Vitinho melhorou o Inter no segundo tempo (Foto: Diego Guichard / GloboEsporte.com)
O Gre-Nal 409 movimentou muito mais fora de campo do que propriamente dentro das quatro linhas. Um jogo extremamente estudado, com vantagem ao Grêmio na posse de bola e nas chances criadas. Mas que não trouxe novidades e apenas reiterou os trabalhos que Roger Machado e Argel Fucks já faziam no comando de suas equipes. O Tricolor encontrou pela frente um paredão, que por vezes marcava com duas linhas próximas e tentava assustar nos contra-ataques.
O início da partida foi gremista. A iniciativa do jogo foi dos donos da casa, que contaram com o apoio de mais de 48 mil torcedores, em novo recorde de público na Arena. Miller Bolaños, antes de virar personagem pelas fraturas no maxilar, havia quase marcado em arremate próximo da área.
As formações não trouxeram novidades. Argel manteve a escalação vitoriosa na última rodada contra o Juventude, com Andrigo pela direita e Vitinho no banco de reservas. O meia, porém, por característica e orientação, procura o centro para armar. E abre um corredor para o lateral avançar. Aylon foi um abnegado retornando para marcar pela ponta direita. Só que o Colorado entrou primeiro para marcar. Os ataques vinham quando, estrategicamente, havia um recuo de bola, para chamar as linhas gremistas, e uma bola longa.
– Tecnicamente, o Gre-Nal não foi muito bom, principalmente no primeiro tempo, que teve poucas chances de gol. O segundo foi melhor, conseguimos ter chances claras – avaliou Argel.
Os extremas do Grêmio batiam com os laterais colorados. Luan articulou o jogo da ponta esquerda para o meio, com troca de posições com Miller, Douglas e até mesmo Giuliano. O Inter segurou a pressão inicial gremista e cresceu no primeiro tempo, mas a superioridade foi do Grêmio.
A segunda etapa teve uma mudança significativa com a saída de Bolaños. O time de Roger perdeu em mobilidade, velocidade e vitória pessoal com Henrique Almeida. Não encaixou o seu jogo com a característica do centroavante, que permaneceu mais centralizado durante grande parte do jogo.
– O Inter corrigiu a questão de posicionamento do que estávamos levando vantagem. Era natural equilibrar, foi um equilíbrio que não se traduziu em maiores oportunidades. Continuamos com domínio. Foi uma superioridade que nos permitia ter o controle da partida. Naturalmente, com as trocas que o Argel fez, o Inter cresceu. É um clássico nervoso, disputado, aguerrido e esse foi jogado – analisou Roger.
O Inter ajustou o posicionamento no meio-campo. Fabinho centralizou, com Rodrigo Dourado pelo lado esquerdo e Andrigo pela direita, com a entrada de Vitinho no ataque. A troca de funções entre ele, Aylon e Sasha foi constante. E melhorou o time do Inter. Retornando de lesão, teve vantagem em um lance pessoal e quase marcou ao completar contra-ataque muito rápido puxado por Sasha. No lance, Wesley perdeu a bola no ataque e acarretou a jogada – o atacante colorado deixou Fred no chão com uma meia-lua.

Grêmio perde movimentação sem Miller e fica mais previsível (Foto: Reprodução)
O Grêmio, por sua vez, não mudou a característica do seu jogo. Passou a ser mais incisivo pelo lado esquerdo de ataque com a entrada de Everton pelo setor, tentando ter vantagem em jogadas de velocidade. Giuliano e Luan, este na pequena área, perderam chances claras de gol.
Ao final da partida, o 0 a 0 poderia ter sido 1 a 1, frente as duas chances claras perdidas no clássico. Mas a igualdade no placar fez jus ao futebol nem tão bom assim apresentado em campo.
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O início da partida foi gremista. A iniciativa do jogo foi dos donos da casa, que contaram com o apoio de mais de 48 mil torcedores, em novo recorde de público na Arena. Miller Bolaños, antes de virar personagem pelas fraturas no maxilar, havia quase marcado em arremate próximo da área.
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O Inter ajustou o posicionamento no meio-campo. Fabinho centralizou, com Rodrigo Dourado pelo lado esquerdo e Andrigo pela direita, com a entrada de Vitinho no ataque. A troca de funções entre ele, Aylon e Sasha foi constante. E melhorou o time do Inter. Retornando de lesão, teve vantagem em um lance pessoal e quase marcou ao completar contra-ataque muito rápido puxado por Sasha. No lance, Wesley perdeu a bola no ataque e acarretou a jogada – o atacante colorado deixou Fred no chão com uma meia-lua.

Grêmio perde movimentação sem Miller e fica mais previsível (Foto: Reprodução)
O Grêmio, por sua vez, não mudou a característica do seu jogo. Passou a ser mais incisivo pelo lado esquerdo de ataque com a entrada de Everton pelo setor, tentando ter vantagem em jogadas de velocidade. Giuliano e Luan, este na pequena área, perderam chances claras de gol.
Ao final da partida, o 0 a 0 poderia ter sido 1 a 1, frente as duas chances claras perdidas no clássico. Mas a igualdade no placar fez jus ao futebol nem tão bom assim apresentado em campo.
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