Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Não é só o gremista fanático, conhecedor do peso da Libertadores e da importância do jogo de logo mais, que aguarda com ansiedade o enfrentamento com o San Lorenzo. A veia ofensiva das duas equipes que estarão em campo na Arena transforma a partida em prato cheio até para observadores mais distanciados.
Se equilibra na linha tênue entre a inovação e a loucura o trabalho do técnico do San Lorenzo, Pablo Guede. É um fundamentalista do ataque, seguidor ferrenho dos ensinamentos de gente renomada como Guardiola, Bielsa e Sampaoli.
Por conta das ideias extremas do novo comandante, esperava-se uma arrancada tumultuada da equipe na temporada. Era necessário um período de adaptação. Nos primeiros jogos, porém, Guede viveu uma lua de mel com o torcedor. O auge do romance veio após a goleada aplicada no Boca Juniors, que valeu o título da Supercopa Argentina.
A oscilação, aguardada nos primeiros jogos, veio agora. A ousadia quase irresponsável tem sido criticada em meio aos resultados inconstantes do time. A imprensa argentina bate firme nas escalações tidas como "malucas", como o 3-3-1-3 que foi a campo para enfrentar o Toluca. "Mais louco que o Loco", ironizou o diário Olé, fazendo referência ao "Loco" Bielsa, uma das inspirações profissionais de Guede.
Fato é que o argentino não abdica de atacar, onde quer que esteja e contra qualquer adversário. Até aqui, seu sistema preferencial é o 4-1-3-2, que nos piores momentos abandona o ótimo volante Mussis à própria sorte na tarefa de marcar os meio-campistas rivais. Por outro lado, a abundância de jogadores técnicos do meio para frente torna o San Lorenzo perigoso.
Há muitas opções para preencher as cinco posições mais ofensivas. Ortigoza e Romagnoli têm bom passe para organizar o jogo, Blanco e Belluschi são dinâmicos para ocupar os flancos, Cerutti é um driblador veloz e ainda há Cauteruccio, Villalba e Matos. Isso sem falar nas constantes subidas do excelente lateral-direito Buffarini.
Roger não é tão "louco" quanto seu adversário de casamata na noite desta quarta, mas há pontos em comum nos dois comandantes.
O Grêmio, por mais que tenha momentos de maior resguardo, foi construído para atacar. Destaca-se quando adianta a marcação e pressiona o adversário até recuperar a bola, que é valorizada com longas trocas de passes.
Se respeitarem as ideias de seus técnicos, Grêmio e San Lorenzo farão um enfrentamento em que o resultado, de importância decisiva, será perseguido sem prejuízo da estética. A noite de quarta tem ingredientes para ser, além de um teste para o coração dos mais fanáticos, um deleite aos olhos de quem não torce para nenhum dos lados.
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Não é só o gremista fanático, conhecedor do peso da Libertadores e da importância do jogo de logo mais, que aguarda com ansiedade o enfrentamento com o San Lorenzo. A veia ofensiva das duas equipes que estarão em campo na Arena transforma a partida em prato cheio até para observadores mais distanciados.
Se equilibra na linha tênue entre a inovação e a loucura o trabalho do técnico do San Lorenzo, Pablo Guede. É um fundamentalista do ataque, seguidor ferrenho dos ensinamentos de gente renomada como Guardiola, Bielsa e Sampaoli.
Por conta das ideias extremas do novo comandante, esperava-se uma arrancada tumultuada da equipe na temporada. Era necessário um período de adaptação. Nos primeiros jogos, porém, Guede viveu uma lua de mel com o torcedor. O auge do romance veio após a goleada aplicada no Boca Juniors, que valeu o título da Supercopa Argentina.
A oscilação, aguardada nos primeiros jogos, veio agora. A ousadia quase irresponsável tem sido criticada em meio aos resultados inconstantes do time. A imprensa argentina bate firme nas escalações tidas como "malucas", como o 3-3-1-3 que foi a campo para enfrentar o Toluca. "Mais louco que o Loco", ironizou o diário Olé, fazendo referência ao "Loco" Bielsa, uma das inspirações profissionais de Guede.
Fato é que o argentino não abdica de atacar, onde quer que esteja e contra qualquer adversário. Até aqui, seu sistema preferencial é o 4-1-3-2, que nos piores momentos abandona o ótimo volante Mussis à própria sorte na tarefa de marcar os meio-campistas rivais. Por outro lado, a abundância de jogadores técnicos do meio para frente torna o San Lorenzo perigoso.
Há muitas opções para preencher as cinco posições mais ofensivas. Ortigoza e Romagnoli têm bom passe para organizar o jogo, Blanco e Belluschi são dinâmicos para ocupar os flancos, Cerutti é um driblador veloz e ainda há Cauteruccio, Villalba e Matos. Isso sem falar nas constantes subidas do excelente lateral-direito Buffarini.
Roger não é tão "louco" quanto seu adversário de casamata na noite desta quarta, mas há pontos em comum nos dois comandantes.
O Grêmio, por mais que tenha momentos de maior resguardo, foi construído para atacar. Destaca-se quando adianta a marcação e pressiona o adversário até recuperar a bola, que é valorizada com longas trocas de passes.
Se respeitarem as ideias de seus técnicos, Grêmio e San Lorenzo farão um enfrentamento em que o resultado, de importância decisiva, será perseguido sem prejuízo da estética. A noite de quarta tem ingredientes para ser, além de um teste para o coração dos mais fanáticos, um deleite aos olhos de quem não torce para nenhum dos lados.
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