Imagem: Renan Mattos/Agência RBS Fernandão: Um guardião do Grêmio Fernandão, com mais de 24 anos dedicados ao Grêmio , é mais do que um segurança; ele é um símbolo de resiliência e proteção. Este ano, no entanto, ele enfrentou desafios que foram além do cotidiano. A natureza mostrou sua força quando as enchentes em Canoas atingiram sua casa. Ele teve que sair rapidamente, levando consigo apenas o que podia carregar. “Foi instinto, acho. De sair antes do que acontecesse”, conta, ainda abalado. Ao retornar 28 dias depois, o cenário era desolador. “A imagem de chegar em casa é como se alguém tivesse pegado tudo o que tinha dentro da casa e revirado. Estava tudo trocado” lamenta, sem sequer ter registrado o estrago com uma foto. Jogador da Seleção aponta Grêmio como vencedor do GreNal: “vai vencer por 2×0” Um acontecimento mais duro que brigas no futebol Para Fernandão, que já enfrentou brigas e ajudou na seleção brasileira, essa destruição foi uma experiência sem precedentes. “Tem coisas que não tem o que fazer. As coisas da natureza, nós temos que olhar, rezar e tentar ajudar quem precisa”, reflete. Com tantas dificuldades, Fernandão só deseja que o próximo GreNal, um dos maiores clássicos do futebol brasileiro, transcorra sem problemas. “Espero que tudo se transcorra da melhor maneira possível. Que não tenha nenhuma adversidade. Que só tenha jogo ” diz, com a esperança de que a normalidade traga um alívio, mesmo sabendo que, em um GreNal, o inesperado sempre pode acontecer. Grêmio toca em assunto polêmico com grupo de jogadores: Manipulação de resultados esportivos
Fernandão, com mais de 24 anos dedicados ao Grêmio , é mais do que um segurança; ele é um símbolo de resiliência e proteção. Este ano, no entanto, ele enfrentou desafios que foram além do cotidiano. A natureza mostrou sua força quando as enchentes em Canoas atingiram sua casa. Ele teve que sair rapidamente, levando consigo apenas o que podia carregar. “Foi instinto, acho. De sair antes do que acontecesse”, conta, ainda abalado. Ao retornar 28 dias depois, o cenário era desolador. “A imagem de chegar em casa é como se alguém tivesse pegado tudo o que tinha dentro da casa e revirado. Estava tudo trocado” lamenta, sem sequer ter registrado o estrago com uma foto.
Um acontecimento mais duro que brigas no futebol Para Fernandão, que já enfrentou brigas e ajudou na seleção brasileira, essa destruição foi uma experiência sem precedentes. “Tem coisas que não tem o que fazer. As coisas da natureza, nós temos que olhar, rezar e tentar ajudar quem precisa”, reflete. Com tantas dificuldades, Fernandão só deseja que o próximo GreNal, um dos maiores clássicos do futebol brasileiro, transcorra sem problemas. “Espero que tudo se transcorra da melhor maneira possível. Que não tenha nenhuma adversidade. Que só tenha jogo ” diz, com a esperança de que a normalidade traga um alívio, mesmo sabendo que, em um GreNal, o inesperado sempre pode acontecer. Grêmio toca em assunto polêmico com grupo de jogadores: Manipulação de resultados esportivos
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