Foto: Bruno Cantini/Atlético-MG / Divulgação
Que me desculpem Alexandre Kalil, Romildo Bolzan Júnior, Gilvan Teixeira e demais dirigentes que andavam queimando rojões que foram reduzidos a inofensivos traques após a Assembleia Geral das federações na CBF. Pagaram mico por serem afoitos, não ouvirem os alertas e saírem por aí falando e pregando sobre o que nada sabem.
É verdade que a CBF está fragilizada, ou melhor, o seu presidente, mas a entidade continua respaldada pelos estatutos da Fifa e colocaria na mesa as suas prerrogativas na hora apropriada. Lei é lei e se não for boa, que seja mudada. Enquanto não acontece, para qualquer liga existir precisará da aprovação da CBF.
É chocante que os dirigentes de clubes desconhecessem esta realidade. A Primeira Liga, portanto, não sai. E até o torneio está ameaçado de não acontecer. Entrou água na canoa dos clubes. Os seus dirigentes precisam se informar melhor.
Primeiro erro
Os dirigentes que tentaram impor a liga sem a concordância da CBF cometeram outro erro inaceitável: escolher para executivo do grupo um cartola notório pela sua truculência. O CEO da liga deveria ser alguém com capacidade de negociação.
Elegeram um ogro que saiu blefando sem ter um único ás na mão. Foi destituído pela CBF, que só aceita conversar, agora, com o presidente da liga furada, Gilvan Teixeira, primeiro mandatário do Cruzeiro. Kalil afirmava que a liga sairia independente da vontade da CBF e que a primeira edição seria já no início do próximo ano. A CBF mandou e ele obedeceu: enfiou a viola no saco e daqui pra frente deverá ficar de biquinho fechado.
Segundo erro
Não é possível inventar um torneio e, simplesmente, enfiá-lo no meio do calendário oficial. Se assim fosse, o futebol viraria uma bagunça. Outros requisitos impostos pela CBF também fazem parte do conjunto de regras que regem o futebol brasileiro.
É tarefa espinhosa defender a CBF, mas neste caso a razão está toda do lado da entidade. É de se imaginar se os dirigentes que embarcaram nesta aventura comandassem o futebol brasileiro. Seria o caos, tão despreparados se mostraram ser.
VEJA TAMBÉM
- Gabriel Grando renova contrato com o Grêmio por longa extensão
- Grêmio anuncia contratação de campeão da Libertadores como treinador.
- Grêmio rescinde contrato com zagueiro Jemerson.
Que me desculpem Alexandre Kalil, Romildo Bolzan Júnior, Gilvan Teixeira e demais dirigentes que andavam queimando rojões que foram reduzidos a inofensivos traques após a Assembleia Geral das federações na CBF. Pagaram mico por serem afoitos, não ouvirem os alertas e saírem por aí falando e pregando sobre o que nada sabem.
É verdade que a CBF está fragilizada, ou melhor, o seu presidente, mas a entidade continua respaldada pelos estatutos da Fifa e colocaria na mesa as suas prerrogativas na hora apropriada. Lei é lei e se não for boa, que seja mudada. Enquanto não acontece, para qualquer liga existir precisará da aprovação da CBF.
É chocante que os dirigentes de clubes desconhecessem esta realidade. A Primeira Liga, portanto, não sai. E até o torneio está ameaçado de não acontecer. Entrou água na canoa dos clubes. Os seus dirigentes precisam se informar melhor.
Primeiro erro
Os dirigentes que tentaram impor a liga sem a concordância da CBF cometeram outro erro inaceitável: escolher para executivo do grupo um cartola notório pela sua truculência. O CEO da liga deveria ser alguém com capacidade de negociação.
Elegeram um ogro que saiu blefando sem ter um único ás na mão. Foi destituído pela CBF, que só aceita conversar, agora, com o presidente da liga furada, Gilvan Teixeira, primeiro mandatário do Cruzeiro. Kalil afirmava que a liga sairia independente da vontade da CBF e que a primeira edição seria já no início do próximo ano. A CBF mandou e ele obedeceu: enfiou a viola no saco e daqui pra frente deverá ficar de biquinho fechado.
Segundo erro
Não é possível inventar um torneio e, simplesmente, enfiá-lo no meio do calendário oficial. Se assim fosse, o futebol viraria uma bagunça. Outros requisitos impostos pela CBF também fazem parte do conjunto de regras que regem o futebol brasileiro.
É tarefa espinhosa defender a CBF, mas neste caso a razão está toda do lado da entidade. É de se imaginar se os dirigentes que embarcaram nesta aventura comandassem o futebol brasileiro. Seria o caos, tão despreparados se mostraram ser.
VEJA TAMBÉM
- Gabriel Grando renova contrato com o Grêmio por longa extensão
- Grêmio anuncia contratação de campeão da Libertadores como treinador.
- Grêmio rescinde contrato com zagueiro Jemerson.

Comentários
Enviar Comentário
Aplicativo Gremio Avalanche
Leia também
Desfalques no Grêmio no Gauchão: Braithwaite e Villasanti fora; previsão de retorno.
Grêmio amplia vínculo com promessa da base até 2029.
Análise da pré-temporada e projeção da estreia do Grêmio no Gauchão
Gabriel Grando renova contrato com o Grêmio por longa extensão
Grêmio anuncia contratação de campeão da Libertadores como treinador.
Grêmio rescinde contrato com zagueiro Jemerson.
Proposta do Grêmio para Bárbara Fonseca, Diretora de Futebol Feminino do Cruzeiro
Grêmio nomeia Bruno Cortez como treinador do time Sub-14.
Darlan, Ex-Grêmio, Livre: Mirassol e Times de Turquia, Grécia e México Interessados.
Sub-20 em busca de liderança na Copa São Paulo.
Saiba onde assistir aos jogos da Copinha do Grêmio
Grêmio encerra contrato com zagueiro e contabiliza 11 saídas no elenco
Monsalve terá mais chances de se destacar no Grêmio e contribuirá mais.
Dirigentes apostam em contratação surpreendente, possível reforço de peso para o Grêmio.
Grêmio busca reposição no ataque e adaptação ao estilo de Luís Castro
Saídas em massa: Grêmio em processo de renovação para próxima temporada.
Coração Tricolor: Tetê acerta retorno ao Grêmio para estrear no profissional em 2026
Atletas do Grêmio convocadas para seleção feminina sub-20: destaque no futebol nacional.