Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br
O Grêmio deve ter olhado a tabela ao contrário antes de entrar no gramado do Maracanã. Postou-se como se fosse enfrentar o líder. Esqueceu que era o lanterna. Empatou sem gols com o Vasco e manteve a queda de rendimento que ameaça a vaga na Libertadores. A classificação está nas mãos do Grêmio. Basta ser competente.
Esperava um Grêmio indignado depois do fiasco contra a Chapecoense. Vi mais uma vez um time conformado e sem poder de decisão, tocando incontáveis passes de lado, quase pedindo desculpas para concluir. Um time que vai aplaudir o empate com o lanterna. Coisas do Grêmio que não sabe chegar.
Se o Grêmio respeita demais o lanterna, os demais rivais passam quando pegam a turma debaixo da tabela. O Palmeiras já bateu o Avaí, o São Paulo venceu o Coxa. As desculpas ficam pelo caminho, os times grandes entram em campo e se impõem.
Alertei que seria difícil o jogo, ainda mais sem Geromel e Luan. E foi. Em boa parte pela postura. No primeiro tempo, o Vasco meteu bola na trave, rondou, tentou. Bobô teve duas chances: na primeira deu um toque extra antes de bater e na segunda chegou atrasado. Nada mais. Um Saara de produção ofensiva.
O Imortal do segundo tempo agradou mais, concluiu mais, esteve mais perto da vitória. Melhorou a postura. Só que lhe faltou qualidade. Roger Machado comete erros, mas ele não pode entrar em campo e finalizar por Pedro Rocha, Fernandinho e companhia. O pé torto está com o Grêmio onde o Grêmio estiver.
Douglas teve dificuldades para acompanhar o ritmo do jogo, mas encontrou um passe açucarado. Lançou por cima defesa, deixou Everton e Pedro Rocha livres. Os dois trombaram… Pedro Rocha começou ligado, driblando, porém não consegue acertar a goleira. Everton entrou na etapa final e foi melhor. Merece oportunidade.
Já Walace puxou um contragolpe, era escolher quem pifar, mas carregou até perder. Marcelo Oliveira foi de uma inoperância ímpar. Faz careta, mas não consegue cruzar na altura da cintura dos zagueiros. Maicon entrou sozinho pelo lado, enquadrou o corpo e disparou um tiro de festim. Fraco e no pé do goleiro. O cruzamento da esquerda encontrou Fernandinho que, para variar, cabeceou para fora. É muita falta de pontaria e desperdício de lances promissores. Desse jeito, não vence ninguém.
Roger sofre com um elenco limitado, porém seu trabalho estacionou. Teve 10 dias de parada, fez dois jogos, depois mais uma semana e o time não evoluiu. Bola parada mediana, muito toquinho e os homens de frente sem acertar a goleira. Pontaria é treino – com dose de talento.
O Grêmio segue em terceiro no Brasileirão, mas vê um bando de times se aproximando. Preserva seis pontos para o quarto, quinto e sexto colocados. É uma pena ver o Imortal perdendo gás na reta final, momento em que os grandes arrancam. Indignação contra o lanterna não houve. Homens de frente querendo gol, muito menos.
A partida em casa contra o Flamengo é vital. Um novo tropeço e a vaga que muitos já comemoram se transformará em agonia. Acorda, Grêmio!
VEJA TAMBÉM
- Gabriel Grando renova contrato com o Grêmio por longa extensão
- Grêmio anuncia contratação de campeão da Libertadores como treinador.
- Grêmio rescinde contrato com zagueiro Jemerson.
O Grêmio deve ter olhado a tabela ao contrário antes de entrar no gramado do Maracanã. Postou-se como se fosse enfrentar o líder. Esqueceu que era o lanterna. Empatou sem gols com o Vasco e manteve a queda de rendimento que ameaça a vaga na Libertadores. A classificação está nas mãos do Grêmio. Basta ser competente.
Esperava um Grêmio indignado depois do fiasco contra a Chapecoense. Vi mais uma vez um time conformado e sem poder de decisão, tocando incontáveis passes de lado, quase pedindo desculpas para concluir. Um time que vai aplaudir o empate com o lanterna. Coisas do Grêmio que não sabe chegar.
Se o Grêmio respeita demais o lanterna, os demais rivais passam quando pegam a turma debaixo da tabela. O Palmeiras já bateu o Avaí, o São Paulo venceu o Coxa. As desculpas ficam pelo caminho, os times grandes entram em campo e se impõem.
Alertei que seria difícil o jogo, ainda mais sem Geromel e Luan. E foi. Em boa parte pela postura. No primeiro tempo, o Vasco meteu bola na trave, rondou, tentou. Bobô teve duas chances: na primeira deu um toque extra antes de bater e na segunda chegou atrasado. Nada mais. Um Saara de produção ofensiva.
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Douglas teve dificuldades para acompanhar o ritmo do jogo, mas encontrou um passe açucarado. Lançou por cima defesa, deixou Everton e Pedro Rocha livres. Os dois trombaram… Pedro Rocha começou ligado, driblando, porém não consegue acertar a goleira. Everton entrou na etapa final e foi melhor. Merece oportunidade.
Já Walace puxou um contragolpe, era escolher quem pifar, mas carregou até perder. Marcelo Oliveira foi de uma inoperância ímpar. Faz careta, mas não consegue cruzar na altura da cintura dos zagueiros. Maicon entrou sozinho pelo lado, enquadrou o corpo e disparou um tiro de festim. Fraco e no pé do goleiro. O cruzamento da esquerda encontrou Fernandinho que, para variar, cabeceou para fora. É muita falta de pontaria e desperdício de lances promissores. Desse jeito, não vence ninguém.
Roger sofre com um elenco limitado, porém seu trabalho estacionou. Teve 10 dias de parada, fez dois jogos, depois mais uma semana e o time não evoluiu. Bola parada mediana, muito toquinho e os homens de frente sem acertar a goleira. Pontaria é treino – com dose de talento.
O Grêmio segue em terceiro no Brasileirão, mas vê um bando de times se aproximando. Preserva seis pontos para o quarto, quinto e sexto colocados. É uma pena ver o Imortal perdendo gás na reta final, momento em que os grandes arrancam. Indignação contra o lanterna não houve. Homens de frente querendo gol, muito menos.
A partida em casa contra o Flamengo é vital. Um novo tropeço e a vaga que muitos já comemoram se transformará em agonia. Acorda, Grêmio!
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