Foto: Cristiano Oliveski / Grêmio FBPA
Após a derrota por 3 a 2 para o CSA, na última quarta-feira (30), pela Copa do Brasil, o técnico Mano Menezes fez críticas ao sistema defensivo herdado do ex-treinador Gustavo Quinteros. Segundo ele, o modelo anterior ainda influencia negativamente no comportamento dos jogadores, mesmo após a mudança de comando. De acordo com Mano, o Tricolor vinha utilizando o sistema de perseguições individuais sob o comando de Quinteros, o que teria deixado marcas no elenco. Em sua avaliação, os atletas estão habituados a esse estilo e enfrentam dificuldades para se adaptar ao modelo de marcação zonal que ele deseja implementar. “Há mais tempo, o Grêmio jogava com perseguições. Isso fica muito no imaginário do jogador. Está acostumado a fazer dessa maneira. Quando você começa a trabalhar com posicionamento zonal, precisa toda equipe fazer esse posicionamento junto para as coisas funcionarem bem. Você está mal posicionado, já sai atrasado, dá muita vantagem ao adversário. Aí dificulta mais”, explicou Mano Menezes.
O treinador explicou que, para o novo sistema funcionar, todos os jogadores precisam se posicionar corretamente e de forma coordenada. Quando isso não acontece, a equipe oferece muitos espaços e acaba penalizada, como ocorreu nos gols do CSA, especialmente o de empate, que expôs a desorganização defensiva. Mano também destacou que o time alagoano naturalmente forçaria o jogo nos minutos finais, mas apontou falhas básicas de posicionamento como determinantes para o revés. “É natural que o time mandante vai tentar um sufoco final, com bolas pelos lados, e a gente errou o posicionamento defensivo. Saímos da linha desnecessariamente, e era só sustentar o posicionamento. Isso fez com que a defesa ficasse bem desarrumada no gol de empate.”, completou.
O treinador explicou que, para o novo sistema funcionar, todos os jogadores precisam se posicionar corretamente e de forma coordenada. Quando isso não acontece, a equipe oferece muitos espaços e acaba penalizada, como ocorreu nos gols do CSA, especialmente o de empate, que expôs a desorganização defensiva. Mano também destacou que o time alagoano naturalmente forçaria o jogo nos minutos finais, mas apontou falhas básicas de posicionamento como determinantes para o revés. “É natural que o time mandante vai tentar um sufoco final, com bolas pelos lados, e a gente errou o posicionamento defensivo. Saímos da linha desnecessariamente, e era só sustentar o posicionamento. Isso fez com que a defesa ficasse bem desarrumada no gol de empate.”, completou.
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