A Justiça negou o pedido de prisão preventiva de um dos torcedores suspeitos de envolvimento no ataque ao ônibus do Grêmio em agosto. Contudo, foram aplicadas medidas cautelares, entre elas o afastamento de todos os jogos de futebol, no Brasil e no exterior, pelo período de um ano. O nome do torcedor não foi divulgado pelas autoridades, mas o ge apurou que trata-se de Daniel da Silva Farias. O Ministério Público (MP) pediu a prisão preventiva dele porque a Polícia Civil identificou papel de liderança no episódio de violência no Aeroporto Salgado Filho.
Farias tem registros junto à Polícia Civil por outros episódios de conflito no futebol. Um deles é a suposta participação na depredação de equipamentos do VAR em outubro de 2021, na Arena, e outro é a suspeita de envolvimento em um episódio de roubo no estádio do São José, em 2023. Ao todo, 11 pessoas foram denunciadas pelo MP por envolvimento no ataque ao ônibus do clube. Elas podem responder pelos crimes de associação criminosa, dano qualificado, lesão corporal e ameaça, e estão ligadas a uma torcida organizada do clube. De acordo com informações do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, cabe composição civil, isto é, acordo entre as partes antes de o Poder Judiciário acatar a denúncia, o que trava o processo.
Imagens do aeroporto Salgado Filho mostraram 44 pessoas na emboscada ao ônibus do Grêmio em 16 de agosto, das quais 11 foram identificadas. Três seguranças do clube tentaram conter a investida, e Luis Fernando Cardoso, conhecido como Fernandão, acabou agredido. Uma pedra foi arremessada. Comissão técnica, dirigentes e jogadores estavam dentro do veículo e foram ameaçados, mas não ficaram feridos.
Grêmio, Daniel da Silva Farias, ataque, ônibus, Justiça, prisão preventiva, Aeroporto Salgado Filho, MP.
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