Foto: Lucas Uebel/Grêmio
Todo início de temporada, comentaristas das mais diversas emissoras comparam o futebol executado no Brasil com o da Europa, e já de início ressalta-se a diferença no nível técnico apresentado aqui e lá.
Logicamente, as cifras que envolvem os gigantes europeus com qualquer clube brasileiro são incomparáveis, o que possibilita que o "lado de lá" da história possa contar com os melhores jogadores do mundo defendendo seus clubes (já imaginaram um Neymar, Cristiano Ronaldo, Messi defendendo o Grêmio? Eu já, várias vezes...). Porém, o bom senso faz com que esse argumento seja relevado. Sem contar que aqui também existem bons jogadores, isso já foi provado nas várias vezes que nós, clubes brasileiros, saímos vencedores em duelos com os europeus.
Já se valendo de uma teoria mais coerente, a forma com que os clubes em questão se preparam para cada temporada que está por vir sempre é citada como diferencial. Vale lembrar que lá, nos países das principais ligas do continente europeu, não existem campeonatos regionais, embora seja cada vez mais comum excursões dos clubes ao redor do mundo para divulgar sua marca. Mas mesmo essas excursões são bem planejadas, e não comprometem o preparo físico e técnico dos atletas, bem como o trabalho das comissões técnicas.
Aqui, convivemos com uma pré-temporada curta, um processo de preparo de equipe acelerado a tempo de poder disputar regionais, e os consequentes efeitos que tudo isso causa em cada atleta, independente da equipe.
Não fosse assim, não veríamos tantos técnicos reclamando do exaustivo calendário futebolístico brasileiro, comemorando qualquer tempo livre que tenham para exercer suas plenas funções como treinadores, de fato poder treinar sua equipe.
É o que acontece agora com Roger e Grêmio.
Não, não teremos um hiato de partidas oficiais nos próximos dias - o gauchão segue seu rumo, não será interrompido - mas não tem relevância se for comparado a Copa Libertadores, e de qualquer forma, com a vitória sobre o Ypiranga de Erechim, já garantimos antecipadamente nossa classificação para a segunda fase do estadual. Porém, o intervalo entre o jogo com o San Lorenzo até o próximo, contra a LDU, surge como oportunidade ímpar para Roger trabalhar sua equipe.
Tempo para "ler" seu time, identificar todos os problemas e buscar e executar alternativas para corrigi-los.
Posicionamento, transição, passe, cruzamento, finalização, tudo pode ser trabalhado com paciência pelo treinador gremista para que, apesar da altitude, possamos apresentar um futebol de melhor qualidade lá no Equador e buscar um resultado que nos garanta a classificação com mais tranquilidade.
Por tudo isso, sigo defendendo a tese de usar o Gauchão para dar oportunidades aos jovens do elenco mostrarem seu futebol, e deixar aqueles de mais idade e recurso técnico suficiente que faz com que sejam considerados titulares se recuperarem de qualquer problema físico existente, e exercitarem o bom futebol que podem apresentar. Se os jovens não tivessem chance de jogar, não veríamos um projeto de craque, que é o Lincoln, surgir e fazer um gol a lá prêmio Puskas, não é mesmo?!
Enfim, esse tempo de "folga" é uma grande chance de ajeitar a equipe, primeiramente com o descanso necessário para que cada um dos atletas que apresentam problemas físicos como lesões ou desgastes possam se recuperar, para que enfim estejam todos em plenas condições de treinar em alto nível, e que consequentemente possam atuar em alto nível.
É contigo, "Pepe GuardiRoger"!
Saudações Tricolores.
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Já se valendo de uma teoria mais coerente, a forma com que os clubes em questão se preparam para cada temporada que está por vir sempre é citada como diferencial. Vale lembrar que lá, nos países das principais ligas do continente europeu, não existem campeonatos regionais, embora seja cada vez mais comum excursões dos clubes ao redor do mundo para divulgar sua marca. Mas mesmo essas excursões são bem planejadas, e não comprometem o preparo físico e técnico dos atletas, bem como o trabalho das comissões técnicas.
Aqui, convivemos com uma pré-temporada curta, um processo de preparo de equipe acelerado a tempo de poder disputar regionais, e os consequentes efeitos que tudo isso causa em cada atleta, independente da equipe.
Não fosse assim, não veríamos tantos técnicos reclamando do exaustivo calendário futebolístico brasileiro, comemorando qualquer tempo livre que tenham para exercer suas plenas funções como treinadores, de fato poder treinar sua equipe.
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Enfim, esse tempo de "folga" é uma grande chance de ajeitar a equipe, primeiramente com o descanso necessário para que cada um dos atletas que apresentam problemas físicos como lesões ou desgastes possam se recuperar, para que enfim estejam todos em plenas condições de treinar em alto nível, e que consequentemente possam atuar em alto nível.
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