A Polícia Civil do Rio Grande do Sul e o Grêmio intensificaram as ações para identificar os envolvidos no ataque ao ônibus da delegação tricolor no sábado (16 de agosto), no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. O episódio ocorreu horas antes da viagem do elenco para Belo Horizonte, onde o time enfrentou o Atlético no domingo (17), pelo Campeonato Brasileiro.
O clube confirmou a suspensão preventiva de um sócio-torcedor identificado como um dos agressores. A medida foi adotada após cruzamento de imagens obtidas no aeroporto com dados do sistema biométrico de acesso ao estádio. A decisão também foi comunicada à administração da Arena, impedindo a entrada do associado em eventos no local. Os demais suspeitos seguem sob investigação conjunta entre o clube e as autoridades.
Cerca de 50 pessoas, pertencentes ao grupo "Trem do Grêmio", invadiram uma área restrita do terminal aeroportuário e protagonizaram o ataque. Segundo informações, a ala dissidente da torcida Geral do Grêmio já havia se envolvido em outro episódio de violência no mês de maio, nas imediações do CT Luiz Carvalho, após a eliminação da equipe na Copa do Brasil.
O Grêmio emitiu nota classificando o ataque como "inaceitável" e reiterou que medidas internas e legais estão em andamento "com o propósito de responsabilizar os envolvidos e evitar que episódios semelhantes ocorram novamente". Por fim, a investigação criminal considera duas frentes: dano ao patrimônio e lesão corporal contra Fernandão.
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