O Grêmio deu início a uma das maiores reformulações estruturais da Arena desde sua inauguração em 2012, com um investimento robusto para superar anos de dificuldades no gramado, especialmente após as enchentes de 2024.
A nova fase começou com a gestão de Marcelo Marques, que assumiu o controle da Arena em julho. Agora, o clube aposta na implantação da grama Tahoma, uma variedade da Bermuda utilizada em estádios de ponta e reconhecida pela resistência ao frio, à sombra e ao desgaste — desafios históricos da casa gremista.
Dirigentes tratam o movimento como estratégico para o desempenho dentro de campo. Segundo o vice-presidente Eduardo Magrisso, a troca representa um salto de qualidade que deve garantir regularidade ao longo da temporada e reduzir impactos climáticos.
A Tahoma será a mesma grama usada em seis estádios da Copa do Mundo de 2026, reforçando o objetivo do clube de alcançar um padrão mundial. A modernização inclui ainda drenagem a vácuo, ventilação subterrânea, fibras sintéticas costuradas ao solo e um sistema de iluminação suplementar para compensar a falta de sol em setores críticos.
O pacote de melhorias prevê também um gramado reserva para trocas emergenciais, garantindo que o Tricolor tenha condições ideais mesmo em calendários apertados. O projeto marca um dos maiores investimentos recentes na estrutura da Arena e simboliza uma resposta definitiva aos anos de problemas no campo.
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