Lucas Uebel/Grêmio Oficial
O técnico Roger promoveu uma nova alternativa ao meio de campo tricolor na partida contra o Lajeadense. Ampliou a dúvida que cerca os armadores Lincoln e Douglas ao promover a entrada do garoto para jogar ao lado do veterano, e não substitui-lo, como vinha acontecendo até então.
Não é a primeira vez que vejo existir dúvida ao escalar dois armadores, - sejam os dois juntos ou ter de escolher entre um deles - já vi isso acontecer em outras equipes, com outros atletas, mas não vale a pena relembrar, visto que as características sempre serão diferentes. Esse dilema atualmente existe no Grêmio.
Comparando os dois, dia após dia o garoto Lincoln conquista cada vez mais defensores, visto que a esperança de uma jovem promessa tende a levar vantagem sobre um jogador já experiente, como é o caso de Douglas. Desde a primeira passagem pelo Tricolor, o agora grisalho camisa 10 recebe críticas por parte da torcida, sendo muitas vezes tido como principal culpado por más atuações, mesmo que de forma injusta em algumas delas.
Contudo, Roger achou uma posição para Douglas, e na melhor fase do tricolor gaúcho em 2015, ele foi fundamental, mesmo que muitas vezes sua contribuição quase não seja percebida, visto que não é ele quem costuma finalizar as jogadas, mas sim ajudar a construi-las, seja com ou sem a bola.
Tal forma de jogar, marcada pela posse de bola, - e conforme as expressões que o técnico Roger mais gosta de usar - amplitude e intensidade, não vinha sendo colocada em prática até então. Porém, foi justamente na oportunidade em que os dois meias em questão atuaram juntos que o Grêmio chegou mais perto de repetir o desempenho da temporada passada.
Isso muda a pergunta: ao invés de um ou outro, por que não os dois juntos?
Pois, se Roger encontrou uma forma e uma posição para Douglas atuar, Lincoln vem pedindo licença para jogar, indiferente da posição ou forma. Na oportunidade, o guri ocupou a vaga de Giuliano entre os 11 iniciais. Aqui uma observação ao camisa 8, que em pouco vem contribuindo neste início de temporada. Justifica-se pela má condição física ocasionada por lesões, mas só saberemos até que ponto isso é verdade quando o mesmo estiver plenamente recuperado e de volta aos gramados.
Mas, voltando ao assunto, além de ocupar a vaga de Giuliano, Lincoln também jogou pela mesma faixa do campo, mantendo Douglas no seu posicionamento usual, com as mesmas funções. Tal estratégia possibilitou ao time recuperar características que permitiram além de vencer, dominar a partida.
É evidente que entre Lincoln e Giuliano haverão diferenças, e compará-las acabará por estender o texto de maneira desnecessária, mas no sentido coletivo os dois podem cumprir a mesma função sem dever nada em relação de um para o outro.
Lincoln pode sim continuar sendo utilizado na faixa central da meia cancha, sendo quando Douglas não puder atuar ou tomando a posição de titular, algo que acredito que acontecerá naturalmente com o passar do tempo, mas as qualidades do garoto mostram ao técnico Roger que ele pode dar conta do recado em não apenas uma função, o que reforça as expectativas de que há um craque nascendo nas bandas do CT Luiz Carvalho. Torcemos que seja verdade!
Saudações Tricolores.
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Comparando os dois, dia após dia o garoto Lincoln conquista cada vez mais defensores, visto que a esperança de uma jovem promessa tende a levar vantagem sobre um jogador já experiente, como é o caso de Douglas. Desde a primeira passagem pelo Tricolor, o agora grisalho camisa 10 recebe críticas por parte da torcida, sendo muitas vezes tido como principal culpado por más atuações, mesmo que de forma injusta em algumas delas.
Contudo, Roger achou uma posição para Douglas, e na melhor fase do tricolor gaúcho em 2015, ele foi fundamental, mesmo que muitas vezes sua contribuição quase não seja percebida, visto que não é ele quem costuma finalizar as jogadas, mas sim ajudar a construi-las, seja com ou sem a bola.
Tal forma de jogar, marcada pela posse de bola, - e conforme as expressões que o técnico Roger mais gosta de usar - amplitude e intensidade, não vinha sendo colocada em prática até então. Porém, foi justamente na oportunidade em que os dois meias em questão atuaram juntos que o Grêmio chegou mais perto de repetir o desempenho da temporada passada.
Isso muda a pergunta: ao invés de um ou outro, por que não os dois juntos?
Pois, se Roger encontrou uma forma e uma posição para Douglas atuar, Lincoln vem pedindo licença para jogar, indiferente da posição ou forma. Na oportunidade, o guri ocupou a vaga de Giuliano entre os 11 iniciais. Aqui uma observação ao camisa 8, que em pouco vem contribuindo neste início de temporada. Justifica-se pela má condição física ocasionada por lesões, mas só saberemos até que ponto isso é verdade quando o mesmo estiver plenamente recuperado e de volta aos gramados.
Mas, voltando ao assunto, além de ocupar a vaga de Giuliano, Lincoln também jogou pela mesma faixa do campo, mantendo Douglas no seu posicionamento usual, com as mesmas funções. Tal estratégia possibilitou ao time recuperar características que permitiram além de vencer, dominar a partida.
É evidente que entre Lincoln e Giuliano haverão diferenças, e compará-las acabará por estender o texto de maneira desnecessária, mas no sentido coletivo os dois podem cumprir a mesma função sem dever nada em relação de um para o outro.
Lincoln pode sim continuar sendo utilizado na faixa central da meia cancha, sendo quando Douglas não puder atuar ou tomando a posição de titular, algo que acredito que acontecerá naturalmente com o passar do tempo, mas as qualidades do garoto mostram ao técnico Roger que ele pode dar conta do recado em não apenas uma função, o que reforça as expectativas de que há um craque nascendo nas bandas do CT Luiz Carvalho. Torcemos que seja verdade!
Saudações Tricolores.
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