Assinantes informam seus clubes às operadoras ao fechar pacote
Insatisfeitos com a distribuição do dinheiro do pay-per-view, os clubes põem na parede, mais uma vez, o Ibope e a Datafolha, responsáveis pela pesquisa que define o ranking de venda de pacotes. Em reunião nesta semana, em São Paulo, eles ressaltaram que a atual metodologia não é confiável e sugeriram à Rede Globo que passe a se apoiar na base de dados das operadoras de TV por assinatura.
Em sua maioria, na contratação do canal Premiere, elas perguntam ao titular da conta o time para o qual torce - e mesmo que isso não aconteça, há a opção de cadastro posterior.
Existem até mesmo grupos de torcedores se mobilizando na internet e incentivando outros para que verifiquem suas respectivas situações junto às operadoras. O movimento não passou despercebido às equipes.
Os cartolas destacam a praticidade do banco de dados, que não exigiria uma pesquisa para a sua montagem.
"Isso foi discutido com alguma veemência (no último encontro). Acho que essa coisa de atender telefone, falar por outra pessoa, algo que demanda extrema confiabilidade. E o Brasil é um país em que a confiabilidade, infelizmente, não está entre nossas qualidades. Os métodos hoje são extremamente vulneráveis", afirma o presidente do Goiás, Sergio Rassi, ao ESPN.com.br.
"Na era da informação, por que não utilizamos ela (a base das operadoras)? Evitaria a vulnerabilidade. Existe o ponto de vista de que teríamos, assim, uma amostragem muito maior e mais real", prossegue.
A reunião, que aconteceu na sede da Globo, em São Paulo, foi conduzida, em boa parte, pelos institutos Ibope e Datafolha, que explicaram como são feitas as pesquisas - resumidamente, através de ligação para a residência do assinante, que informa o clube para o qual torce e também o de todas as pessoas da casa. As equipes querem que somente o titular da conta passe agora a ser levado em conta.
A média simples entre o resultado das pesquisas das duas empresas define o rateio do pagamento aos 18 clubes que possuem contrato de longo prazo com a Globo.
Mesmo com contrato em vigor, a continuidade delas não é assegurada pelos dirigentes.
"Por enquanto", respondeu o mandatário do Santos, Modesto Roma.
No novo modelo de contrato proposto para o pay-per-view, o dinheiro seria rateado obedecendo os seguintes critérios: 1/3 em divisão igualitária, 1/3 a partir da classificação do Brasileiro e 1/3 através de pesquisa.
Primeiro e segundo lugar, Flamengo e Corinthians são contra.
"Não é questão de favorecer (aos demais). É questão de justiça. Eles viveram dessa 'espanholização' por muito tempo. Não queremos saber se estão achando ruim. Eles têm é que agradecer por terem sido beneficiados por tanto tempo", finalizou Sergio Rassi.
Segundo apurado pela reportagem, para colocar em prática a sugestão dos times, a Globo teria de contar com a cooperação das operadoras, o que supostamente não ocorre hoje.
Ao todo, 18 clubes contam hoje com contrato com a emissora até 2018: Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Santos, Flamengo, Vasco, Fluminense, Botafogo, Grêmio, Inter, Atlético-MG, Cruzeiro, Coritiba, Atlético-PR, Goiás, Bahia, Vitória e Sport.
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Existem até mesmo grupos de torcedores se mobilizando na internet e incentivando outros para que verifiquem suas respectivas situações junto às operadoras. O movimento não passou despercebido às equipes.
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"Isso foi discutido com alguma veemência (no último encontro). Acho que essa coisa de atender telefone, falar por outra pessoa, algo que demanda extrema confiabilidade. E o Brasil é um país em que a confiabilidade, infelizmente, não está entre nossas qualidades. Os métodos hoje são extremamente vulneráveis", afirma o presidente do Goiás, Sergio Rassi, ao ESPN.com.br.
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