Direção avalia que contratação de Barcos está fora do padrão financeiro
Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS
Os primeiros 10 dias de 2016 se foram e nada de reforços no ataque tricolor. Permanece a cautela, logo, a semana corre e Roger Machado segue sem um atacante confiável para Libertadores.
Com moedas contadas, é compreensível a prudência da direção. Contudo, deve-se cuidar para não transformar paciência em paralisia. Ao torcedor cabe a angústia de todos os dias esperar pela boa notícia que não chega.
Todos os nomes especulados são descartados pela direção, que acerta ao negar tudo, já que levou três balões ao comentar as negociações de Henrique, Zelarayán e Fernández. O que me preocupa é a demora, que vai prejudicar a montagem do time. Quando chegar o tal artilheiro, ele precisará de tempo para entrar em forma física e para se entrosar. E a Libertadores começa peleada.
No fim de semana, um tuíte do irmão de Barcos, Gabriel, provocou frisson. "Copa Libertadores!!! #PirataCopero", registrou o hermano, que não explicou a mensagem enigmática. A direção do Grêmio descarta repatriar o argentino, cujo salário é pesado.
Se Barcos reforçar um time brasileiro, como o Corinthians, é de se lamentar, porém é compreensível. O Timão tem mais grana. Vale o mesmo para um mexicano. Caso o Pirata atraque em um clube sul-americano, teremos um episódio de incompetência azul. Os vizinhos da América em bom momento financeiro têm menor poderio do que o Grêmio em sua fase de carestia. A alta do dólar dificulta a vida de todos.
A saída de Maxi Rodríguez, que teima em não se firmar, abre fôlego para uma investida. O Peñarol pagará os salários do uruguaio. Para muitos torcedores, é a oportunidade de buscar Alán Ruiz de novo. Gostaria de tê-lo na Arena outra vez, mas o argentino não vale R$ 100 mil mensais. Não conseguiu se firmar em um time de terceira linha de seu país. Vive de um Gre-Nal maravilhoso em 2014.
A ansiedade do torcedor é ampliada por um mercado de opções discutíveis e caras. Abro a semana no aguardo por novidades. Há um mês e meio o Grêmio sabe que disputará a Libertadores. Está passando da hora de contratar um atacante.
***
Fiquei deveras impressionado com a grandiosidade do estádio em que foi disputada a Florida Cup. Digno da envergadura do torneio.
VEJA TAMBÉM
- Arthur negocia permanência com Grêmio antes de definição da Juventus.
- Palmeiras descontente com negociação de Weverton com Grêmio
- Avenida x Grêmio: como assistir, escalações e arbitragem
Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS
Os primeiros 10 dias de 2016 se foram e nada de reforços no ataque tricolor. Permanece a cautela, logo, a semana corre e Roger Machado segue sem um atacante confiável para Libertadores.
Com moedas contadas, é compreensível a prudência da direção. Contudo, deve-se cuidar para não transformar paciência em paralisia. Ao torcedor cabe a angústia de todos os dias esperar pela boa notícia que não chega.
Todos os nomes especulados são descartados pela direção, que acerta ao negar tudo, já que levou três balões ao comentar as negociações de Henrique, Zelarayán e Fernández. O que me preocupa é a demora, que vai prejudicar a montagem do time. Quando chegar o tal artilheiro, ele precisará de tempo para entrar em forma física e para se entrosar. E a Libertadores começa peleada.
No fim de semana, um tuíte do irmão de Barcos, Gabriel, provocou frisson. "Copa Libertadores!!! #PirataCopero", registrou o hermano, que não explicou a mensagem enigmática. A direção do Grêmio descarta repatriar o argentino, cujo salário é pesado.
Se Barcos reforçar um time brasileiro, como o Corinthians, é de se lamentar, porém é compreensível. O Timão tem mais grana. Vale o mesmo para um mexicano. Caso o Pirata atraque em um clube sul-americano, teremos um episódio de incompetência azul. Os vizinhos da América em bom momento financeiro têm menor poderio do que o Grêmio em sua fase de carestia. A alta do dólar dificulta a vida de todos.
A saída de Maxi Rodríguez, que teima em não se firmar, abre fôlego para uma investida. O Peñarol pagará os salários do uruguaio. Para muitos torcedores, é a oportunidade de buscar Alán Ruiz de novo. Gostaria de tê-lo na Arena outra vez, mas o argentino não vale R$ 100 mil mensais. Não conseguiu se firmar em um time de terceira linha de seu país. Vive de um Gre-Nal maravilhoso em 2014.
A ansiedade do torcedor é ampliada por um mercado de opções discutíveis e caras. Abro a semana no aguardo por novidades. Há um mês e meio o Grêmio sabe que disputará a Libertadores. Está passando da hora de contratar um atacante.
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Fiquei deveras impressionado com a grandiosidade do estádio em que foi disputada a Florida Cup. Digno da envergadura do torneio.
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Comentários
Comentários (1)
tomara que não seja um Vitinho ou Schuster
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