
Alvo das principais críticas da torcida do Grêmio - e também de membros da diretoria - o centroavante Hernán Barcos dá sinais de ser um otimista. A personalidade forte do Pirata o levou a ter a braçadeira de capitão do Tricolor. E a não desistir jamais. O camisa 9 gremista vê a proximidade do fim do jejum com a semana de treinamentos, mas reconheceu que a equipe pode viver com certa ansiedade para marcar gols.
O jejum foi quebrado pelo meia Giuliano na última partida. O chute na saída do goleiro rival rompeu a sequência de quatro jogos sem marcar e sem vencer. Mas o período sem comemorações à la Pirata ainda segue. Os últimos gols aconteceram em 11 de maio, na vitória por 2 a 1 sobre a Chapecoense. Após o jogo com o Goiás, na Arena, o técnico Enderson Moreira diagnosticou uma ansiedade na equipe. Algo também visto pelo jogador.
- Não estou para fazer isso (dizer que há má vontade com ele), estou para trabalhar e que as críticas acabem. Estou com a confiança do treinador, da diretoria e do grupo e isso me deixa tranquilo. Vou continuar trabalhando. Quando começar a faze gol o torcedor volta a ficar do nosso lado. Pode ser, muitas vezes na hora de finalizar temos uma ansiedade que outra. Mas o grupo está tranquilo e confiante, que é o que mais interessa - destacou o argentino.
Durante os últimos dias, dois vice-presidentes do clube gaúcho deram entrevistas polêmicas. Primeiro, Romildo Bolzan Jr., forte opção a candidato a presidente pelo grupo de Fábio Koff, afirmou que Barcos poderia ficar um período no banco de reservas. Já Nestor Hein colocou ares de obrigação para a continuidade de Enderson Moreira vencer o Gre-Nal do dia 10. Algo que incomodou o Pirata, que afirmou que gostaria de conversar com eles cara a cara para ouvi-los.
Nos últimos trabalhos, o argentino mostrou rendimento um pouco melhor. Em treinamento coletivo, marcou dois gols para os titulares. Algo que é visto como um bom prenúncio, de gol amadurecendo.
- Deus queira que sim, trabalhamos muito para isso, espero que chegue. Não vou desistir, nunca desisti na minha vida e não vou desistir agora. Vou continuar trabalhando até que saia, e aí vai continuar naturalmente - explicou o argentino.
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