Felipão e Bauer juntos na época em que o técnico trabalhou no Cruzeiro
Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
O padre Pedro Bauer anda de trajes civis, jeans, pólo, reserva a batina às missas, gosta de futebol e tem fama de pé-quente. Mais do que isso, é torcedor do Criciúma, do Palmeiras e, pelo jeito, é o mais novo simpatizante do Grêmio. Suas preferências coincidem com a trajetória do técnico Luiz Felipe, de quem se tornou amigo quase confessional desde 1991.
No Criciúma e no Palmeiras, o padre entrou no vestiário nos momentos sagrados de antes dos jogos e concedeu rápidas palestras aos jogadores, à convite de Felipão.
Neste domingo, o religioso vem de São Paulo para assistir ao Gre-Nal do Beira-Rio. Seu hotel? Deville, o mesmo da concentração do Grêmio, perto do aeroporto. A julgar pelos anos anteriores, ele receberá convocação do técnico e dará algumas palavras ao grupo na preleção de preparação ao clássico.
O que um padre diz aos jogadores sob a tensão de entrar em campo?
— Eu evito falar de religião porque, afinal, no vestiário há católicos, evangélicos de vários cultos, espíritas, e não quero impor uma visão. Minha mensagem é sobre a fé em conseguir as coisas, a fé em Deus — diz Pedro Bauer, 65 anos, mesma idade do amigo famoso.
A amizade vem de quando Felipão treinou o Criciúma e disputou a final da Copa do Brasil contra o próprio Grêmio, em 1991. Bauer acompanhou a delegação catarinense ao Sul e se hospedou na concentração do clube, o Canoas Parque Hotel. A pedido do técnico, ele deu palestra ao grupo, e o Criciúma levou do Olímpico um valoroso empate em 1 a 1. Combinando com o resultado de 0 a 0 no jogo de volta, os catarinenses conquistaram o título inédito, e Felipão descobriu um amuleto amigo. Desde então o padre se tornou gente de casa na família dos Scolari.
— Felipão me "obrigava" a concentrar em hoteis com seus times na hora das decisões — conta o padre, em tom de brincadeira.
Ele exagera com humor, mas a verdade é que o reverendo sempre concentrou com o Palmeiras nos momentos de grandes jogos, seja em São Paulo ou em hotel de Barueri, na academia de José Roberto Guimarães. Foi figura corrente no Parque Antártica durante as campanhas das conquistas da Copa do Brasil e da Libertadores ao final dos anos 1990. Fazia refeições no grupo, assistia aos treinamentos e convivia reservadamente com jogadores para ler trechos da Bíblia. Evair, Euler e Júnior eram alguns dos seus seguidores, muitas vezes sob o som do teclado de César Sampaio.
Quando Luiz Felipe assumiu a Seleção Brasileira, o padre evitou aparecer na Granja Comary, as visitas foram apenas pessoais. Ele explica:
— Deixei o Felipe bastante livre. Se vai padre, vão querer levar pastor.
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Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
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No Criciúma e no Palmeiras, o padre entrou no vestiário nos momentos sagrados de antes dos jogos e concedeu rápidas palestras aos jogadores, à convite de Felipão.
Neste domingo, o religioso vem de São Paulo para assistir ao Gre-Nal do Beira-Rio. Seu hotel? Deville, o mesmo da concentração do Grêmio, perto do aeroporto. A julgar pelos anos anteriores, ele receberá convocação do técnico e dará algumas palavras ao grupo na preleção de preparação ao clássico.
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— Eu evito falar de religião porque, afinal, no vestiário há católicos, evangélicos de vários cultos, espíritas, e não quero impor uma visão. Minha mensagem é sobre a fé em conseguir as coisas, a fé em Deus — diz Pedro Bauer, 65 anos, mesma idade do amigo famoso.
A amizade vem de quando Felipão treinou o Criciúma e disputou a final da Copa do Brasil contra o próprio Grêmio, em 1991. Bauer acompanhou a delegação catarinense ao Sul e se hospedou na concentração do clube, o Canoas Parque Hotel. A pedido do técnico, ele deu palestra ao grupo, e o Criciúma levou do Olímpico um valoroso empate em 1 a 1. Combinando com o resultado de 0 a 0 no jogo de volta, os catarinenses conquistaram o título inédito, e Felipão descobriu um amuleto amigo. Desde então o padre se tornou gente de casa na família dos Scolari.
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Ele exagera com humor, mas a verdade é que o reverendo sempre concentrou com o Palmeiras nos momentos de grandes jogos, seja em São Paulo ou em hotel de Barueri, na academia de José Roberto Guimarães. Foi figura corrente no Parque Antártica durante as campanhas das conquistas da Copa do Brasil e da Libertadores ao final dos anos 1990. Fazia refeições no grupo, assistia aos treinamentos e convivia reservadamente com jogadores para ler trechos da Bíblia. Evair, Euler e Júnior eram alguns dos seus seguidores, muitas vezes sob o som do teclado de César Sampaio.
Quando Luiz Felipe assumiu a Seleção Brasileira, o padre evitou aparecer na Granja Comary, as visitas foram apenas pessoais. Ele explica:
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