Foto: Diego Vara / Agência RBS
O Grêmio não precisou de sua força máxima para bater o Veranópolis, por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, no Estádio Antônio David Farina, com gol de Bobô. Com os mesmos nove pontos do Juventude, supera a equipe de Caxias do Sul pelo inusitado critérios de menos cartões amarelos recebidos. Poupado, o time principal volta a se utilizado na sexta, contra o São José, véspera da viagem ao México para a estreia na Libertadores.
Foram apenas dois treinamentos, segunda e terça-feira. Tempo insuficiente para esperar entrosamento da equipe reserva mandada a campo por Roger Machado. Como se poderia prever, faltou ao time a dinâmica que os titulares conseguem imprimir. A transição entre meio e ataque, por vezes, foi lenta, muito por conta da competência defensiva do Veranópolis. Também não havia a habitual aproximação dos setores, problema que o treinador havia detectado mesmo na vitória contra o Coritiba, pela Primeira Liga.
Com pouca mobilidade, Bobô pouco ajudava na criação e não prendia a bola na frente. Fernandinho alternava boas arrancadas pela esquerda, com cruzamentos sem direção. Outro problema grave era a fala de lucidez na armação das jogadas de Edinho e Moisés, que sairia com lesão no joelho direito ainda no primeiro tempo.
Em busca de recuperação, o Veranópolis teve o prejuízo de perder Washington e Lúcio por lesão nos primeiros 12 minutos. Ainda assim, manteve a organização. Mais preocupado em se defender, só arriscou a 27 minutos, em chute sem direção de Felipe Guedes.
O Grêmio só criava quando Giuliano e Lincoln se aproximavam. O primeiro, no teste decisivo para enfrentar o Toluca, pela Libertadores, foi intenso, tanto quando recuava para auxiliar na marcação, quanto nas investidas pela direita e pelo centro do campo, apesar da rigidez defensiva do Veranópolis. Lincoln, com técnica apurada, também buscou espaços e foi perigoso em lances de bola parada. Da combinação entre os dois, surgiram as chances mais claras do Grêmio na primeira etapa. A 28 minutos, Giuliano fez passe rasteiro e Lincoln, com um toque leve, por cobertura, acertou a trave. A 36 minutos, Lincoln foi quem passou para Giuliano, que livrou-se de dois marcadores e chutou por cima.
A classe de Lincoln mudou o panorama da partida logo na abertura do segundo tempo. A cinco minutos, com sutileza, ele serviu a Bobô, que teve competência para desviar de Léo Rodrigues com um chute de pé esquerdo e fazer 1 a 0.
Abalado, e com outro jogador substituído por lesão, desta vez Dagostini, o Veranópolis passou a oferecer espaços e esteve perto de sofrer o segundo gol a nove minutos, em chute de Fernandinho.
Sem sofrer riscos, Roger rejuvenesceu a equipe ao trocar Giuliano por Tontini e o Grêmio aumentou a frequência de seus ataques. O Veranópolis apostava em cruzamentos altos, apostando em vacilos defensivos. Um deles ocorreu e foi grave. A 23 minutos, Massari cruzou da esquerda, Burno Grassi vacilou na saída e Julio Madureira, sozinho, cabeceou para fora.
A queda de qualidade da partida foi flagrante. Bobô sumiu outra vez e só Fernandinho pressionava, ainda assim sem consequência mais grave. A rotina de lances pouco inspirados foi quebrada pela técnica de Tontini, que descobriu Bobô com um passe certeiro, mas o centroavante concluiu com defeito.
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O Grêmio não precisou de sua força máxima para bater o Veranópolis, por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, no Estádio Antônio David Farina, com gol de Bobô. Com os mesmos nove pontos do Juventude, supera a equipe de Caxias do Sul pelo inusitado critérios de menos cartões amarelos recebidos. Poupado, o time principal volta a se utilizado na sexta, contra o São José, véspera da viagem ao México para a estreia na Libertadores.
Foram apenas dois treinamentos, segunda e terça-feira. Tempo insuficiente para esperar entrosamento da equipe reserva mandada a campo por Roger Machado. Como se poderia prever, faltou ao time a dinâmica que os titulares conseguem imprimir. A transição entre meio e ataque, por vezes, foi lenta, muito por conta da competência defensiva do Veranópolis. Também não havia a habitual aproximação dos setores, problema que o treinador havia detectado mesmo na vitória contra o Coritiba, pela Primeira Liga.
Com pouca mobilidade, Bobô pouco ajudava na criação e não prendia a bola na frente. Fernandinho alternava boas arrancadas pela esquerda, com cruzamentos sem direção. Outro problema grave era a fala de lucidez na armação das jogadas de Edinho e Moisés, que sairia com lesão no joelho direito ainda no primeiro tempo.
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O Grêmio só criava quando Giuliano e Lincoln se aproximavam. O primeiro, no teste decisivo para enfrentar o Toluca, pela Libertadores, foi intenso, tanto quando recuava para auxiliar na marcação, quanto nas investidas pela direita e pelo centro do campo, apesar da rigidez defensiva do Veranópolis. Lincoln, com técnica apurada, também buscou espaços e foi perigoso em lances de bola parada. Da combinação entre os dois, surgiram as chances mais claras do Grêmio na primeira etapa. A 28 minutos, Giuliano fez passe rasteiro e Lincoln, com um toque leve, por cobertura, acertou a trave. A 36 minutos, Lincoln foi quem passou para Giuliano, que livrou-se de dois marcadores e chutou por cima.
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Abalado, e com outro jogador substituído por lesão, desta vez Dagostini, o Veranópolis passou a oferecer espaços e esteve perto de sofrer o segundo gol a nove minutos, em chute de Fernandinho.
Sem sofrer riscos, Roger rejuvenesceu a equipe ao trocar Giuliano por Tontini e o Grêmio aumentou a frequência de seus ataques. O Veranópolis apostava em cruzamentos altos, apostando em vacilos defensivos. Um deles ocorreu e foi grave. A 23 minutos, Massari cruzou da esquerda, Burno Grassi vacilou na saída e Julio Madureira, sozinho, cabeceou para fora.
A queda de qualidade da partida foi flagrante. Bobô sumiu outra vez e só Fernandinho pressionava, ainda assim sem consequência mais grave. A rotina de lances pouco inspirados foi quebrada pela técnica de Tontini, que descobriu Bobô com um passe certeiro, mas o centroavante concluiu com defeito.
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