% a partir da audiência.
3) 25% destinado à premiação.
Para tornar o campeonato mais atrativo, a proposta é que suas finais sejam disputadas também em ida e volta a partir de 2017. Como teve melhor campanha nesta temporada, o Fluminense será o mandante da decisão contra o Atlético-PR e deve levá-la para Manaus.
A Primeira Liga é formada atualmente por América-MG, Avaí, Atlético-MG, Atlético-PR, Chapecoense, Coritiba, Criciúma, Cruzeiro, Figueirense, Fluminense, Flamengo, Inter, Joinville, Grêmio e Paraná.
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O assunto será deliberado em assembleia com os seus 15 membros, prevista para abril.
Com a sua organização atrapalhada pelas brigas nos bastidores, a entidade contou uma receita de apenas R$ 5 milhões e a cervejaria Heineken, a Penalty e o Twitter como parceiros comerciais em sua primeira temporada.
Os cartolas chegaram a acusar a CBF e a federação carioca (FERJ) de costura política para sabotá-la no mercado.
Em virtude das incertezas que marcaram a sua entrada no calendário, ficou comprometida, por exemplo, a sua premiação: o vencedor da final entre Fluminense e Atlético-MG, no próximo dia 20 de abril, terá direito a somente R$ 500 mil. O vice-campeão receberá R$ 120 mil.
Agora com mais tempo para planejar os seus próximos passos, o objetivo é conseguir a receita estipulada inicialmente para 2016 de R$ 80 milhões a R$ 100 milhões.
A proposta para divisão das cotas, conforme conversado na reunião desta semana, seria da seguinte forma:
1) 50% do dinheiro, a ser distribuído igualmente entre os seus participantes. Foi sugerido o aumento de clubes de 12 para 16.
2) 25% a partir da audiência.
3) 25% destinado à premiação.
Para tornar o campeonato mais atrativo, a proposta é que suas finais sejam disputadas também em ida e volta a partir de 2017. Como teve melhor campanha nesta temporada, o Fluminense será o mandante da decisão contra o Atlético-PR e deve levá-la para Manaus.
A Primeira Liga é formada atualmente por América-MG, Avaí, Atlético-MG, Atlético-PR, Chapecoense, Coritiba, Criciúma, Cruzeiro, Figueirense, Fluminense, Flamengo, Inter, Joinville, Grêmio e Paraná.
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